Exclusão, JÁ!

Falazes, Embusteiros, Mentirosos, Trambiqueiros, Trapaceiros, Injustos, Amorais, Indignos e outras coisas Piores

Esta notícia vinda a público sobre o copianço que os futuros juízes fizeram, em conjunto, num exame indicia muito do que vai mal no nosso País.

Portugal é hoje e cada vez mais, um País dirigido por gentes que nos têm demonstrado e ensinado a sermos, amorais, trapaceiros e mentirosos, com evidentes resultados económicos positivos para quem assim actuar.

Para estes senhores (?) os fins justificaram os meios, e não abona nada de bom para nós, comum dos mortais, se um dia estivermos perante qualquer um deles numa sala de tribunal.
Já não nos basta podermos vir a ser julgados por alguém que da experiência da vida tem quase nada, por alguém que por ventura ainda vive com os papás, por um qualquer imberbe saído há pouco de debaixo das saias da mamã, teremos agora a possibilidade de podermos vir a ser julgados por alguém cuja capacidade crítica, preparação teórica, pensamento jurídico aprofundado, tecnologia judiciária, conhecimentos sobre a relação do direito com o facto concreto, e poder de decisão, estão coarctados pela falta de moral, embuste, trapaça e mentira, de que hoje estão a dar nota pública.
A bem de Portugal e dos Portugueses, estes senhores (?) deveriam ser sumariamente impedidos pelo CEJ (Centro de Estudos Judiciários) de poderem vir a ser juízes, devendo eventualmente enveredar por uma outra carreira onde as suas capacidades possam vir a ser aproveitadas.

O Iraque explicado aos ingénuos

Documentário “Let’s make money” – Ex-assassino económico John Perkins

Disponível  aqui.   via spectrum

Às vezes não parece, mas estamos todos no mesmo barco

Arca de Noé

 

Presidente do Eurogrupo propõe ajuda à Grécia vinda do orçamento da UE

Mais uma moedinha, mais uma voltinha…

As próximas acampadas são em:

AngraRock 2011 (Angra do Heroísmo)
Barco Rock Fest 2011 (Barco – Guimarães)
CoolJazz Fest 2011 (Cascais)
Delta Tejo 2011 (Lisboa)
Ecos da Terra 2011
Energie Music (Vilar de Mouros)
Entremuralhas 2011 (Leiria)
Festa do Avante 2011 (Amora – Seixal)
Festival Azure 2011 (Ilha Terceira – Açores)
Festival do Crato 2011    (Portalegre)
Festival Med 2011 (Loulé) [Read more…]

Avenida da Liberdade, em Lisboa, trocou os carros por canteiros

ver o vídeo

 

Uma genial acção de marketing, apesar de nada ter a ver com produção nacional e solidariedade, como defendeu Sá Fernandes, já que encontrar frutas e legumes nacionais nas lojas do Belmiro tem sido muitas vezes missão impossível e a solidariedade não precisa de galinhas e Tony Carreira na Avenida da Liberdade. Já  os produtores de leite nacionais não viram a sua autorização de manifestação concedida pelo Governo Civil para poderem distribuir o leite que, dizem eles, as grandes superfícies não lhes compram. Isto da solidariedade não nasce igual para todos. Por outro lado, finalmente percebi para que há tanta autoestrada a desembocar em Lisboa: encher a capital de porcos a troco de 100 mil euros.

Agradam-me as escolhas…

Fiquei agradavelmente surpreendido com a composição do novo governo. Há que esperar obviamente pelos secretários de Estado, para perceber o peso dos aparelhos partidários, que pode condicionar e muito, as expectativas amplamente positivas que tenho quanto aos nomes agora anunciados. Alguns críticos, certamente saudosos do ainda governo que nos deixou em estado de coma, apontam o excesso de economistas e gestores, eu diria que à partida é um facto positivo ser governado por gente que percebe o valor do dinheiro e sabe fazer contas, de malabaristas e mestres da propaganda, já tivemos em dose suficiente, com os resultados conhecidos.

Portugal tem 2 graves problemas, o peso excessivo do Estado e falta de rigor. Para resolver o primeiro é necessária vontade política do Primeiro-Ministro, mesmo que tenha de enfrentar o próprio partido, onde existe muita gente à espera que o telefone toque para ocupar um lugarzinho na administração substituindo o boy anteriormente nomeado. O facto de Vítor Gaspar e Álvaro Santos Pereira terem vindo do exterior, coloca-os em situação privilegiada para diagnosticar a situação, não é à toa que o novo ministro da Economia é um opositor declarado das PPP e TGV, que servem para arruinar as contas públicas, sem trazer benefícios ao país. De Manuel Pinho, Vieira da Silva, Mário Lino e Ca. estamos fartos, queremos gente nova, que traga ideias diferentes.  [Read more…]

Abdelkrim El Khattabi e a Guerra do Rif

“O Rif é um caldeirão a ferver. Quem puser lá a mão queima-se.”

Em 1921 o Protectorado Espanhol de Marrocos iria ser abalado por uma guerra impiedosa levada a cabo pelas tribos Rifenhas e do País Jebala e Gomara, que ficou conhecida como a Segunda Guerra do Rif.

O Exército de África e a Legião Espanhola sofreram derrotas esmagadoras e, em desespero, os espanhóis utilizaram armas químicas em grandes quantidades sobre aldeias inteiras.

Apesar da superioridade numérica e de armamento do exército de Espanha, o Protectorado esteve à beira do fim, perdendo grande parte do seu território, que em 1925 se resumiu às principais cidades.

A revolta dos guerrilheiros Rifenhos só foi esmagada em 1926, quando a França entra na guerra com uma força de 300.000 soldados comandados pelo general Pétain, que incluía tropas senegalesas e a Legião Estrangeira, que se junta aos 250.000 soldados espanhóis comandados pessoalmente pelo ditador Miguel Primo de Rivera.

Apesar da derrota dos rifenhos, os sucessos militares dos mujahidin do Rif foram decisivos na formação de uma consciência nacionalista marroquina, e deveram-se não só à coragem e determinação do povo Rifenho, como também ao génio político e militar do seu líder, um berbere oriundo da tribo dos Beni Urriaguel chamado Abdelkrim El Khattabi.

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Nuno Crato na Educação: vai dar gozo, mas não exageremos

A nomeação de Nuno Crato sem dúvida que promete um grande gozo: ver um inimigo confesso do eduquês em acção vai ser giro. O simples facto de fazer tremer os que têm disparatado mais no ensino, dos mestres do Boston aos bacharéis e licenciados em “Ciências” da Educação, passando pela maioria dos corredores do ministério, é sem dúvida uma boa notícia.

Não me chega porque ainda não sabemos quem serão os seus secretários de estado e principalmente porque a grande ameaça que paira sobre o ensino é a sua privatização, e quanto a isso os programas do PSD e do CDS não auguram nada de bom.

Veremos se, para começar, aplica a decisão parlamentar sobre a avaliação dos professores, e de imediato. Se o fizer ganha um muito apreciável estado de graça junto das escolas.

Entretanto já foi promovido a taliban por quem do ensino até as novas oportunidades para a fraude defendeu. E ainda agora começou…

Rómulo e Remo amamentados

amamentados

A CRIANÇAS CRIAM. As crianças são criadas. As crianças fundam. As crianças observam-nos. As crianças sabem de nós. Esses pequenos seres entre os 12 meses e os cinco anos, imitam-nos., e nos os observamos. Procuram em nós uma satisfação sentimental das suas emoções e colmatar os seus desejos de uma resposta simpática no difícil processo de amar. Um processo que requer um parceiro, esse processo de ida e volta, conjugado no verbo amar: de simpatia, de antipatia, com raiva, ou, simplesmente, não amar. Em síntese, uma complexidade entre as relações baseadas nas emoções, nos sentimentos e na intimidade do desejo. É esse descortinar dos nossos afectos que permite aos mais novos aprender a ser adultos, com bem ou mal-estar na cultura, como referia o nosso mestre Freud no seu texto de 1930[i], ao desenhar aberrações sexuais do seu tempo. [Read more…]

Os “malditos” Partidos

O preenchimento da agenda de plausíveis escândalos mediáticos, decerto colocará novamente em discussão, a sempre adiada questão do financiamento partidário. Numa opinião pública volúvel e receptiva a qualquer assunto que envolva os seus imaginários carrascos em questões nebulosas ou terrenos movediços, o problema em cíclica discussão, decerto despertará a atenção de muitos, envolvendo aquilo que é o móbil máximo de todas as sociedades modernas: o dinheiro.

Em Portugal, o ano de 1910 viu cair um regime de Liberdade, sob o fogo cruzado de vagos ideais sebastianistas de redenção e uma suposta e totalmente falsa questão de alegado “desvio” de fundos. Já temos essa experiência e por vezes a sociedade parece querer repeti-la.

Não existe democracia sem partidos, tenham as contradições que tiverem, aliando-se ou mosqueteando-se entre si. É um princípio aceite pela esmagadora maioria daqueles que se interessam e participam na coisa pública e tão mais verdadeira é aquela constatação, quando se conclui que mesmo os sistemas monistas ou monocromáticos, se organizam naquilo que não sendo verdadeiramente um Partido, se autodenomina como tal. É que a própria definição Partido, pressupõe indiscutivelmente a existência de um contraposto, mais ou menos hostil e de outros, talvez menos influentes, mas também decisivos na conformação de um quadro participativo, onde existe liberdade de pensamento, acção e associação.

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Os doze trabalhos de Passos*

BPN

Cavaco Silva diz que o novo Governo terá muito trabalho pela frente

 

* Os doze trabalhos de Passos são uma série de episódios ligados entre si por uma narrativa troikiana, relativa a uma penitência que terá de ser cumprida por um dos vencedores eleitorais, Passos Coelho, mais conhecido em português por Obama de Massamá.

Da forma como que são conhecidos actualmente, os trabalhos de Passos não são contados num único lugar; foram reunidos a partir de diferentes memorandos, uns em inglês, outros em português e outros, ainda, em inglês técnico. De acordo com os comentadores de domingo, não há uma maneira específica de interpretar os trabalhos; pode-se inferir apenas que seis deles passam pelo aumento de impostos, e culminaram com o esvaziamento dos bolsos. Os outros seis levam o herói a outras medidas dolorosas, quase sempre relacionadas com cortes de serviços públicos. Têm estes trabalhos objectivos superiores como por exemplo tapar os buracos resultante da nacionalização das fraudes BPN e BPP.

Uma célebre descrição dos trabalhos na arte política encontra-se assinada por um engenhoso futuro estudante de filosofia. Consiste num assim chamado “bom acordo para o país”, tão bom que acumula as qualidades de ter sido diabolizado antes de existir com o facto de não ser executado pelo respectivo mentor.

plagiado daqui e daqui

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