Rui Ramos, o fascista incolor

Rui Ramos vale o que vale: historiador desonesto, agora assumidamente alguém que quer uma frente dos partidos do governo contra o BE e o PCP, que acusa de representarem o “fascismo vermelho”. A Raquel Varela lembra que isto é defender uma ditadura, o Vítor Dias relembra o castanho de certas camisas, eu nunca achei que um fascista tivesse cor: a canalhice não confere a capacidade  de reflectir um determinado espectro luminoso.

Comments


  1. Vida pública plural, mas só de umas certas cores. Palete limitada, essa. E liberdade, mas sem críticas a alguns e algumas intocáveis. Pelos vistos, também temos que tolerar a intolerância de Rui Ramos.

  2. maria celeste d'oliveira ramos says:

    Os pilantras desmiltiplicam-se como cogu-melos

  3. Maquiavel says:

    Por acaso já andamos há tempo demais a tolerar a intolerância desse coprólito Rui Ramos, lá isso é verdade…

  4. nightwishpt says:

    Eu não percebo se é de propósito ou se é pura falta de contacto com a realidade.

  5. edgar says:

    Acabaram a interpretações desculpabilizadoras.

  6. João Parracho Pinheiro says:

    Basta soletrar as primeiras letras da historia de Portugal que editou ou dirigiu recentemente, para se inferir dai um obvio complexo de edipo, de que Rui Ramos sofre em relação ao passado mais profundo, mas principalmente ao mais recente.Se Aquilino Ribeiro fosse vivo ter-lhe -ia acoselhado a enfiar a respetiva edição historica na parte final das costas. Mas enfim … Perdi-lhe por completo o respeito porque o disparate tem limites.

  7. Jorge Mattos says:

    É interessante notar como estes fascistoides apelam sempre, embora de forma velada, ao contributo e à participação do PS. Porque será?

  8. ratazna says:

    idem

  9. João Pontes says:

    25 de Novembro sempre!

  10. joao lopes says:

    toda a vida ouvi dizer que quem muito ladra,nada morde,ou seja desafio o rui ramos a passar das palavras aos actos:por exemplo e que tal um raide aereo sobre a festa do avante,largando umas bombas na quinta da atalaia? ou um ataque suicida na sede do BE? ou mesmo colocar uma bomba na sede da CGTP e abalar a fugir? sim estou a a caracterizar um fundamentalista que não é da “extrema esquerda” nem da jihad islamica,é apenas um representante da direita portuguesa em todo o seu esplendor ,sendo o maximo do seu esplendor o diario on line “mirone”

  11. rosinda says:

    Quando a historia se começa a desenrolar os que nao prestam passam prestar!

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