Produtividade

para totós. Porque é baixa a produtividade em Portugal?

A fama de Miguel Relvas já chegou à Noruega

via Facebook

Há um momento em que temos de ir para a rua

O Público de hoje traz um texto com declarações de vários professores, procurando equacionar a resposta da classe às propostas do MEC sob o ponto de vista das redes sociais. Há declarações minhas, onde me assumo, como sempre, como Dirigente do SPN (FENPROF) e como elemento do Aventar. Além das minhas há declarações do Dirigente da FNE, Arlindo Ferreira, do Nuno Domingues, do André Pestana e do Paulo Guinote.

No caminho anti-sindical que tem marcado a prática do Paulo, tudo que aparecer com o rótulo FENPROF é para deitar abaixo – agora é o Purismo Divisionista. É curioso que me acuse de dividir quando ele se atira à FENPROF, que bem ou mal é a única organização que tem estado na rua. Será que as outras, as que têm lugar à mesa, são mais confiáveis?

E já agora Paulo, creio que já não faz sentido que me continues a atirar para um lado da FENPROF que tenho vindo a combater há anos. E tu sabes isso! É atirar areia para os olhos dos mais atentos. Sugeria uma leitura, no texto, destas linhas:

“Apesar de ser dirigente do Sindicato dos Professores do Norte, afecto à Fenprof, João Paulo Silva, um dos autores do blogue Aventar, partilha algumas das críticas feitas à actuação dos sindicatos,”

Quanto aos argumentos por mim utilizados, penso que não há nada de outro mundo na  afirmação que a maioria dos professores votou neste governo e que uma parte significativa da classe recebeu bem o Ministro. É uma ideia que  tem tanta validade como o seu contrário, mas ainda podemos ter liberdade de expressão ou não?

Mas que diabo, porque é que esta afirmação, meramente pessoal, é divisionista? Porque é que esta afirmação é assim tão dramática? Será que te tocou em algum ponto sensível? Sinal de falta de democracia da minha parte? Limito-me a tentar perceber o mundo à minha volta, nada mais. [Read more…]

Vamos comer, Caetano

Parabéns Veloso septuagenário.

A ouvir a explicação antropofágica da Adriana que comeu Caetano e virou rainha.

A tomada da Bastilha

                                Prise de la Bastille

Bem sabemos que o povo revoltado da França e de outros sítios do país não apenas tomou a fortaleza prisão das monarquias reinantes do, em esses tempos, Monarquia da França, bem como sabemos que derrubaram a monarquia Bourbom, Casa Reinante a seguir a de Valões no Século XVI, por causa do matrimónio de Margarita de Valões com o rei de Navarra, Henrique de Borbom. [Read more…]

Monárquicos: Estúpidos, ignorantes ou tenebrosos?

Por mais que me esforce, não conseguirei compreender nunca os argumentos em que se sustentam os defensores dos regimes monárquicos. É verdade que não tenho a bagagem intelectual de alguns vultos da nossa blogosfera e se calhar por isso é que não compreendo.
Curiosamente, tenho amigos monárquicos e já debati com eles inúmeras vezes. A conclusão é sempre a mesma. Por que razão alguém, só porque sim, há-de ser o representante máximo de um país? Que razões justificam que uma mesma família se perpetue no poder séculos a fio através da hereditariedade e que nunca seja sujeita ao crivo popular? Qual é afinal a diferença entre um ditador e um rei? Entre Kim-Jong-Il e Isabel II? E o que leva pessoas que são inteligentes a defender regimes em uso em países como a Arábia Saudita, o Qatar ou o Brunei?
Serão todos os monárquicos estúpidos, ignorantes ou tenebrosos? Obviamente que não. Porque são monárquicos, logo, de uma casta superior. Mesmo aqueles que militam em Partidos políticos que até pertencem ao arco da governação republicana. O CDS, por exemplo, está cheio de monárquicos.
Lá está. Sendo de uma casta superior, são incomparavelmente superiores. Tudo o resto – Esquerdistas em geral e a ralé comunista em particular – não presta. Quem me dera ser como eles…

Filmes para o 8.º ano de História

Dando continuidade à série relativa ao 7.º ano, volto à carga amanhã com nova série, desta vez dedicada ao 8.º ano de escolaridade.
A matéria do 8.º ano de História incide na chamada Idade Moderna. Começa com a crise do séc. XIV (que em teoria até pertence ao 7.º Ano) e acaba com a Revolução Industrial do séc. XIX e os movimentos sindicalistas com ela relacionados.
Pelo meio, os Descobrimentos portugueses e o Renascimento ocupam grande parte do programa. Quase no fim, as grandes revoluções, com destaque especial para a Revolução Francesa.
Como poderemos ver nos próximos dias, há muitos filmes sobre todas estas matérias que podem e devem ser usados na sala de aula.