Afinal parece que o sempre houve pressões. Claro que ainda falta uma decisão, e os recursos, e patati patatá. Mas alguma coisa no caso Freeport funcionou.
Os senhores e senhoras que defenderam com unhas dentes e outros órgãos Lopes da Mota, vociferando que se estava a pôr em causa o bom nome da pátria, e que tudo não passara de um almoço, agora digam lá: enganei-me. Não vão dizer nada, aposto. Os camaradas têm sempre razão, não é?






Este caso pode ser giro. Se é inocente os dois magistrados que se queixaram são mentirosos; se é culpado temos um magistrado socialista que se dá ao papel de “go-betweene”, que já fez com a Faitnha de Felgueiras…