Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Então o dia do pai é igual ao dia da mulher…
Claro que sim, Luís. A proliferação de dias de… faz com que todos sejam iguais ( e quase iguais a nada ). É tb. por isso que o que se disse sobre o dia da mulher ( repara que uso minúsculas ) é praticamente inócuo. Vê lá se elas se sentiram usadas ou se não tiveram humor suficiente para dar a volta por cima. Como se as mulheres (ou os pais) precisassem de um dia para serem orgulhosamente o que são. Ou como se se impedissem, por puro preconceito, de participar em meras celebrações simbólicas e fazer disso uma afirmação “post-dia”.
Eu acho piada ao dia disto e ao dia daquilo…
Ao contrário do Pedro acho que assim os dias são diferentes.
Vejamos alguns exemplos:
a)dia dos namorados, as pessoas normais, namoram mais nesse dia, tratam-se bem, oferecem flores, vão jantar fora e fazem amor..
b)dia da mãe, as pessoas normais,namoram mais nesse dia, tratam-se bem, oferecem flores, vão jantar fora e fazem amor..
c)dia do pai, as pessoas normais, namoram mais nesse dia, tratam-se bem, oferecem flores, vão jantar fora e fazem amor..
d)dia das bruxas, as pessoas normais, namoram mais nesse dia, tratam-se bem, mascaram-se, vão jantar fora, bebem uns copos e fazem amor..
e)dia da mulher, as pessoas normais,namoram mais nesse dia, tratam-se bem, oferecem flores, vão jantar fora e fazem amor..
E assim por diante…
Imaginem que não havia dia disto e dia daquilo, era uma chatice.
Mas pelo menos não inventaram o dia do filho … porque esse é todos os dias do ano
Maria, o dia do filho claro que é todos os dias. Mas também não se perdia nada que houvesse um dia do filho. Nesse dia, os pais normais, não batiam nos filhos, ajudavam os filhos nos trabalhos de casa, não os empurravam para a playstation para poder ver TV e beber cerveja á vontade, riam-se com eles, ouviam-nos com atenção e davam-lhes carinho.
Estes dias foram criados para as pessoas normais, que são, no minimo, 80% dos portugueses. Eu não me identifico com as pessoas normais e tenho a certeza que a Maria também não.