A “Paixão de Cristo” é um filme de 2004 realizado por Mel Gibson.
Em inglês, com legendas.
(Se preferirem uma versão com mais qualidade, está disponível, mas sem legendas)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A “Paixão de Cristo” é um filme de 2004 realizado por Mel Gibson.
Em inglês, com legendas.
(Se preferirem uma versão com mais qualidade, está disponível, mas sem legendas)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Eu vi na altura este filme extremamente violento mas igualmente extremamente bem constuído e realizado e interpretado por Gibson – já me esquecera do nome – mas a brutalidade estava tão dentro do tema e bem construído que parecia que é assim e que “foi” assim – não sei nem importa -. o filme é cuelmente bem feito – obrigada por mo terem enviado-mcor
Santa Páscoa – Cuba já pode desde hoje celebrar a 6ª feira Santa – é bom que assim seja Quanto ao que ouvi ontem e hoje na SIC, da boca João Salgueiro +++ 2 amigos, o país tem tudo para progredir e voltar “ao mundo”, mas continuam grandes asneiras mesmo actualmente, e que o enterram mais – disse assim de forma delicada que o caminho é outro e apontou caminhos e estruturação de comportamentos a longo prazo, e deu a entender que os governantes não estão à altura – isso até se vê – o “como” é que nem todos vêm nem sabem, ou não querem – Por mim não sei – só sei o que vejo e penso e sinto e não tenho que saber tudo e assim está pior ainda e os “números” que o digam e o abandono a que o país é votado de entre outras razões a pior é não correrem riscos em branco – o que disserra foi complexo mas consegui perceber – acho que é dos falatórios sobre o país mais interessantes e inteligentes e e até promissores e de voos altos e não de voos rasantes como habitual e que se ficam por falar no passado e desculpar com ele como se não se estivesse a fazer, ainda, bem pior – vale a pena ouvir de facto