Isabel Vaz, um animal perigoso

Segundo alguns investigadores terá ocorrido um regressão genética colocando entre nós, com uma aparência perfeitamente humana, exemplares do homo habilis, um antepassado que se pensava desaparecido há cerca de 1,5 milhões de anos.

Isabel Vaz, que ficou conhecida pela afirmação de que melhor negócio do que a saúde só o das armas e foi a primeira escolha de Passos Coelho para o ministério da privatização da saúde, voltou a atacar:

Só preciso que o Estado não me chateie“, disse a presidente executiva da Espírito Santo Saúde. Claro que ela pode chatear o estado: queixa-se de não ser recebida pelo autarca de Lisboa, ela que tem 100 milhões de euros para investir na cidade, e por isso não é uma cidadã como as outras. Uma infeliz, com problemas de estacionamento no hospital do Eusébio.

Estou sériamente convencido de que mesmo sendo a selva uma selva, o homo sapiens sapiens conseguirá ganhar a guerra contra esta espécie, predadora como poucas. É complicado, mas conseguiremos exterminá-los.

Comments

  1. palavrossavrvs says:

    Oxalá!


  2. perigosa era a tua tia, pá…

  3. kalidas says:

    A ausência do homo erectus, em idade reprodutiva, dá nisto. O chefe da tribo, mandou-os para fora: que fossem fazer filhos, nas erectas alheias. Os que cá ficaram pertencem a uma espécie de homo em vias de extinsão.

  4. Nuno Pires says:

    mais um exercicio de homo blogus, o disfarce do arremesso livre e descomprometido.

  5. Pedro Manuel Freitas says:

    É mais Alien que Habilis. Basta recordar um certo programa Prós & Contras, onde esse ser deixou antever qual o seu modus operandi habitual. O Estado só serve mesmo para arcar com os prejuízos e eliminar o risco.

Trackbacks


  1. […] Santo Saúde. A mulherzinha que preside ao negócio de saúde do BES é uma tal Isabel Vaz que, como escreveu o meu amigo João José Cardoso, é autora da célebre frase: “Melhor negócio do que a saúde só o das […]

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.