
5.ª Edição Cadetes, 2012, Roriz-Monte da Franqueira (Barcelos).
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

5.ª Edição Cadetes, 2012, Roriz-Monte da Franqueira (Barcelos).
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Que lindos são estes gloriosos malucos – que lindas as suas cores e até os capacetes cheios de buraquinhos para arejar as cabeças – e pensar que o grande Agostinho morreu numa corrida no algarve porque caíu e não tinha o raio do capacete e teve um traumatismo craneano – ficou o simbolo da generosidade e solidariedade pois que no TOUR parava sempre que um colega não importa de que país se caía ele parava para o ajudar e tanto que até no TOUR deste ano não sei onde há uma estátua de Agostinho para que não seja esquecido e o locutor-relactor expicou isso
E estes fabulosos muros de pedra solta de granito que já ninguém faz nem sabe fazer – as artes vão-se perdendo – a segurar taludes e dixando as juntas “soltas” para que a terra que segura não enxarque e não alua como agora sucede constantemente – como afinal os muros do Douro Vinhateiro – a arte das mãos dos homens e a inteligência dialogante com o local e materiais e o coroamento dos muros altos ou baixos têm o coroamento ou de “pescoço de cavalo” ou arredondado com este mais baixo ou, ainda, com pedar lageadas e pequenas a fazer desenhos lindos – nem sei se algum resiste – muros que, igualmente se usa para dividir culturas ou propriedades e que os caçadores deafazem para andar por aí a caçar e não repoem – Interessante porque um grupo de malucos de várias nacionalidades que se instalou na Serra do Algarve para fazer “permacultura” também fazem muretes assim limpando, como se fazia, o terreno das pedras e limpando a terra e dando novo uso às pedras e “ordenando” os espaços com beleza e inteligência – LER as paisagens