Valter Lemos: o circo é o pão

Valter Lemos, folgazão emérito e cultor do pensamento positivo, congratula-se com a estabilização dos números do desemprego. A constante boa disposição manifestada pelo Secretário de Estado do Emprego valeu-lhe convites para comentar a situação na Líbia, tendo o incurável pândego garantido que a mortandade é má, mas tem tendência a não aumentar, “especialmente porque, quantos mais morrem menos há para morrer.” acrescentou.

Ana Jorge, a Ministra da Saúde, também terá pedido ao jovial governante que passe pelas enfermarias dos politraumatizados a fim de os animar com as suas larachas e o chistoso político não se fez de rogado, tentando demonstrar-lhes que tiveram muita sorte em não partir a falangeta que lhes sobrou dos acidentes de mota. Infelizmente, um doente mal-humorado, tentou morder o prazenteiro e incompreendido estadista: “Só não lhe dei uma cabeçada porque tive um traumatismo craniano.”

O bem-disposto penamacorense ainda chegou a pedir ao Primeiro-Ministro que lhe fosse fornecido um nariz vermelho, mas José Sócrates ter-lhe-á dito que Mário Lino tinha ficado com o último.

Comments

  1. António Fernando Nabais says:

    Teresa, tento na língua é demasiado. O homem devia era estar calado e calado devia ter estado sempre. Execrável seria elogioso.

  2. L Vieira says:

    este homem devia ser ministro! Era uma alegria cada vez que abrisse a boca!


  3. Esta personagem é o típico lacaio do partido chuchialista, que na sombra está ao serviço de si próprio, mero reprodutor daquilo que o partido quer que se diga, sem vontade, sem ideias próprias e sinistro representante do travestissement da política nacional.

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