Ao cuidado do insurgente mental Miguel Botelho

Convém ler primeiro o que se tem lá em casa:

Sem morrer de amor pelos Coronéis, entre eles e a Syriza, venha o exército inteiro.

Evita-se asnear tanto depois. Quando se compara estalinismo e trotsquismo temos a ignorância instalada entre os “liberais”, essa designação tão a despropósito para o que não passa de absolutismo do mercado. Já sei, Pinochet não foi fascista, e os coronéis gregos uns meros patriotas ligeiramente exaltados.

Tudo isto até podia ter a sua piada, mas morreram homens, outros foram presos e torturados. Chamar parvo a quem defende criminosos é mesmo muito aligeirado.

Comments


  1. Não resisti a ir lá mandar uma bicadazinha!

  2. Amadeu says:

    Nos bacanais dos insurgentinhos os meninos fazem voodoo com esqueletos de ditadores.


  3. Cada vez mais me convenço que o mundo das ideologias não é “2D” formando uma superfície que se espraia entre esquerda e direita… Afinal pode ser “3D”… Mantendo-se o plano horizontal para as opções ideológicas e um outro, vertical, onde podem pontuar ambas as “opções”, dependendo das pessoas… Para cima, estarão os “sérios” e consistentes, para baixo os idiotas e os palermas. A maior parte dos “liberaizinhos” que por aí tenho visto encaixam perfeitamente nesta categoria: um pouco para a direita e muito para baixo enquanto seres humanos… 😉

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  1. […] que o apoquentado João José Cardoso se lembra que os estalinistas chamavam aos trotskistas de […]


  2. […] mortos; Stalin, 6 milhões de mortos; Mao Ze-Dong, 50 milhões de mortos. Com um currículo destes, ainda há quem à esquerda tenha a lata de utilizar como arma de arremesso ideológico os 4 mil mortos de […]


  3. […] numa casa onde ainda há pouco se defendeu uma intervenção dos coronéis caso a Syriza ganhasse as últimas eleições gregas se tenta argumentar com a contabilidade de vítimas das ditaduras que por alma e graça do divino […]

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