As perseguições, as conversões e a expulsão dos Judeus, o rei D. Manuel I e a Inquisição.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
As perseguições, as conversões e a expulsão dos Judeus, o rei D. Manuel I e a Inquisição.
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Giordano Bruno, filósofo e religioso italiano, morreu na fogueira após uma acusação de heresia. Esta longa metragem de 1973 retrata a forma como foi perseguido pela Inquisição ao longo de muitos anos e a forma como nunca renunciou às suas crenças.
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Cientistas actuais testam os efeitos que as máquinas de tortura da Inquisição teriam nos interrogados. Muito curioso e elucidativo.
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Documentário que faz um bom retrato do que foi a Inquisição ao longo dos séculos. Na mesma linha, encontra-se estoutro, o Espelho dos Mártires, episódio 4 de uma série geral sobre os mártires do Cristianismo.
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Mini-série de 4 episódios, rodados em Espanha, França e Itália e baseados em documentos oficiais do Vaticano.
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O clássico «O Nome da Rosa», baseado no romance de Umberto Eco, é obrigatório para o estudo desta matéria, nomeadamente a acção da Inquisição. As cenas do tribunal, bem como as da tortura que o antecedem e a razão de todos os crimes na abadia, que nos remetem para o Index, são imperdíveis. É por aqui que se pode começar a mostrar aos alunos o que foi o Tribunal da Santa Inquisição da Igreja Católica ao longo dos séculos.
Ficha IMDb

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Uma série sobre o rei Henrique VIII de Inglaterra, fundador da igreja anglicana. A série está integralmente disponível na net.
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Longa-metragem sobre a vida e a obra de Lutero, o fundador da primeira igreja protestante. Com Jospeh Fiennes no papel principal.
Está também disponível na net um outro filme, de 1953, sobre Lutero.
Ficha técnica
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Excelente filme sobre Miguel ângelo, um dos principais artistas do Renascimento.
Michelangelo Buonarroti – Una Superestrella from FlorenciaGranGuia on Vimeo.
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Excelente série da BBC, legendado em português, sobre os maiores pintores da História. O episódio que hoje se apresenta é sobre Caravaggio.
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Excelente documentário, legendado em português, sobre a vida e obra de Leonardo da Vinci um dos nomes maiores do Renascimento. Sobre da Vinci, de resto, o mais difícil é escolher, tal a quantidade e qualidade de documentários e filmes diponíveis na net. O clássico A vida de Leonardo da Vinci, por exemplo, também está disponível. Com mais de 5 horas de duração, não esá legendado.
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O surgimento da imprensa permitiu a multiplicação do número de exemplares de cada livro, facilitando assim a divulgação das obras e das ideias renascentistas. Gutemberg desempenhou um papel fundamental em todo este processo. Para além do filme animado que se apresenta, extraído da série Descobertas sem Limite, está também disponível na net a série «Era uma Vez… Os Inventores» e o episódio consagrado a Gutemberg.
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Filme polaco de animação, de 2009, sobre Copérnico e a sua teoria heliocêntrica. A banda sonora é excelente. Os dois excertos que hoje apresentamos serão suficientes, acompanhados da explicação do professor, para esta parte da matéria.
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A obra mais conhecida de Miguel de Cervantes adaptada para cinema. Mesmo sendo em espanhol, alguns excertos merecem ser pasados na aula. Existe uma outra longa-metragem, de 1948, dirigida por Rafael Gil, e a versão de Orson Wells (1955) que nunca chegou a ser concluída.
Há também bons documentários sobre o livro, sendo que um deles está disponível em português.
Ver o filme aqui.
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Um interessante documentário, legendado em português, sobre Maquiavel e a sua obra «O Príncipe». Remete muitas vezes para a actualidade, numa associação constante entre o passado e o presente.
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Documentário da BBC, legendado em português, sobre as principais obras de William Shakespeare.
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Uma das obras mais importantes de Shakespeare, que segue muitas das características do teatro clássico. Das várias versões para teatro e cinema disponíveis na net, destaca-se a obra-prima de Zeffirelli, de 1968, legendada em português.
ficha IMDb

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Unidade 5.2. – Os novos valores europeus
Em Utopia, o humanista Thomas More critica o quadro sociopolítico do seu país, a Inglaterra do século XVI, o despotismo das monarquias europeias, o servilismo, a venalidade dos altos funcionários, o luxo e a injustiça dos nobres e monges.
Pedi emprestado a uma amiga, ela que tem livros extraordinários no seu T1, uns atrás dos outros, raridades de se encontrar, escondidas umas atrás das outras, tesouros para se descobrir com ajuda de mapa!
Abro à sorte, curiosa, «talvez encontre uma frase inspiradora», entre tantas palavras escritas num tamanho de letra tão pequenino.
Escritas no Renascimento longínquo, elas são tão utópicas, tão impossíveis. Contudo, tão desejadas:
Nesta ilha [da Utopia] divide-se o dia e a noite em 24 horas exactas e destinam-se e destinam-se ao trabalho apenas 6 horas: 3 antes do meio-dia, com intervalo (…), duas de descanso, seguindo-se mais 3 horas de trabalho e a ceia. (…) O tempo livre entre o trabalho, as refeições e o sono é ocupado livremente por cada indivíduo, como melhor o entender. (…) libertos das suas ocupações, se ocupem e empreguem a sua actividade variadamente na arte ou na ciência que mais lhe agrade.”
6 horas de trabalho (fazemos muito mais que isso), 8 para dormir e 10 para nós.
6. 8.10 – uma boa relação para o dia-a-dia. Era bom, não era?
A Utopia tem outro nome: «férias». 15 dias por ano, para quem as pode ter, podemos sonhar com a Utopia.
Em certos sentidos, ainda vivemos na Idade Média…
P.S.: esse tempo de utopia será também a reforma? Ainda me falta tanto… Era agora que me queria cumprir! Tanto que quero fazer e não fazer e não há tempo.
Duas figuras da música são hoje notícia; curiosamente, dois defensores da liberdade, da paz e da justiça social. Um, Marley, faleceu há 30 anos, com apenas 36 de idade. Outro, Zé Pedro, dos Xutos, vai ser submetido a um transplante do fígado.
O desaparecimento ou sofrimento de quem admiramos dói sempre. Nestes casos, dói-me absoluta e justificadamente. Tive o privilégio de viajar, lado a lado, em vôo Londres-Lisboa, com Bob Marley. Ia para África. Duas horas de conversa inesquecíveis. Foi na 2.ª metade da década de 1970. Aprendi que Marley era um inconformado lutador contra a fome, a miséria e as desgraças que ainda hoje castigam os povos de África, em especial os subsarianos. Marley era jamaicano de nascimento, mas africano de alma e coração. Como o tempo voa! Hoje, completam-se 30 anos desde a sua morte. Para mim, o rei do Reggae será sempre um símbolo vivo e digno de homenagem.
Zé Pedro, fora dos palcos, a última vez que o encontrei foi no Museu do Arroz, na Comporta. Festejava com familiares e amigos a recuperação de um caso complexo de saúde, de que havia sido acometido em Portimão tempos antes. Agora, está confrontado com a necessidade de se submeter a um transplante de fígado. No limite da capacidade humana, aquém e além dos médicos, dou-lhe publicamente o meu estímulo para que vença mais esta etapa. Força Zé Pedro! Os meus votos são sentidos e sonorizados, por “Is This Love” de Bob Marley. Uma canção com letra à feição de Zé Pedro, penso.
Irresistível, a vontade de homenagear Sir Charles Spencer Chaplin, personagem popularizada através dos pseudónimos Charlie Chaplin ou Charlot. Tardio de apenas um dia, é um acto cujo merecimento excede a oportunidade temporal. Charlot é e será sempre figura imortal, independente de se falar dele em dia de aniversário, uma semana ou um mês antes ou depois da data de ter nascido ou falecido.
A Google, como muita gente, recordaram-no ontem. Havia nascido 122 anos antes, em 16 de Abril de 1889, no bairro Lambeth de Londres, Kennington Road, 287 – não confundir com a cosmopolita Kensington.
Filho de dois actores populares, Charles e Hannah Chaplin, cedo ficou órfão do pai; com a mãe e o meio-irmão Sydney enfrentou grandes dificuldades, em plena época vitoriana, marcada por generalizada pobreza e lutas sociais na Velha Albion – uma prolongada greve de mineiros é um dos exemplos. [Read more…]
Tinha o Zé oito anos, quando na escola em que estudava chegou um colega que se chamava Guerra, que era bem mais crescido de corpo do que qualquer um dos demais colegas. Mas por razões que a ignorância de então jamais apurou, era um miúdo mentalmente frágil, atrofiado pelo medo, inseguro e submisso.
Naquelas idades as crianças revelam uma particular maldade. Razão pela qual o Guerra logo se transformou no “bombo da festa” da rapaziada da turma.
Todos mandavam nele. Todos lhe batiam. Todos. Incluindo o Zé, que arrastado por aquela corrente de maldade e crueza, sentia gáudio em exibir autoridade e domínio sobre aquele gigante submisso.
Um dia, o Guerra encontrou o Zé sozinho no recreio e pediu-lhe um lápis porque lhe haviam roubado o dele. Abordou-o medrosamente e disse-lhe:
– “Emprestas-me um lápis? Mas não me batas!…”
O Zé ficou a olhar para aquele gigante de contradições. Tinha o nome Guerra, era mais crescido do que ele e pedia-lhe que não lhe batesse. Naquele momento as lágrimas vieram-lhe aos olhos. Como sempre acontece, quando relembra esta história.
Lágrimas de arrependimento, de remorsos por todo o mal que sofreu aquele frágil gigante e em que ele foi cúmplice. Quando lhe deu o lápis sentiu que esse seu acto tinha sido o único gesto humano que tivera para com ele, ao fim de meses de escola.
O Guerra afastou-se numa humildade servil que o expunha a toda a violência. E o Zé não foi capaz de o acompanhar de regresso à sala de aulas onde o Guerra se refugiava durante os intervalos, pois sentiu que preferia estar sozinho do que acompanhado por uma ameaça.
Naquele dia sentiu-se o pior e o mais cobarde de todos os miúdos. Ganhou consciência de todo o mal que lhe havia feito, da crueldade de que era capaz. Naquele dia o Guerra atormentou-o por todos os males que lhe havia feito.
No dia seguinte, o Zé estava decidido a falar com ele, a pedir-lhe desculpa, muito embora o castigo estivesse sempre dentro de si.
Tarde demais: os pais do Guerra mudaram-no da escola para uma outra onde teria melhor acompanhamento. Ninguém na turma percebeu ao certo o que era isso. Dizia-se que tinha ido para uma escola de malucos. Mas o Zé sabia que malucos eram todos os que violentaram a sua inocência e a sua fragilidade.
Nunca mais o Zé viu o Guerra ou dele teve notícias. O rosto do Guerra, as suas expressões, ainda hoje as revê com a mesma nitidez da dos tempos de escola. Não sabe se superou as suas fragilidades, se fez amigos ou se continua um gigante submisso. Sabe que consciente ou inconscientemente o seu rosto se espelha na sua memória sempre que vê uma qualquer humilhação ou injustiça. O Guerra é para o Zé a definição de humilhação e de injustiça. E uma razão para desejar um mundo mais humano.
Um mundo que o Guerra não teve.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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