Casa Pia

É inacreditável como este governo, este PS e esta Justiça se conseguem aguentar sobre todo o monte de esterco onde assentam os pés! A gente costuma dizer, em momentos menos bons, que a vida é uma merda. Para o governo, o PS e a justiça, isso seria uma expressão sem qualquer significado pejorativo, e com carácter de uma incrível redundância, dado que, na fossa em que larvam, merda seria uma espécie de aletria.

Comments

  1. Carlos Loures says:

    Vê lá se é este, Adão. Se é, podes modificar o primeiro parágrafo.


  2. obrigasíssimo, Carlos

  3. Carlos Loures says:

    O Pedro Namora, desde o princípio do processo, parece ser uma das vozes mais esclarecidas que têm intervindo. O que aqui diz, confirma tudo o que é legítimo deduzir – o poder político não tem interesse em clarificar – está a funcionar como uma cortina de nevoeiro entre a verdade e a opinião pública. Não se torna difícil perceber porquê.


  4. Carlos, o que é terrível é que não só está a funcionar como cortina de nevoeiro entre a verdade e a opinião pública, como esteve e continua a estar a fabricar intensiva e ostensivamente o nevoeiro para que se esconda a verdade e vença a mentira. Que é que se pode esperar de gente desta, sem a mais pequena centelha de dignidade humana? Como diz Namora, desde o Mário Soares e Manuel Alegre (imaginem!) aos mais novos. Isto leva-me a pensar que todos os outros nomes, alguns, alto lá com eles! ventilados no processo Casa Pia, e que, Ai Jesus! nem pensar! Nem pensar, o caraças! Com esta gente pensamos tudo, até aquilo que eles julgam que a gente não pensa. Não merecem o mais pequeno crédito, por mais seriedade que consigam emprestar à puta da cara.


  5. Parabéns pelo post.
    Vou reproduzir este vídeo no 5dias.
    Esta entrevista data de quando exactamente?
    Novembro?
    Dezembro?


  6. Não sei, Carlos Vidal. Apenas o encontrei na net.

  7. Carlos Loures says:

    Acho que é de 25 de Novembro de 2009.

Trackbacks


  1. […] De um telejornal da SIC, em forma de balanço, fala agora Pedro Namora. E o que diz é para reter! (para a estória e a história registarem.) (Via Aventar) […]

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