O TGV descarrilou

Há, em tudo isto – um troço em andamento, outro suspenso, indemnizações a pagar, teimosia até ao precipício, avanços e recuos, fugas em frente, etc. – um amadorismo, uma falta de sentido de estado, um desgoverno, um malbaratamento do dinheiro público, um desprezo pela verdade, uma insistência nas aparências – não é por acaso esta suspensão hoje, com o “líder” incontestado reconfirmado ontem e o FMI a aterrar na Portela em breve – que faz doer a alma e desejar ter nascido noutro sítio.

O TGV descarrilou a alta velocidade, como se estava mesmo a ver. E quem era o maquinista? José Sócrates, por supuesto, o homem que diz hoje o contrário do que vai dizer amanhã, sempre com 100% de certezas. Praticamente a mesma percentagem que teve no congresso do PS.

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