Desmontada pelo Marco Santos. Acrescento que tratando-se de muçulmanos vale tudo e todos os disparates passam. A caça ao mouro em todo o seu esplendor.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Desmontada pelo Marco Santos. Acrescento que tratando-se de muçulmanos vale tudo e todos os disparates passam. A caça ao mouro em todo o seu esplendor.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
De facto, vale tudo menos tirar olhos.
E com aquele subtil perfume de racismo parolo tão caro a quem detesta pensar pela própria cabeça.
Continua-se sem saber quem é mais estúpido, se os fanáticos da Fátima da Meca, se os da Fátima da Cova da Iria.
Por mim, são iguais ao litro.
quem tiver a pachorra para ouvir a homilias da Opus Dei a 13 de Maio na tal Cova, vai ter que explicar a diferença entre aquilo e as prédicas dos barbudos.
Mas é sempre assim “não sou eu, é ele”.
Velha tática de larápio carteirista.
Um palma a carteira, passa a outro e um terceiro põe-se a gritar em direção de um indivíduo qualquer “agarra que é ladrão” para fazer diversão e dar tempo ao compincha para se afastar tranquilamente com o roubo.
Mas há igrejas que não sejam larápias? Quais?
Todas existem apenas para espezinhar os crentes e prepara-los para aceitar a sua condição de dóceis servos da gleba.
Qual é o maior medo desta malta?
Que os crentes descubram que não precisam deles para nada e comecem a passar-se de intermediários.
Há logros, enganos, incompreensões e contra-informação de parte a parte. Não vale a pena ter ilusões. A imagem que acompanha o artigo é ela própria sintomática e reveladora do que acabo de dizer, pois é imensamente (e também injustamente) discriminatória para com a mulher e a cultura ocidentais (seja lá o que isso for) pois tenta veicular a ideia de que a mulher árabe, ou, se quisermos, a mulher do “east” é mais arguta e perspicaz do que a mulher ocidental. Mas porque é que haveria de ser, por se vestir de uma determinada maneira, por ser obrigada a vestir-se de uma determinada maneira? Na realidade, a imagem não passa de um falso consolo para a mulher do “east”, um falso consolo promovido por quem não quer enfrentar resistência na aplicação da normativa. Sim, a imagem descrimina, mas o propósito da imagem não é descriminar a mulher ocidental, o verdadeiro propósito da imagem é tornar a mulher árabe mais dócil criando-lhe uma falsa sensação de superioridade em relação à mulher ocidental. A imagem da mulher ocidental não passa de um meio para atingir um determinado fim. A imagem acaba assim por penalizar, de uma forma ou de outra, todas as mulheres.
Pedro Manuel Freitas, não coloquei essa imagem com essa intenção, mas a interpretação que faz é arguta e bastante válida. Talvez se a palavra ‘East’ da foto tivesse sido colocada sobre a boca da mulher muçulmana pudesse ser mais clara a minha intenção: a falta de liberdade, de um lado; a cegueira da alienação, do outro.
Obrigado pela crítica.
não tinha reparado na imagem, mas partilho cem por cento a análise acima.
Liberdade de ser obrigada pela família, pelo meio social (etc.) a usar vestuário discriminatório que “diz” claramente “sou inferior, sou submissa, sou potencialmente uma desavergonhada e não tenho direito a opinião própria”?
Isto é liberdade?
Aliás, as nossas viúvas negras que traziam no corpo a marca do “ficou para tia” ou “esta já não tem direito a vida sexual ou amorosa”, também eram livres?
Não há dúvidas sobre o facto de que a luta pela liberdade é múltipla e que a casuística das religiões constituídas, nem sempre é fácil de contradizer.
E menos ainda de que lutar pela laicidade, é precisamente lutar pela liberdade de se ser o que se quiser inclusive (e talvez sobre tudo) pela liberdade de se religioso praticante.
Abdul Bari e o imã iraniano não são diferentes dos que dizem calçar as “sandálias do pescador” e se opõem, por exemplo, ao uso do preservativo. Esta posição oficial dos “gestores” do Vaticano é tanto mais iníqua quanto se sabe a mortandade que provoca entre alguns dos países mais pobres do mundo. Se de facto houvesse julgamento final, certamente não se livrariam de uma acusação de homicídio premeditado.