O mundo das crianças V – os problemas que as guerras europeias causam no Chile

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Puerto Varas - Colónia Alemã Sul do Chile

Parte de um capítulo do livro que escrevo para Aventar

A guerra civil espanhola foi um preambulo instigado pelo mais sanguinário ditador do mundo, o criador do genocídio para ocultar crimes de guerra, à maneira de Franco. A diferença estava em que o ditador da Espanha não queimava aos seus prisioneiros: os enterrava vivos. Genocídio e morte em vida, eram praticamente o mesmo crime. O ditador alemão, austríaco de nascimento e registo, como todo o mundo sabe, era filho de um trabalhador alfandegário. Líder político alemão nasceu a 20 de Abril de 1889, na cidade austríaca de Braunnau, filho de Alois Hitler e Klara Pölzl. . Responsável por um dos maiores genocídios da História, desencadeador da 2.ª Guerra Mundial (1939-1945) e mandante do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus. Sem concluir os estudos de segundo grau em Linz, mudou-se para Viena (1908), onde o sonho de se tornar pintor foi truncado quando não conseguiu ingressar na Academia de Belas-Artes. Em 1913, muda-se para Munique, Alemanha, fugindo do alistamento no Exército de seu país. Com o início da 1.ª Guerra Mundial, em 1914, alista-se no Exército alemão como voluntário. Ferido em combate, recebe a condecoração da Cruz de Ferro. Em 1919, filia-se ao Partido Operário Alemão (DAP), rebaptizado em 1920 como Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) e apelidado de “nazi”. No ano seguinte, passa a chefiar o partido. Preso em 1923, após uma tentativa de golpe de Estado – o Putsch de Munique –, escreve o livro Mein Kampf , que me português significa “Minha Luta”. Suas ideias se baseiam no nacionalismo, no anticomunismo, no anti-semitismo e na crença na superioridade da raça ariana. Seu objectivo é construir um novo Estado (3º Reich) capaz de promover a autonomia económica da Alemanha, libertando-a do Tratado de Versalhes. Em 1930, torna-se cidadão alemão. Assume o poder como chanceler em 1933. Bane partidos políticos, prende opositores, reintroduz o serviço militar obrigatório e dá início à expansão militarista alemã. Ordena a invasão da Polónia em 1939, provocando a 2.ª Guerra Mundial. Manda judeus para campos de concentração e anexa vários países da Europa. Derrotado, em Abril de 1945, com as tropas soviéticas cercando Berlim, suicida-se no bunker da chancelaria

Exército de seu país. Com o início da 1.ª Guerra Mundial, em 1914, alista-se no Exército alemão como voluntário. Ferido em combate, recebe a condecoração da Cruz de Ferro. Em 1919, filia-se ao Partido Operário Alemão (DAP), rebaptizado em 1920 como Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) e apelidado de “nazi”. No ano seguinte, passa a chefiar o partido. Preso em 1923, após uma tentativa de golpe de Estado – o Putsch de Munique –, escreve o livro Mein Kampf , que me português significa “Minha Luta”. Suas ideias se baseiam no nacionalismo, no anticomunismo, no anti-semitismo e na crença na superioridade da raça ariana. Seu objectivo é construir um novo Estado (3º Reich) capaz de promover a autonomia económica da Alemanha, libertando-a do Tratado de Versalhes. Em 1930, torna-se cidadão alemão. Assume o poder como chanceler em 1933. Bane partidos políticos, prende opositores, reintroduz o serviço militar obrigatório e dá início à expansão militarista alemã. Ordena a invasão da Polónia em 1939, provocando a 2.ª Guerra Mundial. Manda judeus para campos de concentração e anexa vários países da Europa. Derrotado, em Abril de 1945, com as tropas soviéticas cercando Berlim, suicida-se no bunker da chancelaria

O nazismo, conhecido oficialmente na Alemanha como nacional-socialismo[1][2][3][4] (em alemão: Nationalsozialismus), é a ideologia praticada pelo Partido Nazista da Alemanha, formulada por Adolf Hitler, e adoptada pelo governo da Alemanha de 1933 a 1945, e esse período ficou conhecido como Alemanha Nazista ou Terceiro Reich.[5][6][7][8]

No Brasil, como em vários outros países, a apologia ao nazismo é capitulada em lei como crime inalcançável.

O nazismo é frequentemente considerado por estudiosos como uma derivação do Fascismo. Mesmo incorporando elementos tanto da direita política quanto da esquerda política, o nazismo é considerado de extrema direita.[9] Os nazistas foram um dos vários grupos históricos que utilizaram o termo nacional-socialismo para descrever a si mesmos, e na década de 1920, tornaram-se o maior grupo da Alemanha. O Partido Nazista apresentou seus ideais no programa de 25 pontos do Nacional Socialista em 1920. Entre os elementos-chave do nazismo, há o anti-parlamentarismo, o pangermanismo, o racismo, o coletivismo,[10][11], a eugenia, o antissemitismo, o anticomunismo, o totalitarismo e a oposição ao liberalismo econômico e político.[11][12][13]

Na década de 1930, o nazismo não era um movimento monolítico, mas sim uma combinação de várias ideologias e filosofias centradas principalmente no nacionalismo, no anticomunismo e no tradicionalismo. Alguns grupos, como strasserismo, faziam inicialmente parte do movimento nazista. Uma de suas motivações foi a insatisfação com o Tratado de Versalhes, que era entendido como uma conspiração judaicacomunista para humilhar a Alemanha no final da Primeira Guerra Mundial. Os males da Alemanha pós-guerra foram críticos para a formação da ideologia e suas críticas à República de Weimar pós-guerra. O Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha em 1933.

Em resposta à instabilidade criada pela Grande Depressão, os nazistas procuraram um terceiro jeito de gerir a economia do seu país, sem que tenha ideais comunistas ou capitalistas[14][15] O governo nazista efectivamente acabou em 7 de Maio de 1945, no Dia V-E, quando os nazistas incondicionalmente renderam-se às potências Aliadas, que tomaram a administração da Alemanha até que o país formasse o seu próprio governo democrático.

O fascismo é uma corrente prática da política que ocorreu na Itália, opondo-se aos diversos liberalismos, socialismos e democracias. Surgiu no período entre guerras, e abriu caminhos para o surgimento de outros movimentos e regimes de extrema-direita.

A palavra fascismo com o tempo foi associada a qualquer sistema de governo que, de maneira semelhante ao de Benito Mussolini, exalta os homens e usa modernas técnicas de propaganda e censura, fazendo uma severa arrecadação economiza, social e cultural, sustentando-se no nacionalismo e em alguns casos até na xenofobia, privilegiando os nascidos no próprio país, apresentando uma certa apatia ou indiferença para com os imigrantes.

Benito Mussolini, professor primário e mais tarde jornalista, fundou o Partido Nacional Fascista, originário de um movimento paramilitar que ele mesmo criara para combater as agitações e as greves organizadas por outros socialistas e movimentos de esquerda. O Fascio di Combatimento, ou Esquadra de Combate, que deu origem ao fascismo, buscou seu nome na expressão fascio, que significa feixe de varas. O feixe de varas, simbolizando união e força, vem do latim fesce, um feixe de varas que, junto com uma machadinha, era levado pelo litor, uma espécie de oficial de justiça que, na Roma Antiga, seguia os magistrados para executar as decisões da justiça, com poderes para coagir, incluindo a aplicação de castigos físicos.

O fascismo italiano assumiu que a natureza do Estado é superior à soma dos indivíduos que o compõem e que eles existem para o Estado, em vez de o Estado existir para os servir. Todos os assuntos dos indivíduos são assuntos do Estado.

O fascismo tinha como principais características: o totalitarismo, a liderança carismática, o corporativismo, o nacionalismo, o militarismo, o expansionismo e o companheirismo entre os fascistas.

No totalitarismo, as liberdades do indivíduo eram suprimidas e o povo era subordinado ao poder sem limites do Estado. Na liderança carismática, os fascistas demonstravam muita importância à personalidade. O corporativismo substituía os órgãos representativos como sindicatos, pelos corporativos, comandados por representantes dos empresários, dos trabalhadores e reuniam-se para dirigir e planejar a economia. O nacionalismo afirmava que a nação era a forma suprema de desenvolver as comunidades humanas. O militarismo tinha na guerra um tipo de selecção dos mais fortes e capazes e um instrumento de fortalecimento e e regeneração dos povos. O expansionismo tinha como ideia principal a conquista territorial e o domínio de outros povos ditos “inferiores”.

Falange Espanhola é o partido político de índole Fascista legalmente reconhecido durante a ditadura de Francisco Franco, na Espanha.

Fundada por José Antonio Primo de Rivera, em 1933, a Falange aliou-se às forças nacionalistas de Franco durante a Guerra Civil Espanhola (1936 – 9), que depôs o governo republicano de cunho socialista. Franco assumiu o controlo do partido em 1937. O governo democrático instituído após a morte de Franco declarou-a ilegal em 1977, mas ainda está em actividade.

Esta síntese da história dos grupos políticos ditatoriais permitem entender o perigo que o mundo teve, caso estas doutrinas totalitárias tivessem avançado e ganho as várias guerras lutadas entre o começo do fascismo e a queda do nazismo. A nossa grande sorte foi a aliança dos países democratas. A defesa contra o totalitarismo nasce pela feroz batalha entre a França e a Grã-Bretanha contra os ditadores nazis e fascistas. O nazi era Hitler que assinou um pacto de não agressão com a União Soviética, o nome da Rússia nesses tempos França rendeu-se em 1939, por meio dum pacto assinado em Vichy, que estabelecia a divisão do país entre a parte governada pelos alemães, e a parte livre, o Governo de Vichy, tutelada, no entanto pelos alemães e usando comportamentos fadistas contra a população denominada livre, que de democracia nada tinha.

Estes são os elementos teóricos que definem a guerra europeia que também recai no Sul do Mundo. Bem sabemos que a Falange espanhola era um grupo activo e tinham suficiente dinheiro para a propaganda em prol da Monarquia e contra a República. Mas não apenas os espanhóis estavam divididos, também o dos outros países que entraram na guerra. O Sul do Chile, especialmente as cidades e a ruralidade de Puerto Montt e Llanquihue, especialmente Puerto Varas, reconstruída e refeita pelos alemães para se sentir em casa  Todas elas estavam habitadas por uma extensa povoação de alemães e italianos. Tinham sido convidados ao Chile pelo Presidente da República Mauel Montt primeiro e pelo Ministro do Partido Liberal, liberal, Domingo Santa Maria,[1] nos tempos em que era Ministro de Hacienda do Presidente Manuel Montt[2]. A imigração começou em 1848, época em que na Europa reajustava os limites dos ducados e principados e monarquias para converter todos eles num grande Estado, agrupados por nacionalidades.

A ideia de convidar grupos colonizadores, foi de Manuel Bulnes[3], quando era Presidente do Chile entre 1841 a 1851. Os partidos políticos do Chile ainda não estavam formados: havia os realistas, que queriam a Monarquia Espanhola tornar a governar ao Chile; e os republicanos, entre os que se contava a o herói das guerras do Chile, Manuel Bulnes, de corte conservador. Pensava que na Europa havia muita gente e viviam em países estreitos. O Chile tinha muita terra e poucos habitantes. Foi assim que pensou e começou a convidar colonizadores alemães para influenciar a cultura da parte Sul do Chile. O Sul tinha um ambiente geográfico muito semelhante ao clima dos colonizadores alemães e se adaptaram bem. O problema era que fechava-se em cidades construídas por eles e deprecavam aos chilenos, que eram denominados de ma catadura, por outros palavras, mal criados, analfabetos e preguiçosos para trabalhar. Foi pelo menos o que me foi dito por uma família alemã que viviam de alugar quartos na parte rural de Puerto Varas. Não aceitei o repto e a minha mulher e eu, abandonamos a casa a seguir o pequeno-almoço. As dificuldades dos chilenos com os europeus tinham começado bem antes das guerras europeias do Século XX que danificaram as relações chilenas com as colónias ai instaladas.

Era evidente que os comportamentos e hábitos eram diferentes: Europa tinha milhares de anos de hábitos e costumas, que denominamos cultura. O Chile era um país novo, colonizado pela coroa espanhola, que tratava mal aos aborígenes: sempre em luta com eles, a matar nativos para fundar cidades, a violar para satisfazer a sua luxúria, a se apropriar das terras que não eram deles, eram da nação Mapuche que habitava no Chile, escravizando-a e acorrentando-a, para ter servidumbre gratuita e impedida de fugir. Eram os nativos os que sabiam como tratar a terra, semear batatas, tratar do milho e das ovelhas, guanacos e vicunhas, eram o manual de agricultura dos invasores, até eles, pelo sentido da imitação, aprenderam estes trabalhos, em quanto os acorrentados iam ficando mais habituados a serem submissos, obedientes, e a pensar como os invasores por serem catequizados. Os baptizados começaram a aparecer e os sitio onde moravam os invadidos, eram chamados doutrinas. A sorte dos nativos foi que os que ensinavam, eram os jesuítas. Estes sacerdotes tiveram a inteligência de aprender a língua deles, os seus costumes e, passado o tempo de aprendizado dos Padres, é que ensinavam, sem forçar nem escravizar, a doutrina cristã que eles praticavam e partilhavam com os nativos. Houve conversões das divindades Mapuche para a divindade dos seus amigos jesuítas. Tive a grande sorte de encontrar, no sítio em que eu pesquisava, de encontrar livros escritos e impressos, de como é que era essa forma de doutrinação, como relato em outros livros escritos por mim. Ainda estão comigo. Por ser pessoas com comportamento cristão, a relação entre colonizados e sacerdotes, era amiga, serena e de trato amável. Fundaram as Missões, que era a casa do povo, comiam juntos, oravam, tornavam ao trabalho e a colheita era para eles e não para os cristãos ávidos de riquezas, esses que guardavam a colheita para eles e, a seguir, os fechavam em casas tipo cadeias. Não tinham um minuto de descanso, nem aos Domingos porque, como não eram cristãos, não tinham divindade para venerar. Esses espanhóis não entendiam que os Mapuche, especialmente o clã Picunche que tenho estudado ao longo de anos, tinham uma divindade para as actividades, outra para as árvores ou para toda actividade que empreenderam, sendo Ngünechen a divindade mais importante, em conjunto com Pillán, a divindade das árvores e doas matos.

Se Bulnes[4] importou europeus, era para fazer do Chile um país com centenas de anos de cultura. A verdade era outra, mas como bom conservador, quis ignora-la.

A verdade era a citada antes: Chile era um país de mestiços, mas no seu conservadorismo, o quis ignorar e pensar melhor que era um país europeu. Para que for possível, era necessário trazer colonos europeus que, como referi mais acima, sentiam desapreço por nós. Não podiam sentir vergonha dos seus protectores. Havia produção de açúcar e outros bens, que tinham um arancel especial para os novos colonos.

Esses novos colonos causaram uma guerra dentro de outra guerra e longe do sítio onde ela acontecia. Entre esses colonos, havia uma imensidão de alemães que foram chamados à sua pátria pelo ditador da Alemanha. E lá foram todos. Como está retratado no livro de Vicente Blanco  Ibañez: Os Quatro ginetes do Apocalipses[5]Com a guerra vêm a morte, a fome e a peste, Os quatro ginetes do Apocalipse, título do romance que culminará o seu grande sucesso como filme.

Retrata com minuciosidade como foi a guerra, a defesa dos cidadãos, especialmente a resistência francesa, sem a qual esse Estado nunca teria sido livre. Foi dos franceses que os outros países aliados contra o ditador alemão, aprenderam a comunicar-se em símbolos, juntando as frases a uma certa hora da noite, frases repetidas, com um significado sobre o que fazer. Nem todos eram admitidos no grupo da resistência. Era necessário passar muitas provas para convencer de se ser patriota.

Era o meu romance preferido, que consegui ler uma e outra vez, hábito derivado da Mulher do Engenheiro. A Mulher do Engenheiro estava temida. O único amor da sua vida andava a navegar por águas perigosas, infectadas de minas e de rédeas de metal caça submarinos. Para provar que não havia medo na sua alma, comprou e leu do começo até o fim, o livro do Hitler[6] A minha luta que, como nós limos Blasco Ibáñez do como começo ao fim, ele leu o livro do ditador com entusiasmo pelas palavras ensurdecidas que o jovem de 20 anos, Chanceler Alemão mais tarde e que teve ao mundo a beira do abismo pelos seus ideias exprimidos no livro mencionado, publicado em dois volumes. O Engenheiro tenta mostrar a sua mulher, que o fascismo e o franquismo eram mais daninhos e perigosos, que as ideas nazi exprimidas pelo genocídio alemão do ditador. Mas, o medo da mulher eram tão grandes, que não ficava convicta e temia pela vida do seu homem e pais dos seus filhos. Não leu o livro, foi- lhe explicado pelo Engenheiro.

No se engane o leitor. As palavras que seguem não são uma alegoria ao livro, bem ao contrário, é a melhor maneira de desdenhar o nazismo: Minha Luta (Mein Kampf) foi a melhor obra já escrita contra o nazismo. Já se escreveram livros, artigos, crónicas; fizeram-se filmes, peças de teatro. Por mais que demonstrassem o totalitarismo, a crueldade e a desfaçatez daquele regime, nada conseguiu superar o original.
A comunidade judaica, pelo menos alguns de seus sectores, batalham por proibir a divulgação do livro. Não entendo. Quanto mais se conhecer, maior se tornará o repúdio e aversão.
É certo que os filhos de Israel foram perseguidos, mas não só. Também o foram os negros, os eslavos, membros das “Resistências”, maçons, todos originários de qualquer raça que não fossem considerados “arianos”. Em suma, perseguiu-se tantos quanto se opuseram aos planos megalomaníacos do pequeno austríaco que resolveu tornar-se rei do universo.
Certa vez perguntei a um ex-capitão do exército mecanizado nazista: “Como foi possível que um dos povos mais cultos da Europa apoiasse um projecto neurótico e genocida como o dos nazis?” Respondeu-me, com certa simplicidade: “Perdêramos a I Grande Guerra, engenheiros, médicos e tantos reviravam latas de lixo para encontrar comida, os judeus, comerciantes em sua maioria, expunham suas mercadorias sugerindo serem beneficiados pela situação, era solo fértil para as pregações anti-semitas


[1] Domingo Santa María González (Santiago, 4 de agosto de 1824 – † Santiago, 16 de junio de 1889) fue un abogado y político chileno, que ejerció como Presidente de Chile entre 1881 y 1886.

[2] Manuel Francisco Antonio Julián Montt Torres ( * Petorca, Región de Valparaíso, Chile, 4 de septiembre de 1809 — † Santiago, Chile, 21 de septiembre de 1880)[1] fue el Presidente de Chile entre 1851 y 1856, siendo reelegido inmediatamente por un segundo periodo entre 1856 y 1861. Perteneció a la emblemática familia Montt. Los Montt son una familia chilena, la cual ha dado académicos, políticos entre otras facetas de desempeños al desarrollo del país, tres de cuyos miembros fueron presidentes de Chile.

[3] Manuel Bulnes Prieto (Concepción, Chile, 25 de Dezembro de 1799Santiago, Chile, 18 de Outubro de 1866) foi um militar e político chileno, presidente desse país entre 1841 e 1851.

Participou na guerra para independência da Espanha, lutando inclusive contra seu pai, que estava no grupo realista. Posteriormente, participou nas campanhas militares contra bandidos.

Participou em 1829 em uma revolução contra o governo liberal e posteriormente na guerra contra a Confederação Peru-Boliviana, vencendo as tropas de Andrés de Santa Cruz na batalha de Yungay em 20 de Janeiro de 1839, depois do qual, foi recebido no Chile como herói.

Foi nomeado ministro pelo presidente José Joaquín Prieto, e logo em seguida, foi candidato a presidência nas eleições de 1841.

[4]A maior parte da população chilena está concentrada na faixa central do país, só na região metropolitana de Santiago, há mais de 5 milhões de habitantes, quase 40% da população do Chile. Ali, a densidade demográfica é de 336 hab/km².

A população do Chile é amplamente mestiça, formada pela mistura racial dos conquistadores espanhóis e dos povos indígenas, fato que ocorreu durante o século XVII. A esta mistura foi adicionada uma maior quantidade de sangue espanhol, na medida em que o fluxo migratório de espanhóis aumentava e os índios eram mortos, durante a colonização. A população indígena do Chile (aproximadamente 5%) é formada de mapuches (aproximadamente um milhão, no sul do país), aymaras, atacamenhos, kwashkar e yaganes (em ilhas do extremo sul) e rapa nuí (estes, na Ilha de Páscoa).

Alguns grupos de europeus chegaram ao Chile para se estabelecer nas regiões portuárias e aos extremos sul e norte, durante os séculos XIX e XX, entre eles, iugoslavos, franceses, ingleses, irlandeses e italianos.

Em 1848 o governo chileno patrocinou a colonização alemã, a fim de povoar a região sul do país, à medida que o tempo passava, a presença alemã influenciou a cultura no sul do Chile, principalmente nas cidades de Valdívia, Osorno e Llanquihue. Deve-se destacar também a presença da colônia palestina, a mais numerosa desta origem fora do mundo árabe.

Historicamente, os principais grupos de imigrantes correspondem àqueles que vêm dos países que fazem fronteira com o Chile. A colônia peruana é a maior, seguida da argentina. Um dos principais fatores que tem produzido esta imigração foi o importante crescimento da economia chilena, durante as últimas décadas. Da mesma forma, a imigração de outros países latino-americanos tem também sido de grande importância.

[6] Hitler, Adolf, 1925: Mein Kempf, Editora Eher Verlag Escriro aos 36 anos.O texto pode ser lido em:

http://radioislam.org/historia/hitler/mkampf/por/por.htm

Comments

  1. Jacob Levi says:

    Quase que poderia dizer que é graças a Hitler que eu sou Português. No entanto, por muito que eu goste de ser Português, não lhe agradeço nem isso nem os motivos que levaram a minha família a Portugal. Agradeço, sim, ao governo de Salazar que arranjou forma de cuidar da minha família e de tantas outras na colónia de férias da Figueira da Foz, entre outras muitas espalhadas pelo país, que lhes permitiu arranjar trabalho apesar de serem exilados e no final da guerra lhes permitiu permanecer em Portugal. Entre Hitler e Salazar um mundo de diferença: o primeiro tinha uma ideologia que lhe toldava a moral, o segundo tinha moral acima de tudo; o primeiro tinha a força das armas, o segundo a força da razão; o primeiro lançou os Alemães na guerra, o segundo salvou os Portugueses da guerra. Quando vejo os Portugueses de sangue colocarem o regime político de Salazar na mesma “família” do regime político de Hitler aponto-lhes as diferenças abissais entre os dois homens e os dois regimes.

    • Raul Iturra says:

      Agradeço o seu comentário do fundo fo meu cotação. Chile era denominado a Prússia de América do Sul. ERA MUITO NAZI, A OLIGARQUIA, NÃO O O POVO.
      Agradece Raúl Iturra
      lautaro@netcabo.pt

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