É o que dá eleger um analfabeto cultural para Presidente da Câmara.
Trabalho de Best Ever para a Visual Street Performance (VSP) , Porto. Retirado daqui, onde há mais imagens.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É o que dá eleger um analfabeto cultural para Presidente da Câmara.
Trabalho de Best Ever para a Visual Street Performance (VSP) , Porto. Retirado daqui, onde há mais imagens.
[…] não tive a sorte de encontrar nem um Banksyzinho para amostra. Pena aqui não ser como no Porto. Talvez os nossos artistas estejam a guardar o melhor só para […]
[…] Aventar tem discutido o tema de forma pluralista, como sempre. Tem, igualmente, divulgado alguns dos melhores artistas nacionais […]
[…] discussões tidas aqui no Aventar sobre o tema, fica claro que o vandalismo pode ser arte, mas é sempre […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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Bahh! A maior parte dos bonecos nas paredes (e no raio dos comboios!) apenas pode ser classificado como arte na medida em que o conceito é abstracto e bastante elástico. Na prática a maior parte é lixo. Isto para já não falar do facto de pintarem sem autorização dos proprietários – o que é simplesmente errado.
O exemplo com que ilustras o post é capcioso.
Tenho muito mais exemplos para os próximos dias, todos feitos no Porto. É verdade que também há muito má pintura, tanto em paredes como em telas. E que o grafiteiro típico tem uma fase inicial em que pinta onde não deve.
Mas o balanço geral é muito positivo, pelo mundo fora. A arte saiu das galerias, dá cor e beleza às cidades, e os artistas mais interessantes da actual geração andam nas ruas.
As acusações do RR são de uma ignorância espantosa. Basta ver este exemplo:
“Um grande mural do “artista guerrilheiro” Banksy foi coberto de tinta por funcionários contratados pela prefeitura da cidade britânica de Bristol para lidar com pichação. O trabalho artístico, com pouco mais de 7 metros de comprimento e que ficava em um muro ao lado de oficinas na cidade, foi coberto com uma grossa camada de tinta preta. O conselho municipal de Bristol disse que quer que o erro seja investigado e determinou a preservação de todas as obras de Banksy na cidade. Em consequencia deste engano, alguém pichou as palavras “wot no Banksy?” (que poderia ser traduzido como “o quê, sem Banksy?”) por cima da tinta preta. O mural, um dos primeiros trabalhos de Bansky, apresentava uma coleção de formas azuis, com o traço que é sua marca registrada.”
Daqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Banksy
Bristol tornou-se muito simplesmente num pólo de atracção turística porque é a terra do Banksy
O RR é o que é.
Mas se esquecermos a ínfima minoria daqueles que pintam em paredes que não lhes pertencem e que, ao mesmo tempo, têm alguma qualidade (os quais eu desculparia de bom grado), ficamos com o raio das tags e das fontes de letras gordas. É árido, repetitivo, pouco original e desinteressante, não tem nada a ver com arte. Não deve ser permitido. (E não esquecer que pintam comboios!!!)