O mundo das crianças – a democracia do Chile – VI

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/91/MariaDelaCruz.jpg/220px-MariaDelaCruz.jpg

Maria de la CruzToledo, la primera Senadora do Chile

 O conceito democracia[1] foi criado na Grécia Clássica, com o significado de sermos todos iguais, excepto os nada possuíam como bens imóveis, Esses eram escravos até o dia de poder comprar a sua liberdade por meio de adquirir bens com o seu trabalho e pagar o devido a quem tinha sido o seu patrão. A escravidão existia desde a época do Império Romano de Rómulo e Remo, narrado por mim em capítulos anteriores. Os romanos no tomavam prisioneiros nem matavam aos derrotados: faziam deles trabalhadores grátis. Ideia que tem existido sempre nas sociedades compostas de pobres e ricos. Como era o caso do Chile.

https://i2.wp.com/www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/allendeII.jpg?w=640A República do Chile tinha sido sempre governada sido sempre governada pela oligarquia terratenente. Os ricos do Chile, eram os que governavam ou como Presidentes da República, ou como deputados ou senadores o Presidentes de Municípios. Por outras palavras, eram os que mais sabiam de leis, do Direito que organizava as nossas vidas e da gestão dos bens, bem como a relação entre pessoas e bens ou contratos. O Governo era para o povo e apenas podiam votar os que sabiam ler e escrever e tinham algumas entradas em dinheiro. Os pobres o proletariado, por outras palavras e as mulheres, não tinham esse direito. O Governo era para as denominadas pessoas de bem. O denominado Roto Chileno, o Zé Povinho português era para trabalhar, não para sufragar, conforme estava escrito ma Constituição que vigorou mais tempo no Chile. Apenas varões alfabetizados e com mais de 21 anos, tinham direito a voto. Mas um terramoto social aconteceu no Chile. Em 1920 se apresenta como candidato presidencial o advogado filho de imigrantes de italianos, Arturo Alessandri Palma. Foi eleito mas derrubado e exilado após um golpe de palácio, pelas forças armadas oligárquicas, colocado após seis meses de exílio, pelos tenentes jovens do exército.


marraqueta.png

[1] Democracia (“demo+kratos“) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), directa ou indirectamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.

  O conceito democracia[i] foi criado na Grécia Clássica, com o significado de sermos todos iguais, excepto os nada possuíam como bens imóveis, Esses eram escravos até o dia de poder comprar a sua liberdade por meio de adquirir bens com o seu trabalho e pagar o devido a quem tinha sido o seu patrão. A escravidão existia desde a época do Império Romano de Rómulo e Remo, narrado por mim em capítulos anteriores. Os romanos no tomavam prisioneiros nem matavam aos derrotados: faziam deles trabalhadores grátis. Ideia que tem existido sempre nas sociedades compostas de pobres e ricos. Como era o caso do Chile.

A República do Chile tinha sido sempre governada sido sempre governada pela oligarquia terratenente. Os ricos do Chile, eram os que governavam ou como Presidentes da República, ou como deputados ou senadores o Presidentes de Municípios. Por outras palavras, eram os que mais sabiam de leis, do Direito que organizava as nossas vidas e da gestão dos bens, bem como a relação entre pessoas e bens ou contratos. O Governo era para o povo e apenas podiam votar os que sabiam ler e escrever e tinham algumas entradas em dinheiro. Os pobres o proletariado, por outras palavras e as mulheres, não tinham esse direito. O Governo era para as denominadas pessoas de bem. O denominado Roto Chileno, o Zé Povinho português era para trabalhar, não para sufragar, conforme estava escrito ma Constituição que vigorou mais tempo no Chile. Apenas varões alfabetizados e com mais de 21 anos, tinham direito a voto. Mas um terramoto social aconteceu no Chile. Em 1920 se apresenta como candidato presidencial o advogado filho de imigrantes de italianos, Arturo Alessandri Palma. Foi eleito mas derrubado e exilado após um golpe de palácio, pelas forças armadas oligárquicas, colocado após seis meses de exílio, pelos tenentes jovens do exército. Colocou uma condição: redigir uma nova Constituição, aprovada pelo Congresso bicameral, o terceiro que se tinha organizado no mundo ocidental: Grã-Bretanha, Noruega e Chile. O do Chile, era da criação de Bernardo O´Higgins em 1818, imitação do da Grã-Bretanha, onde tinha estado a estudar por ordem paterna. A sua ideia não era apenas a do Congresso, mas também definia quem podia votar e quem não. Decretou que o sufrágio era censitário[ii] apenas os que tivessem fortuna, que fosse varão e que soubesse ler e escrever, como está definido na nota de rodapé.

Os estudos de Bernardo O´Higgins não se limitaram aos da Grã-Bretanha. Em Paris estavam Benjamim Franklin[iii], o venezuelano Francisco de Miranda e José de San Martin, todos liberais, libertadores, e a contar com a colaboração dos amigos de Franklin e os seus irmãos na maçonaria.

220px-Arturo_Alessandi_Palma_2.jpg

Francisco de Miranda[iv] foi um precursor das liberdades das colónias da hoje América Latina. Com a ajuda britânica, Miranda realizou uma invasão na Venezuela em 1806. Chegou ao porto de Coro, onde a bandeira venezuelana tricolor foi içada pela primeira vez. Entre os voluntários que serviram para esta rebelião, estava David G. Burnet, dos Estados Unidos, que seria mais tarde o presidente interino da República do Texas depois de sua separação do México em 1836. Em 19 de Abril de 1810 a Venezuela iniciou seu processo de independência, pelo qual Simón Bolívar persuadiu Miranda a voltar a sua terra natal, onde lhe fizeram general do exército revolucionário. Quando o país declarou formalmente a independência, em 5 de Julho de 1811, ele assumiu a presidência com poderes ditatoriais.

As forças espanholas contra-atacaram e Miranda, temendo uma derrota brutal e desesperada, assinou um armistício com os espanhóis em Julho de 1812. Bolívar e outros revolucionários acreditaram que sua rendição correspondia a uma traição às causas republicanas, e lhe frustraram a intenção de escapar. Entregaram Miranda ao exército real espanhol que o levou à prisão em Cádis, Espanha, onde morreu em 1816.

Mas quem mais importância teve para o Chile, foi Arturo Alessandri Palma [v]. Era o primeiro Presidente da denominada classe media Neto e filho de italianos, do projecto de imigração e Domingo Santa Maria, apenas que apareceram no Chile antes do que outros, conquistando assim melhores sítios como trabalhadores. Filho de Pedro Alessandri Vargas, quem, pela sua vez, era filho de um imigrante italiano, titiritero e de Susana Palma Guzmán. Seu pai dedicava-se as labores agrícolas da fazenda (hacienda en Castelhano de América Latina, sítio em que subsistem ainda esta grandes herdades) hacienda na que vivia e era gestor (adninistrador ou chaveiro en Castelhano). Aos doze anos de idade, ganhou uma bolsa (beca) e entrou a estudar ao Colegio Sagrados Corazones de los Padres Franceses, instituição da aristocracia chilena. O conjunto dos seus dados pessoais, mostram um rapaz pobre, a trabalhar na fazenda no verão

Começou os seus estudos para o grau de derecho, na  Universidad de Chile, instituição pública, em consequência gratuita, aos vinte anos de idade, graduando-se (titulándose en Castelhano Chileno) em 1893. Em 1891, ainda estudante, participou no jornal (diário) La Justicia, em oposição ao Presidente de turno, José Manuel Balmaceda.

O conjunto de dados da sua família e pessoais revelam que era de família pobre mas trabalhadora. No entanto, era um homem busca vidas e sabia com quem se juntava e com quem não. O seu humor era dos diabos, como me consta após observar em casa da nossa família, como tratava a sua mulher e aos seus filhos. Dona Rosa Ester, de família de prosápia, apenas sabia chorar: tinha sido educada para ser a mulher de um homem da sua classe que sabem tratar bem, com distinção e esmero.  Os seus nove filhos, eram profissionais de prestígio. No exercício da sua profissão, casa com Rosa Ester Rodríguez Velasco, têm nove filhos, entre eles, Arturo, destacado civilista, Jorge Alessandri, futuro Presidente de Chile, Fernando Alessandri, académico y futuro senador de Chile, e Hernán destacado médico. A sua mulher, a Primeira Dama do Chile por duas vezes, filha de José Antonio Rodríguez Velasco e Antonia Velasco Pérez-Cotapos, foi neta do Ministro de Hacienda (Finanças) de Bernardo O’Higgins, José Antonio Rodríguez Aldea.  Era mulherengo, bebia imenso, tratava mal aos seus filhos, para ele todos eram homossexuais, a pior injuria que se pode atribuir a um mancebo, especialmente se eram bem-criados e estudavam, pagos, nos colégio em que andara o seu pai, a minha família – foi assim que o conheci, visitava aos nossos tios avós, que deviam defender a D. Rosa Ester e aos filhos, como presenciei na minha infância e nunca esqueci. O Engenheiro e a sua mulher, nunca deram esse tratamento aos seus filhos, bem ao contrário, eram tratados com doçura e carinho e de forma especial.

Estes são os contos que a história não regista, apenas limita-se a narrar factos públicos e o cotilhão fica dentro as famílias e amigos. Para encurtar histórias que não me pertencem, apenas posso acrescentar que no cortejo fúnebre, o Engenheiro me confidenciara que o antigo Presidente tinha falecido na casa e cama de uma das suas mulheres e teve que ser levado de ambulância em silêncio e a noite, para a sua casa. Com o corpo em casa, foi anunciada a sua morte. A Dona Rosa Ester tinha já falecido em 1938, pelos maus tratos que o marido lhe oferecia. Nenhum dos filhos protegia ao pai e o culpabilizavam da morte temprana da mãe. Ele faleceu em 24 Agosto de 1950.

Duas características públicas o fizeram famoso: a redacção e promulgação da Constituição presidencialista de 1925, em que o Presidente da República tinha o direito a vetar leis que não forem convenientes para o país ou lesivas para o bem comum e as finanças da República; a outra, bem mais popular, era a de começar os seus discursos públicos com a palavra italiana: mi querida chusma. Saliento o de italiano, porque o italiano da terra do seu pai e avô era um dialecto, com um italiano mal falado, em que chusma era escumalha. Significado desconhecido pelo povo do Chile, povo que pensava ser uma palavra apenas endereçada a eles dentro da democracia que Alessandri tinha introduzido no Chile, um regime presidencial. Era um liberal de esquerda e, sabendo o que era a pobreza e viver como um pedinte, de facto, entrou muito cedo, aos 20 anos ao partido da esquerda desses tempos, o partido Liberal.

Inició su vida política en 1897, integrándose al Partido Liberal, y asumiendo como diputado por Curicó, en donde saldría reelecto por casi veinte años más.

En 1915, cuando ya presentaba sus primeras aspiraciones presidenciales, retó al senador en ejercicio por la Provincia de Tarapacá, Arturo del Río. Tras una disputada y violenta elección, Alessandri triunfó, a partir de la cual se ganó el apodo de León de Tarapacá, debido a su carisma, su popularidad en el pueblo y el gran énfasis de sus discursos.

  En 1920 se postuló a la Presidencia de la República por la Alianza Liberal, ganando por un estrecho margen a su oponente de la Coalición -llamada en esta elección Unión Nacional, al incorporar al Partido Conservador-, Luis Barros Borgoño, para el periodo 19201925. Con sus discursos a favor de la clase obrera, produjo un gran temor en los sectores más conservadores de la sociedad chilena, el cual veía sus intereses en juego. Como la oposición controlaba el Congreso Nacional, Alessandri estaba a favor de un fortalecimiento del Poder Ejecutivo, el cual carecía de peso político ante el Congreso (época parlamentarista). En Chile existía un régimen presidencial con instituciones parlamentarias muy fortalecidas, lo que llevaba a un peso mayor del congreso (en Chile nunca existió un régimen parlamentario como tal, de acuerdo a las definiciones de la ciencia política), que generaba que un alto nivel de dependencia del ejecutivo con el parlamento. Este último tenía plenos poderes, que abarcaban desde la aprobación del presupuesto (varias veces no se aprobó el presupuesto generando que decenas de miles de empleados y ministerios no recibieran recursos) hasta la destitución, después de un breve proceso, de cualquier ministro de estado. Fonte: Alas, Claudio de. 1915. Arturo Alessandri. su actuación en la vida 1869-1915. Imprenta Universitaria. Santiago.

Alessandri teve a sua primeira presidência entre 1920 e 1925, em permanente conflito com o Congresso. Procurava um poder presidencial mais forte, reformulando a Constituição. A de 1925, a Constituição Alessandri, ampliou o poder presidencial, permitindo vetar leis, devolve-las ao Congresso e só podia promulgar se o Congresso reenviava o projecto de lei ao Presidente, quem via-se obrigado a promulgar o que não queria. Os Presidentes governavam dentro de um sistema semi-parlamentar. Como referi antes, não era do agrado de Alessandri, estava atado entre a possibilidade da insistência do Parlamento para promulgar leis não convenientes a Nação e o seu direito a veto condicionado. Cansado deste sistema, não acabou o seu período e se auto exilou na Embaixada dos Estados Unidos, sítio desde el qual foi convidado a retomar a Presidência. Mas, com uma condição que ele impôs, a de mudar a Constituição, incrementando os poderes presidenciais. La Constitución de 1925 promulgada por el presidente Arturo Alessandri Palma foi a abertura da participação política popular e deu cabo da base legal do sistema que o Congresso controlava as actividades legislativas do Presidente da República. A Constituição fez incompatível o cargo de ministro com o de parlamentário, criava a aprovação automática do projecto do Executivo na redacção da  Lei do Orçamento, que inclui ingressos e gastos do Estado. O Congresso tinha um prazo, até o 31 de Dezembro para a debater. Se não a aprovava, imperava a proposta do Presidente da República. O regime semiparlamentário que tinha matado a Balmaceda, acabava. Não era necessário ser parlamentário para ser ministro, nem era preciso redigir apenas uma lei de orçamento, que atava as mãos do Presidente e do Congresso. No sistema anterior, o Executivo apresentava um projecto para debate pelos parlamentários, que podiam apresentar emendas, aprovar ou reprovar completamente a lei pela que o Estado orientava as suas actividades. Como aconteceu com Balmaceda: apresentou um projecto de orçamento, não foi aprovado e mandara que o do ano anterior tornava a imperar. Era a forma de controlar os actos do Executivo, conforme as conveniências dos parlamentários. Aliás, para ser Ministro, era preciso ser eleito deputado ou Senador, mas uma acha na fogueira das diferenças de poderes entre o Executivo e o Legislativa, ambos poderes podiam governar da mesma maneira. Presidente era um prisioneiro do Congresso…era como governavam os reis e os Primeiros-ministros de outros países. Atrevo-me a dizer que o democrático Chile ainda era uma espécie de Monarquia, no qual o Presidente era uma figura decorativa.

Com a nova Constituição, houve separação dos poderes do Estado: o Presidente governava e emitia um tipo de lei, especialmente a do orçamento, enquanto o Parlamento legislava matérias de diferente índole. Não podia preparar o orçamento, era atribuição do Senado, mas para a sua aprovação, o congresso funcionava em plenário. Os plenários do Congresso eram para matérias diferentes: conceder nacionalidade chilena aos estrangeiros notáveis, votar por causa de um candidato à Presidência não ter obtido  o número de sufrágios para assumir o cargo, declarar a guerra, como nos tempos das duas do Pacífico contra Peru e Bolívia, rejeitar uma ameaça de guerra e organizar as Forças Armadas caso houver um ataque, como com a Argentina vária vezes no Século XX.

Alessandri já podia governar em paz e se apresentou para uma segunda candidatura em 1932 até 1938. Mas o nosso político não podia estar parado. Produto da morte do senador comunista por Curicó, Talca, Linares e Maule, Amador Pairoa,  postulou-se para uma eleição senatorial complementaria, conseguindo uma  vitoria muito alta, regressando el 8 de Novembro ao Senado. En 1949 fue reelegido pero en esta ocasión por Santiago, siendo además electo presidente de esa corporación.

Ao ano seguinte, faleceu com oitenta e um anos. Ainda lembro o funeral: portentoso, imenso, multitudiniario, com Mandatários de outros países a assistir e algumas cabeças coroadas da Europa. O engenheiro e eu, assistimos, com parte dos parentes. Uma bandeira a meia haste e um crespo preto foi colocada na nossa e em todas as casas do país.

Como todo Presidente de um país em construção permanente, sendo Don Arturo um deles, teve as suas gafes. A base das suas candidaturas era a segurança social. Foi assim como ganhou o seu primeiro posto no Congresso: foi candidato a Deputado aos seus 28 anos – os livros se enganam e dizem outra idade, mas o Engenheiro e eu, amigos de família, sabíamos pela parte mais difícil do Chile, a terra do nitrato, com minas fechadas por causa da Primeira Grande Guerra, quando os alemães kaiserianos, pelas atrocidades cometidas, todas as portas foram fechadas, como as do caliche – chilenada para o nitrato de sódio, o partido Comunista com Juan Emílio Recabarren foi criado e acontecera a Matança das Minas de Nitrato de Santa Maria de Iquique, onde os grevistas, como canta Neruda esta história, foram assassinados, mais de mil homens com as suas mulheres e filhos. Todo por ordem do Presidente da Republica, compincha dos alemães, o aristocrata Pedro Montt, os dos, essa glória do Chile. Foi assim que nasceu o Partido Socialista, que passou a comunista com Recabarren, partido do cantor do assassínio de Santa Maria, Norte do Chile, Pablo Neruda, o nosso amigo mas não correligionário. Alesandri não teve medo e, apesar de já ser da aristocracia, concorreu e ganhou com mais do 60 % dos votos, ou assim dizia ele.

Mas…, sempre há uma dúvida entre os homens públicos. Alessandri, esse denominado Leão de Tarapacá por ter conquistado o sítio do eterno Deputado do Norte, Arturo del Río, Socialista, Trás una disputada e violenta eleição Alessandri triunfou, a partir do qual ganhou o ápodo de León de Tarapacá, devido ao seu carisma, a sua popularidade entre o povo e a grade ênfase dos seus discursos seus discursos, no meio de greves e matanças de operários, tinha por base a segurança social, pela qual sempre lutou. Não era estranho: era um homem político. Iniciou a sua vida política en 1897, integrando-se ao Partido Liberal, assumindo como deputado por Curicó, onde seria reeleito por quase vinte anos mais. Mas a sua luta pelo seguro obreiro, o levara, na sua fúria, a matar estudantes rebeldes que tinham procurado refúgio nas escadas do prédio do seguro obreiro. Grande contradição!

A Matanza del Seguro Obrero foi uma massacre de carácter político contra membros golpistas do partido Nacional Socialista pro-ibañistas ocorrida no Chile a 5 de Setembro de 1938 durante o governo de Arturo Alessandri Palma. Desde o día 2 de Setembro, tinham reunido os jovens nazis Orlando Latorre, Ricardo White e Mario Perreta entre outros, na casa de Oscar Jiménez Pinochet, para planificar um intento de alçamento que devia ter lugar a 5 desse mes, no dia a seguir da marcha, tomando vantagem da vinda massiva de camaradas desde províncias para participar dol acto.

O chefe do movimento chileno, Jorge González von Marées, esperava que com o grupo de Nacional Socialistas, começa-se a activar uma progressão de alçamentos até atingir aos pensados elementos ibañistas das Fuerzas Armadas, por efecto dominó, tirando proveito também do grande descontentamento popular contra o governo de Alessandri. Na Segunda Feira 5 de septiembre de 1938 . perto do meiodia, trinta e dois jovens nazis, sob o mando Gerardo Gallmeyer Klotze ( tenente das TNA) assaltaram a Caja del Seguro Obrero. Os jovens começaram a fechar a porta do prédio, apesar da luta com o porteiro do edifício. Este inconveniente não pensado antes, desataria os acontecimentos.

Arturo Alessandri Palma alertado pelos disparos da torre, observou desde La Moneda ao carabinero (guarda em Português) Salazar cair ferido pelos disparos dos nazis. “El león de Tarapacá” como era referido, estava certo que se iniciava “una revolução nazi, necessária de conjurar com rapidez e energia“, saiu ao exterior para obter informação das testemunhas dos factos. Desarmados, os golpistas capturados foram colocados contra a parede do sexto piso, todos com as mãos en alto. Um pelotão de armas começou a disparar contra eles. Os revoltosos foram massacrados. Jorge González von Marées e Oscar Pinochet se entregaram às autoridades e foram condenados a vinte anos de prisão. Até o dia de hoje não é certo de quem foi a responsabilidades. A verdade é que as forças armadas, sem ninguém as requerer, ao ver a subversão nazi, foram de imediato ao centro dos acontecimentos, Ibáñez retirou a sua candidatura para a Presidência, auto exilou-se, sendo todos estes movimentos em benefício do outro candidato, Pedro Aguirre Cerda, quem teve uma maioria absoluta nas eleições.

       A democracia conseguiu ser salva, durante os anos de Pedro Aguirre Cerda e, a seguir, por causa da morte do Presidente, abriram-se os sufrágios e foi eleito outro membro do Partido Radical, cujo objectivo era também educar ao povo. Os dois advogados e professores . Os dois faleceram no cumprimento dos seus cargos. Entre 1939 e 1949, pesar da guerra mundial, Chile manteve a sua paz e democracia. Um terceiro radical, foi eleito a seguir a morte de Ríos, denominado por todos o Presidente Traidor, um tal Gabriel González Videla .

Gabriel González Videla (La Serena, 1898Santiago do Chile, 22 de agosto de 1980) foi um político chileno.

Ingressou na carreira política em 1917 no Partido Radical. Em 1933 elegeu-se deputado e reelegeu-se em 1949. Foi embaixador do Brasil em 1942 e formou a Alianza Democrática pela presidência, formada por radicais, democratas e comunistas.

Em 1948 tomou o poder do Chile. E, depois, no ano da ditadura do presidente Augusto Pinochet, foi conselheiro de Estado.

Isto é todo o que a História fala de um traidor. Foi eleito Presidente da República, com o apoio do seu Partido Radical e do Partido Comunista. Era apenas um pobre Advogado de uma cidade Pequena, La Serena, que, como Presidente, a convertera em vila balnear – residencial. Muitos acreditaram nele, até o Senador PC, Pablo Neruda. O engenheiro votou por ele, a sua mulher não por ser estrangeira. Quem gastara uma fortuna na candidatura do Presidente Mentiroso, foi o meu sogro, o General de Aviação Raúl González Nolle. Era o tempo de ser General en Chefe da Força Aérea do Chile, criador da mesma, a partir do ramo da força aérea do Exército. Foi convidado a Alemanha para comprar aviões ao ditador nazi. Teve imenso sucesso. Voltou com glória e louvores. O Presidente Traidor, não tolerava que ninguém fosse mais do que ele. Enquanto foi eleito Presidente, de imediato enviou ao retira ao General, meu sogro, que tinha sido Edecan de Presidentes anteriores, Aguirre Cerda e Antonio Ríos e representante do Chile em vária embaixadas. Não merecia esse trato. Um dia qualquer, houve uma festa no mais famoso clube da América Latina, o da União, onde apenas podiam entrar pessoas da aristocracia. A festa era para honrar ao Presidente. Como manda o protocolo, todos estavam vestidos de obscuro, o Presidente foi anunciado, de imediato formaram-se duas filas para os cumprimentos, excepto o general, que continuou a falar com um amigo. Foi-lhe advertido que trás dele estava o Presidente, o general virou-se e disse: não vejo a ninguém. Este Presidente era pequeno, media 1 metro e cinquenta e o general, alto e esguio, de 1 metro e oitenta, olhou à distância e disse: não vejo ninguém, e continuou a sua conversa com o amigo o General e o Presidente da República.

De imediato o traidor foi-se embora, lívido de raiva e a festa não aconteceu, mas todos congratularam ao General: eram todos liberais.

Fez um pacto com os Estados Unidos, para limpar ao Chile do comunismo. Decretou a famosa Lei Maldita, baniu aos seus eleitores PC, os enviara ao exílio ao arquipélago de Juan Fernández, mas vários barcos foram afundados no meio do mar, matando cidadãos chilenos as decenas. Outros, foram despojados do seu cargo, como o Senador Pablo Neruda,quem teve que fugir do país para salvar a vida e foi recebido na Itália pela consulesa e Prémio Nobel de Literatura Gabriela Mistral, quem lhe outorgara as credenciais de que carecia na fuga precipitada Gabriela Mistral, quem na Itália escondera ao Senador Neruda

Os seus apoiantes retiraram a sua simpatia e acabou o seu governo, apenas dedicado a matar e governar com os seus rivais, o Partido Conservador. O seu governo passou sem gloria, mas com muita pena. O mulherengo Presidente. Tinha uma mulher linda, que nunca quis desempenhar o papel de Primeira Dama, e vivia sempre entre os negócio de La Serena, D, Rosa Markman de Gonzáles Videla, sempre calma, tranquila e longe do seu marido. Não merecia o trato que recebia dentro da família: A mulher que o traidor, traiu imensas vezes

Os estado unidos, após dois anos de mandato, fizeram um convénio com González, para limpar o jardim de trás. Foi assim como todo partido de esquerda ficou banida e o Partido Radical, desprestigiado. Acabou por ser um Conservador, La Serena era toda dele e não soube governar. Apenas sabia trair:. Foi o primeiro em se apresentar a ditadura chilena, quando esta quis organizar um Conselho de Estado com os antigos Presidentes. Foi o primeiro em chegar, entro mudo e saiu calado, por causa de ser o único dos quatro vivos, a aparecer. O ditador não gostou e nunca mais foi convidado. Videla na Revista Condorito, 1950

Foi o motivo que o poço traído fica-se descontente e o pró nazi Carlos Ibáñez del Campo, reformado do Exército como General en Chefe e a esconder as suas ideias nazis, organizou o seu próprio partido, o PAL, ou Partido Agrário Laborista, apresentou a sua candidatura e fez campanha , acompanhado sempre pela Senadora Maria de la Cruz, quem fazia os discursos, porque o General não sabia falar. Convidou ao Engenheiro para ser membro do seu comité de campanha e, a seguir, para ser membro do seu Gabinete. Mas o Engenheiro, quem me levava sempre as manifestações, sabia quem era quem e agradecei mas não aceitou. Símbolo do PAL era uma vassoura, para limpar as formas de governar o país Maria de la Cruz Toledo, nascida em 1912, María de la Cruz Toledo (Chimbarongo, 18 de septiembre de 1912Santiago, 1 de septiembre de 1995) fue una política chilena.

 Fue la fundadora del segundo partido femenino en Chile: el Partido Femenino de Chile (19461954). Fue una política ibañista y simpatizante justicialista, oradora de fuste, participó en la campaña presidencial de 1952 de Carlos Ibáñez del Campo.

Tuvo un programa, María de la Cruz habla, en la radio Nuevo Mundo hasta 1978. En 1953 se presentó como candidata del Ibañismo para ocupar el cupo que había quedado vacante, dejada por Ibáñez al ser elegido presidente, en la senaduría por Santiago. Fue electa con 107.585 votos sobre un total de 210.802, convirtiéndose en la primera senadora chilena. El mismo año fue inhabilitada discutiblemente por el Senado en votación de 21 a favor y 16 en contra.

Carlos Ibáñez del Campo (Linares, 3 de Novembro de 1877Santiago do Chile, em 28 de Abril de 1960) foi um político chileno, presidente de seu país por dois mandatos. O primeiro, ente 1927-1931; o segundo, este de que falamos, entre 1952 e 1958. O seu programa era acabar com as formas oligárquicas de governar e apoiar-se no povo para obter essa promessa de pão e abrigo. Quando desfilávamos para o Presidente, todos levávamos um pão, denominado marraqueta, para mostrar que tínhamos fome. Governou nos tempos em que as arcas do Estado estavam vazias e muitos oligarcas o apoiaram, por ser conveniente

El Partido Agrario Laborista (PAL) fue un partido político chileno fundado en 1945 y disuelto en 1958. Prometia trabalho,teto e pão:a famosa marraqueta que levávamos ns marchas

Fue el resultado de la fusión del Partido Agrario, la Alianza Popular Libertadora, el Movimiento Nacionalista de Chile y la Unión Nacionalista.[1] En el manifiesto de su fundación establece como finalidad de su quehacer “lograr el orden público en el país, sobre la base funcional en la que el trabajo no sólo tuviera obligaciones sino también derechos cívicos indiscutibles”.

En el año 1951 proclama la candidatura presidencial de Carlos Ibáñez del Campo, conformando luego de su triunfo en los comicios la base, junto al Partido Socialista Popular, de su primer gabinete. En 1954 comienza a declinar su influencia y se produce su primera crisis en su interior que trae la división en dos partidos que utilizan el mismo nombre. Legalmente, la denominación de Partido Agrario Laborista la mantiene el sector que se ha declarado contrario al gobierno de Ibáñez, encabezado por el senador Julio von Mühlenbrock.

En las elecciones presidenciales de 1958 se producen nuevas divisiones: el sector oficial apoya la candidatura de Eduardo Frei Montalva, en tanto los militantes de Cautín y Biobío y disidentes que formaban el Partido Agrario Laborista Recuperacionista se incorporan a la candidatura de Jorge Alessandri. En octubre de dicho año se produce la disolución del PAL al fusionarse junto con el Partido Nacional en el Partido Nacional Popular (PANAPO).

En 1961 estalla el quiebre definitivo el PANAPO, ingresando un grupo a la Democracia Cristiana, otro se fusionaba con el Partido Democrático Nacional (PADENA), que integraba el Frente de Acción Popular (FRAP) y finalmente, un tercer grupo que procura mantener la unidad original sin éxito.

En las elecciones parlamentarias de 1965, un grupo trato de rearmar el PAL bajo la denominación de Partido Democracia Agrario Laborista dejando de tener existencia legal al no conseguir representación en ninguna de las Cámaras.

Lembro-me bem, prometia pão, teto e abrigo aos trabalhadores. Por causa de não saber discursar, convidava outras pessoas, como o pró nazi da Argentina, Juan Domingo Perón, o único que aceitara o convite. Normalmente, os antigos Presidentes dos partidos que governavam, tinham como eles ao antigo Presidente, como Aguirre Cerda, doente e todo, com Antonio Rios, ou um membro de prestígio do Senado ou escritor conhecido, como fez Neruda com Recabarren, fundador do partido comunista do Chile. Com Ibáñez, ninguém queria ir…. Não tinha carisma nem era um homem lido para retirar dos livros, formas de falar. Maria de ka Cruz, foi a primeira mulher em concorrer ao Senado do Chile e quando falava, era impossível que cala-se antes de duas horas. Tinha tanto para dizer! Especialmente sobre o trato dado às mulheres no Chile.

Parece-me que isto era todo o que queria acrescentar ao capítulo VI. A democracia chilena teve paz e serenidade desde a época de Arturo Alessandri. A seguir o segundo mandato da Ibáñez, o país volta trás, aos tempos da oligarquia a governar.

Em 1960 é eleito Presidente Jorge Alessandri Rodríguez, Engenehiro, filho de Arturo Alessandri Palma. Todas as ambições do pai de trabalhar para o povo, retrocedem, a oligarquia reaparece, acaba a classe média os seus mandatos.

A seguir, a falange chilena passa a ser a Democracia Cristã, com Eduardo Frei Montalva como Presidente entre 1965-1970, com o seu lema da Reforma Agrária e casa para todos. . O natural candidato seria Radomiro Tomiç, mas um terramoto acontece no Chile. As forças de esquerda juntam-se numa colisão denominada A Unidade Popular e, a quarta vez de concorrer para a presidência do Chile, Salvador Allende, socialista ganha. O seu antecessor não queria entregar o poder, mas Radomiro Tomiç decide ir ao balcão onde discursava o ganhador, Salvador Allende, o congratula, reconhece publicamente a sua derrota e junta-se as forças vencedoras.Radomiro Tomic Romero (Calama, 7 de mayo de 1914Santiago, 3 de enero de 1992) fue un político chileno, candidato a la Presidencia de la República en la elección de 1970. Titulado de abogado de la Pontificia Universidad Católica de Chile. Inició su actividad política en los círculos socialcristianos de la UC. Fue uno de los cofundadores de la Falange Nacional (futura Democracia cristiana). Fue presidente del partido (19461947 y 19521953).

O vencedor foi Salvador Allende, que faz uma distribuição geral da riqueza por meio de reformas e requisições, até o dia que as forças armadas aliam-se contra o Presidente e o matam.

Este capítulo tem sido retirado de textos e da minha memória, porque vivi todo o narrado, tínhamos por amigos desde Arturo Alessandri Palma, até o candidato derrotado, como narro na minha autobiografia Para sempre tricinco. Allende e eu, editado em Lisboa em 2010

Sempre fui um cientista, mas a política era como a mel para as abelhas. Si Ayylvin era amigo do engenheiro, eu sou do seu filho José. Se o engenheiro era amigo de Tomiç, eu o era do seu filho Esteban. Debatia com eles os programas de governo, o que devia ser feito e o que não. Meu amor à ciência, levou-me a estudar a Grã-Bretanha, país do qual voltei porque Allende era candidato a Presidência. Três anos depois tornei a Grã-Bretanha e ainda ando por este parâmetros, sem deus nem lei. Com as lembranças do meu Presidente

A sua Excelência o Presidente do Chile, Salvador Allende.

Salvador Allende Gossens (Valparaíso, 26 de junho de 1908Santiago do Chile, 11 de setembro de 1973) foi um médico e político marxista chileno. Fundador do Partido Socialista, governou seu pais de 1970 a 1973, quando foi deposto por um golpe de estado liderado por seu chefe das Forças Armadas, Augusto Pinochet.

Allende foi o primeiro presidente de república e o primeiro chefe de estado socialista marxista eleito democraticamente na América Latina. Seus pilares ideológicos foram o socialismo, o marxismo e a maçonaria. A partir destas convicções, foi muito respeitoso com todas as ideias políticas democráticas e com todas as confissões religiosas.[1] Allende foi um revolucionário atípico: acreditava na via eleitoral da democracia representativa, e considerava ser possível instaurar o socialismo dentro do sistema político então vigente em seu país.

 

 


[i] Democracia (“demo+kratos“) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), directa ou indirectamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico.

[ii] sufragio censitario: en el que votaban solo hombres que cumpliesen una serie de requisitos de nivel de instrucción, de renta y de clase social; El sufragio censitario o sufragio restringido consiste en la dotación del derecho a voto sólo a la parte de la población que está inscrita en un censo electoral.El censo electoral puede tener ciertas restricciones -además de un mínimo de edad para votar-, el sexo (limitación del sufragio femenino), a veces económicas (como la posesión de un determinado nivel de rentas u oficio) o relacionados con el nivel de instrucción (leer y escribir), social (pertenencia a determinado grupo social), la nacionalidad, la filiación e incluso el estado civil (casado).

Se puede dar el caso de que reuniendo determinadas características se disponga de derecho a más de un voto.

El sufragio censitario fue la norma para calificar tanto a electores como a elegibles en las primeras revoluciones liberales (estadounidense, francesa, etc.) y durante el siglo XIX. En Sudamérica el sufragio censitario existió en la mayoría de los países hasta la década de 1910 cuando se estableció como único requisito el leer y escribir, con lo cual se duplicó el cuerpo de electores. El sufragio censitario se contrapone al sufragio universal, que no establece condiciones salvo mayoría de edad y ciudadanía (aunque hasta el siglo XX estaba limitado al sufragio masculino).

No caso do Chile, o sufrágio passou a ser universal apenas em 1925, foi uma das condições  de Arturo Alessandri Palma para retomar o governo do Chile, após exílio de seis meses

Religioso, calvinista, é ao mesmo tempo uma figura representativa do iluminismo. Correspondeu-se com membros da sociedade lunar e foi eleito membro da Royal Society. Em 1771, Franklin tornou-se o primeiro Postmaster General (ministro dos correios) dos Estados Unidos. O seu trabalho com O´Híggins e San Martin, foi inicia-los na maçonaria, que ajudaria imenso nas ideias e materialmente também, para que os seus discípulos passarem a ser libertadores dos seus Estados, sob a dominação da coroa da Espanha. Foi, de facto, a maçonaria, quem ajudara à libertação dos países subjugados e invadidos por quem não correspondia.

[iii] Benjamin Franklin (Boston, 17 de Janeiro de 1706Filadélfia, 17 de Abril de 1790) foi um jornalista, editor, autor, filantropo, abolicionista, funcionário público, cientista, diplomata, inventor e enxadrista americano.

Foi um dos líderes da Revolução Americana, conhecido por suas citações e experiências com a eletricidade.  Era um experimentador e libertador que todos respeitavam.

[iv] Sebastián Francisco de Miranda Rodríguez (Caracas, 28 de março de 1750San Fernando, Cádiz, 14 de julho de 1816) foi um militar venezuelano, precursor da independência da América espanhola. Executou um malogrado plano de independência das colónias espanholas na América Latina, mas que se reconhece como precursor dos ideais de Simón Bolívar e Bernardo O’Higgins, assim como de outros combatentes americanos que conseguiram a independência em grande parte da região.

[v] Arturo Fortunato Alessandri Palma (Hacienda de Longaví, Provincia de Linares, Chile, 20 de diciembre de 1868Santiago de Chile, Chile, 24 de Agosto de 1950) foi um abogado y político chileno, patriarca de la Familia Alessandri. Presidente de la República entre 1920 y 1925 y entre 1932 y 1938.