Blade Runner

O Reitor da Universidade de Coimbra defende que as máquinas deveriam pagar impostos. João Gabriel Silva afirmou, num encontro que teve lugar na cidade de Coimbra e que contou com a presença do ministro Vieira da Silva, que existe, do ponto de vista fiscal, “uma enorme motivação económica para a substituição de pessoas por máquinas, o que coloca os seres humanos numa desvantagem fiscal brutal”.

Esta é a Academia que eu gostaria de ver manifestar-se mais vezes. A que traz ao debate público as questões que, de tão óbvias, passam em silêncio, sem reflexão e sem existência. O Reitor da Universidade de Coimbra obrigou o ministro Vieira da Silva a afirmar também o óbvio, ou seja, que as empresas já se encontram sobrecarregadas do ponto de vista fiscal e que taxar a tecnologia seria “dificultar o progresso”.

Tenho simpatia pelo ministro Vieira da Silva e admiração pela sua competência, mas devo lembrar que a ideia de Progresso, pelo menos aquela que resulta dos movimentos Humanistas da História nos quais, em grande medida, se funda o próprio corpo ideológico e filosófico do Partido Socialista, tem como razão de existência o Ser Humano, e não a Máquina. É certo que muito dificilmente o ministro Vieira da Silva, tendo em conta as funções que ocupa, poderia afirmar outra coisa, tal é a força do dogma que entre nós se instalou sobre a primazia da Máquina. Mais ainda quando terá sido o próprio Humanismo a produzir esse dogma e a cimentá-lo na cultura e na consciência.

É esta, contudo, a fronteira do nosso Tempo.

Apogeu da ética protestante

Imagem © Bruno Santos

Imagem © Bruno Santos

 

A segurança conquista-se quase sempre à custa da liberdade e da auto-determinação. Sem cedência de soberania, quando não estão garantidos os meios que assegurem a auto-suficiência – ou mesmo que estejam – qualquer povo, assim como qualquer indivíduo, está sujeito aos perigos com origem nas suas próprias fraquezas e nas forças dos predadores do mundo. A não ser que esteja disposto a assumir como lema de vida e como destino o “pão nosso de cada dia” e entregue a sua sorte à Vontade d’O que está no Céu, tanto o povo como o indivíduo terão de privar-se da autoridade sobre si próprios e encarar a Obediência como fim útil e último das suas vidas.

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Caminhos da Memória: A trajectória dos Judeus em Portugal

As perseguições, as conversões e a expulsão dos Judeus, o rei D. Manuel I e a Inquisição.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

Giordano Bruno

Giordano Bruno, filósofo e religioso italiano, morreu na fogueira após uma acusação de heresia. Esta longa metragem de 1973 retrata a forma como foi perseguido pela Inquisição ao longo de muitos anos e a forma como nunca renunciou às suas crenças.

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Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

Inquisição: Máquinas mortais

Cientistas actuais testam os efeitos que as máquinas de tortura da Inquisição teriam nos interrogados. Muito curioso e elucidativo.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

Em nome da Fé: Atrocidades da Inquisição

Documentário que faz um bom retrato do que foi a Inquisição ao longo dos séculos. Na mesma linha, encontra-se estoutro, o Espelho dos Mártires, episódio 4 de uma série geral sobre os mártires do Cristianismo.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

Arquivos secretos da Inquisição

Mini-série de 4 episódios, rodados em Espanha, França e Itália e baseados em documentos oficiais do Vaticano.

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Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus

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