Ângela Merkel – O que imagino. Causa de uma greve bem sucedida

 

O que imagino, com bom humor, para quem cobra juros altos pelos empréstimos em milhares de euros que faz a Portugal a pedido do nosso Primeiro-ministro, amigo da Chanceler Alemã. Imagino com bom humor, porque para tristezas, temos já tantas, que é melhor rir que choramingar.Todos sabemos que Ângela Merkel é a chefe de governo da Alemanha, denominada Chanceler. O que ela é, foi referido no texto que publiquei no dia 13 de Novembro no nosso blogue Aventar, texto intitulado Alemanha nos invade, frase retirada de um artigo de opinião no Diário de Notícias do nosso antigo Presidente Mário Soares. Sabemos também que a Chanceler não é membro da troika que governa o nosso governo e que entrou entre os acreedores de Portugal porque quis. Ninguém a tinha convidado, mas a Alemanha tem dinheiro e pode comprar parte da dívida de Portugal. [Read more…]

Hoje, agradeço eu!

Armindo de Vasconcelos

Este espaço plural, emotivo, de intervenção cívica e social, onde publicam as minhas coisinhas sobre o hóquei em campo a par de autênticos monumentos académicos, onde me deram o privilégio de mostrar uma modalidade que é das mais amadoras do país e onde, por isso mesmo, se escrevem todos os dias lições de sacrifício e doação, onde convivo através das letras com gente que sabe o quer e sabe dizê-lo de forma superlativa, onde gente com ideias e ideais debate acaloradamente com gente de outras ideologias e praxis, onde se usa a palavra como arma e se usa a palavra como aconchego ou puro devaneio literário, onde a emulação se constrói e o deleite pode levar-nos do riso às lágrimas, este espaço plural e emotivo, interventivo e solidário, permite-me receber hoje o prémio de “Jornalista do ano” pela Federação Portuguesa de Hóquei. E, se sei que não foi só pelo que escrevo aqui que me outorgaram esta “comenda”, sei, no entanto, que foi também pelo que me deixaram escrever aqui que este prémio me é dado. Sobretudo porque me foi consentido que abrisse mais um espaço onde a minha modalidade se escreve. [Read more…]

A Bolívia rompeu relações com Israel

Foi há 3 dias mas a imprensa portuguesa ainda não descobriu.

Santa Apolónia

Padroeira dos dentistas. [Norte de Portugal]

Rui Ramos, o fascista incolor

Rui Ramos vale o que vale: historiador desonesto, agora assumidamente alguém que quer uma frente dos partidos do governo contra o BE e o PCP, que acusa de representarem o “fascismo vermelho”. A Raquel Varela lembra que isto é defender uma ditadura, o Vítor Dias relembra o castanho de certas camisas, eu nunca achei que um fascista tivesse cor: a canalhice não confere a capacidade  de reflectir um determinado espectro luminoso.

Humor negro: a laranja do Algarve

Oito distritos em aviso amarelo, Algarve mantém-se em laranja

Diz que há autores mais actuais do que Camilo

Edviges Ferreira, presidente da Associação de Professores de Português, entre alguns comentários acertados acerca das discrepâncias entre as metas curriculares e os programas de Português, comenta a possibilidade de Camilo Castelo Branco voltar a ser estudado na disciplina de língua materna: “Durante muitos anos esteve no Secundário, mas as pessoas acharam que tinha de sair. Não me chocaria que voltasse a aparecer nos currículos, embora eu ache que há escritores mais actuais.”

Em primeiro lugar, é necessário notar que “as pessoas” constitui uma expressão demasiado vaga. Seria mais rigoroso afirmar que isso foi da responsabilidade dos autores autores dos programas de Português, programas esses que, goste-se ou não, reduziram o peso da literatura portuguesa e, concomitantemente, da história da literatura portuguesa. [Read more…]

Férias vencidas e subsídio de férias

Os funcionários públicos e pensionistas (incluindo empresas com participação estatal maioritária, institutos, etc.) com salários superiores a 1100 euros por mês, não receberam o subsídio de férias (13º mês) nem o subsídio de natal (14º mês) em 2012.

Mas, quanto ao subsídio de férias, houve excepções para aqueles que começaram a trabalhar em 2011. É justa a excepção, como pretendem o governo e o PSD ou uma benesse a uns quantos como defende o PS? Foi o que procurei perceber e aqui partilho.

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Explicando a crise espanhola se percebe parte da nossa:

Que tal, Sr. Arménio?

Basta de leis burguesas! Em vez das rotineiras tolices a que há muito nos habituou, o Sr. Saraiva de Carvalho deveria exigir ao Parlamento, a imediata adopção das Leis do Trabalho – especialmente a Lei da Greve – que foi própria dos sistemas socialistas. Supondo-se o seu conhecimento acerca da extinção da URSS e do desertar dos seus satélites, recorra-se então ao actual articulado previsto pela legislação cubana, por exemplo. Para melhor aperfeiçoamento, sempre se poderão pescar algumas ideias no Direito do Trabalho chinês – continental, nada de taiwanices, por favor – ou Norte Coreano. 

Desde já apostamos no total acordo da Troika e de qualquer entidade empresarial que se preze. Não temos é a absoluta certeza acerca do entusiasmo dos “camaradas” do Sr. Jerónimo de Sousa.

monumento para a posteridade