Casa Pia: a outra versão

O Sol volta hoje ao ataque. Fica aqui o contraditório: entrevista a uma testemunha ao jornalista Carlos Tomás. Duvido que passem no telejornal. Pode ver mais depoimentos aqui.

Comments


  1. Bom post, caro João José! Sem emitir qualquer juízo sobre quem quer que seja neste processo, entristece-me bastante constatar mais uma vez o que o ser humano é capaz de fazer, ou de não fazer, por dinheiro. E muito me entristece também, e note-se que não me refiro a ninguém em especial, que os abutres da comunicação social continuem a manipular a informação, dando-lhe notória relevância ou omitindo-a estrategicamente conforme lhes convém.

    Cada vez mais, mas convencido do contrário, se aproxima o ser humano da mais reles, degradada e ignóbil decadência…


  2. Não segui este infeliz processo, mas se todos os testemunhos são deste calibre, repletos de incoerências (a testemunha primeiro diz que inventou com um amigo “uns nomes”, depois já é a polícia que legendava as fotografias com “uns nomes”; as casas e as moradas foram inventadas por ele e o amigo, depois já havia umas quantas casas onde nunca tinham ido…) muito me admira que tenha sequer existido um processo.


  3. O que se pode esperar de uma educação errada no seio de uma sociadade cheia de vícios e golpadas?
    Contudo há duas certezas, dois ou três nomes como Rito e Bibi andarem metidos com os miúdos e que se permitiu que alguns usassem a institução como escola de prostituição a belo prazer e isso é culpa de quem chefiava a coisa e do estado português.
    Fala em clientes com naturalidade e como tal quem vende o corpo também vende a consciencia facilmente.

  4. maria celeste ramos says:

    Pois é, o Ballet Rose está em sessão contínua

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