Oh! Passos vai aprender e leva o Álvaro!

Linha Sines-Badajoz não tem continuidade no lado espanhol. As promessas de Passos e do incapaz Álvaro quanto à ligação ferroviária de Sines a França e Norte da Europa, afinal, não são, assim, tão exequíveis. A necedade dos ignorantes impõe-se à necessidade do falar informado e com seriedade.

Comments


  1. Falar da incompetência e da incapacidade dos políticos acaba por ser uma repetição fastidiosa. O maior mal é eles não reconhecerem os seus erros e a Justiça não os julgar pelos danos que dão ao País.
    Esta anedota do caminho de ferro até ao muro, faz recordar um caso ocorrido há poucos anos no concelho de Vila Franca de Xira em que foi construída uma ponte sobre um vale, ficando um dos topos numa urbanização nova e terminava cegamente na encosta de um monte. Seria necessário abrir um túnel ou uma estrada em vala para a ponte ter serventia através do monte. Isso seria tão caro que nunca foi feito e a ponte acabou por ser demolida por sr inútil e para não ser um monumento à estupidez humana.
    O mais curioso, e talvez curial, foi a ponte ter sido uma oferta do construtor da urbanização a fim de lhe ser dada a licença para a construir. Uma espécie de corrupção, à custa do dinheiro público.
    Agora, o caminho de ferro é apenas um balão para distrair os «pategos», pois está bom de ver que nunca será construído, pois exige um estudo honesto de Portugal e de Espanha e esta não se deixará ir na cantiga passiana.

    Cumprimentos
    João

  2. Carlos Fonseca says:

    #1
    Concordo com a tese do fastio. Simplesmente a origem deste reside na prestação dos políticos e não nas críticas. Se eles se repetem na asneira, obviamente que não existe forma de contornar a incapacidade e a incompetência no conteúdo dos comentários. É um círculo vicioso.
    Cumprimentos,
    CF


  3. Será um círculo vicioso até que o povo, use a sua soberania, mesmo que tenha que ser a murro ou a vara de marmeleiro, E aí deixará de ser repetição fastidiosa! Enquanto não se moralizar o regime, não se pode deixar que o cansaço nos pare. O voto, válido ou nulo, cabe aos cidadãos e a democracia não se pode limitar ao voto pois este, para ser consciente,, exige uma observação permanente daquilo que se passa e, observando, vai-se criando uma opinião, mesmo que não seja expressa em voz sonora. Creio poder dizer que é isso que vejo em acção no Aventar, que me leva a felicitar os seus autores.

    Cumprimentos
    João.

  4. Carlos Fonseca says:

    #2
    Caro João,
    Uns escrevem. Importante que seja é escasso. A todos, ou quase todos, compete ir mais além, vencendo inércias e cansaços. Ser livre da opressão financeira é preciso!
    Cumprimentos,
    CF

  5. kalidas says:

    Em 1905 Fialho de Almeida não teve esse problema. Foi de combóio de Lisboa a Tui e aquilo foi limpinho. É um mistério, um alentejano na Galiza.
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    Convém lembrar que naquele tempo, a grande referência nacional era uma Mulher: Dona Antónia Ferreira, a Ferreirinha que nas arribas de Foz Coa havia plantado vinhas, com quem? Com galegos.
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    No seu livro, o País das Uvas havia escrito Fialho que; “há uvas para lá da fronteira”. Ele conhecia o cachão da Valeira e as vinhas do Alto Douro, depois quis conhecer o cañon del Sil e as vinhas da Ribeira Sacra. Deve ter encontrado por lá muitos Vale Meão, ou Vesúvio primitivos, mas foi um Fialho à posteriori, Porquê? A Ferreirinha já lá tinha estado antes, só pode.
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    O combóio de Ourense para Monforte de Lemos faz o percurso dos vinhedos alcantilhados, com cepas do bom godello e mencia.
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    No combóio galego de 1905, Fialho de Almeida levou 5h e 15m a ir de Redondela a Ourense.

    Hoje o Alta Velocidade faz de Corunha a Ourense, o dobro da distância em 66m.
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