Seguro pede maioria absoluta mas promete Governo coligado *


A parte da coligação parece que será resolvida com uma argamassa das boas. *

Se eles se juntam há que imaginá-los divididos

Não li uma única citação que comprove ter sido aprovada no XIX Congresso do PCP qualquer orientação no sentido de excluir de uma unidade de esquerda o BE e mesmo o PS (embora tenham salvaguardado que este terá de mudar de política, o que não é novidade nenhuma). Mesmo na resolução política o BE leva a mais suaves das referências desde que existe e o PS apanha o (merecido) tratamento habitual.

Cecília Honório que representou o BE no Congresso também não parece ter ouvido:

Confrontada com a ideia de que o PCP se demarcou estrategicamente do Bloco de Esquerda ao considerar mais importante saber com que política se chega ao Governo do que discutir com quem se chega ao Governo, Cecília Honório disse não partilhar essa interpretação.

Mas entretanto o DN, e não só, criou uma ficção política. Pelos vistos há quem tenha medo, muito medo, de uma alternativa de unidade de esquerda, e o melhor será começar já a parti-la.

Aos Bloggers

O Congresso do PSD que se vai realizar nos próximos dias 23, 24 e 25 de Março em Lisboa, vai aceitar pedidos para credenciação da denominada social media onde se incluem os Bloggers.

http://congressopsd.com/pt/informacoes_uteis

relacoespublicas@psd.pt

 

“Contemplou a sua obra e era tudo muito bom”

O PS esteve em congresso durante três dias, aqui mesmo em terras do Minho. E no final, nem uma conclusão ou sequer uma apreciação crítica à (des)governação dos últimos anos.

A crise internacional tratou de explicar tudo.

Segundo o Livro de Génesis, chegado ao sexto e último dia da empreitada de criar o Mundo, pois o sétimo foi para descanso, Deus contemplou a sua obra e concluiu que era tudo muito bom. Pois o PS em três dias não encontrou nada de mau na governação de seis anos.

Apenas, e tão só, um alerta de José Seguro de que o PS poderá vir a errar. Tudo numa lógica com um oportuno toque de diferença, quando é normal na política nacional falar-se tanto de responsabilidade.

O PS poderá não ir formoso, mas quer parecer seguro. Pelo menos conta com o seu líder. Literalmente.

Tomai e lembrai

Acabo de saber pelo telediário do Porto Canal numa reportagem em pleno Congresso do PS, que parece formoso e Seguro, que os militantes do PS andam muito esquecidos do seu hino: “A Internacional”.

Pois é, afinal não é só o queijo que faz mal à memória, o caviar também.

Assim sendo, ó “camarigueiros” – mistura de camarada, amigo e companheiro – aqui vai o vosso hino para mais tarde recordar, de preferência quando estiverem de novo no poder. É que  vocês são muito Esquerda antes do poder, mas depois tendem a guinar à Direita.

A realidade é uma coisa que não lhes assiste

Francisco Assis

defendeu o legado de seis anos deixado por José Sócrates. Um legado que, disse, “não é o do défice, da dívida e do desemprego”.

The Desert Sweepers, Su-Mei TseEu até sou gajo para afirmar que o desemprego, a dívida (e a privada é o problema, ó anarquistas da direita) e o défice aumentaram após a crise financeira internacional pela qual José Sócrates não pode ser responsabilizado. Mas os 150 000 empregos não foram criados antes, o défice e a dívida subiram em qualquer gráfico perto de si, e pior do que isso foi-se privatizando o SNS e a escola pública.

Que a política é a arte da mentira já sabíamos e ninguém como Sócrates a elevou a um patamar tão alto de completa manipulação, assumindo a terceira via do discurso é tudo, no conteúdo eles nem reparam. Que não se esperava que acordassem, tomassem um duche e regressassem à real, era óbvio. Mas quando insistem desta forma escabrosa, e sabendo-se que na oposição não têm a mínima hipótese de manipular como o faziam no governo, cheira a uma travessia do deserto feita de gatas, e sem água. Tristeza.

O celibato como sistema reprodutivo de pessoas, bens e saberes em aldeias camponesas

        Este texto é a reconstrução por escrito das minhas palavras sobre a reprodução no IV Congresso de Antropologia de Espanha, realizado em Alicante. Ao trabalhar o argumento que apresentara com base num esboço, outras ideias levaram-me um pouco mais longe em relação à exposição original. De facto, este texto é fruto do estudo que venho desenvolvendo sobre racionalidade, reprodução e estratégia, para o qual me sirvo de dados sobre camponeses europeus, estando, portanto, entrelaçado com o argumento que debato em vários outros textos dispersos pelo mundo. É, por isso, que no final, incluo uma lista deles que, oxalá, pudessem juntar-se a este para sua melhor compreensão. Em qualquer caso, o que pretendo aqui é inspeccionar as ideias e factos que, não sendo das aldeias estudadas, fazem parte da etnografia que um antropólogo europeísta deve consultar e que é possível encontrar na História, na lei positiva e canónica, na religião como na doutrina, Igreja e fiéis, assim como na economia teórica e conjuntural. É este o contexto dos factos da lógica camponesa que, na sua dimensão própria, está registado nas relações sociais e na tecnologia, que são os textos do saber oral e da sua cultura.

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No tempo em que o PS fazia congressos

e os animais falavam sem teleponto.

Deste tempo continua o Almeida Santos, o Tino à falta de quota para deputado fez-se à vida no mundo do espectáculo, e sobram os mesmos cerimoniantes.  Lembrando o saudoso Guterres: é a vida.

Com um beijo me trais ou a bênção ao próximo?

“Um dos mais talentosos e mais capazes políticos portugueses”. A frase foi de José Sócrates. O destinatário Francisco Assis.

Ó, Zé!

Há sempre um lado popular latente nos congresso do qual eu gosto muito. Lá fora há quem beba “finos”, cá dentro António Vitorino grita ‘Ó, Zé!’. O mesmo Zé que é há seis anos é primeiro-ministro.

Apagão em Matosinhos

Por aqui também faltou a luz, mesmo antes do almoço. Não foram accionados os sistemas de rega, mas como o congresso em Matosinhos toda a gente desconfia do Marco António Costa.

Jorge Gabriel do PS

José Sócrates tem feito o papel de apresentador do congresso. Num clima próprio de globos de ouro, apresentou Francisco Assis como cabeça de lista pelo Porto e agora acaba de lançar Ferro Rodrigues, novamente, para o estrelato do parlamento.

A partir de Matosinhos, um, dois, três

Este é o meu primeiro texto no Aventar e estou operacional a partir de Matosinhos onde sou testemunha do congresso do PS. Ao mesmo tempo que escrevo este post, a sala está ao rubro: um vídeo com as figuras mais marcantes do PS passa ao som de That’s What Friends are For de Dionne Warwick. Detalhe: apareceram, pelo menos, duas imagens e meia de Manuel Alegre.

Concurso:

Toca a descobrir quais os blogues presentes numa destas fotografias: AQUI.

PSD @2010 Congresso #21:

Esperança. A palavra mais usada por Miguel Relvas que está agora a discursar. Esperança.

PSD @2010 Congresso #20: Última Hora:

O Congresso está dividido a meio.

Metade está dentro do pavilhão. A outra metade está na esplanada.

Dizem as más línguas que 10% estão na praia de Carcavelos…

PSD @2010 Congresso #19:

Pedro Rodrigues, líder da JSD fala. Ninguém liga. A Jota, dizem as más línguas, está em guerra civil. Acontece.

PSD @2010 Congresso #18:

Rangel discursou. Já o vimos fazer melhor. Mas também já teve melhores dias. Serviços mínimos. Vamos esperar para ver, os próximos 12 meses serão decisivos.

Já agora, um furo:

Está para ser publicada uma sondagem nacional. Resultado: Empate entre PSD e PS. Cheira a mudança…

PSD @ Congresso 2010 #17:

Um grande, mesmo grande discurso de José Pedro Aguiar Branco e que muito deve orgulhar todos aqueles que o apoiaram. Um senhor.

PSD @2010 Congresso #16:

Estou a ver o Presidente das Caldas. Será que vai falar? O Pedro fez-lhe a vontade, não fez aos outros o que estes lhe fizeram.

PSD @2010 Congresso #15

Vai ser as 17h15. O novo Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho vai reunir com os responsáveis dos blogs presentes no congresso. Um gesto bonito. Fica-lhe bem. O Aventar vai estar.

PSD @2010 Congresso #12:

Rangelistas conspiram mesmo aqui por baixo…

PSD @2010 Congresso #11:

O Carlos Abreu Amorim já está na zona da Comunicação Social. Já não se consegue ver mais nada…

PSD @2010 Congresso #10:

UNANIMIDADE, UNANIMIDADE, PAZ, PAZ, UNIÃO, UNIÃO….mas afinal quando é que começa o congresso???

Aqui atrás tocou um telemóvel com uma bela música de tourada. “Entrem as chocas”, exclamou a jornalista do JN aqui ao lado. O João Villalobos está com ar de quem está a apanhar uma seca monumental mas a Carla do JN não está menos. O Afonso pirou-se. Problemas de audição. Já estou com fome!

O congresso está a meio gás, a sala nem isso. Lá fora, uma multidão ao sol. Pudera.

PSD @2010 Congresso #9:

e prontos! Estamos na TVI e em grande no jornal do Congresso. Ok, é agora que o Aventar volta a desaparecer. Ricardo, avisa a Esotérica, não quero merdas desta vez, ehehehehehe.

PSD @2010 Congresso #8:

Está um sol espantoso, isto sim, qualidade de vida. Fora da sala do congresso dos Lombos, a glória: sol, má-língua, comida e bebida. Ups…continuo sem ver o LM e estou assim, aqui, com um escaldão na ponta do nariz, entalado entre o João e o Afonso. O Manuel Moreira gritou que se fartou, parecia o Avelino. Contágio?

E não, não fui à festa. Preferi ficar na treta a discutir o verdadeiro problema nacional: quem vai ser o próximo treinador do FCP?

PSD @ Congresso 2010 #5:

Ups, piraram-se todos!!! Vou jantar!!!

PSD 2010 Congresso 2010 #4:

O Vídeo do Ano, forte candidato ao grande prémio das curtas de Vila do Conde 2010:

ESTE

PSD 2010 Congresso 2010 #3:

Ok, feitas as pazes e devolvidos os lugares, vamos ao ataque:

PSD @2010 Congresso #2:

A prova do crime da vizinhança….a seguir, o homem que tomou de assalto o nosso lugar e que depois de expulso ocupou o do Albergue.
Isto está bonito está. Pum! Pum! Todos no Lombo.