MIlhares na rua exigem demissão do governo

O povo aos milhares veio para a rua. Em Lisboa, no Porto e em Setúbal, as manifestações concentraram muita gente, naturalmente a protestar e em luta pela queda deste governo chefiado por um garoto; garoto, lembre-se, outrora tão rebelde e viciado no mal quanto sinistro e ignóbil na actual governação do País. Passaram os tempos, modificaram-se os hábitos de vida e o desfecho foi inevitável: falta de qualidade e de carácter para dirigir o País, com elevação de estadista, conhecimentos e perfil adequados. Às suas mãos Portugal afunda-se no processo de degenerescência contínua – tão infinitamente contínua como o símbolo e o traço matemático que definem a função desse género.

Sabemos que, ao livre arbítrio do trio Gaspar, Coelho e Portas, ainda por esta ordem, os reformados e pensionistas espoliados, trabalhadores da função pública, os desempregados jovens que excedem os 40%, os desempregados de longa duração e famílias inteiras destruídas – nem todos optam por abandonar mulher e filhos ou abdicam de constituir família – se conformem e aceitem pacificamente a dureza da política de austeridade que, à luz dos direitos humanos, não só é repugnante, como criminosa – há crianças com fome e idosos sem assistência médica e/ou medicamentosa.

De tão infames governantes, existem sempre fãs e admiradores. Um exemplo é a autoproclamada ensaísta, de neurónios tão massajados quanto estropiados, a quem  incomoda a existência de ‘Pai e famílias’; mesmo legitimadas por procriação ou por ligações sociais ou profissionais que o poder vil e espúrio, ao contrário do que imagina, se encarrega de fortalecer.

Será a fulana filha de pai incógnito ou membro de família desestruturada?  Parece. Hoje, perante as manifestações de milhares contra o governo da sua paixão, a jovem cinquentona deveria ter ficado, uma vez mais, perturbada. Que tome ‘Xanax’ ou outro tranquilizante que a devolva a um sono sossegado?

Tivemos milhares a exigir a demissão do governo. Em 2 Março, haverá mais. Ensaístas ou cardeais não nos calarão jamais!

Comments

  1. Está na hora de estes traidores, que estão a praticar crimes de lesa Pátria e contra os direitos humanos ,serem derrubados pelo povo português, o mais rapidamente possível.
    Mas não devemos deixá-los sair tranquilamente e a rir, irem-se embora para um qualquer Cabo Verde gozar o dinheiro, que os que estão por detrás da cortina – os banqueiros, nacionais e estrangeiros (Goldman Sachs e J.P. Morgan, especialmente),Isabel dos Santos, Américo Amorim, Ricardo Espírito Santo, Fernando Ulrich, entre outros – lhes pagaram para saquearem Portugal. Devemos sim exigir que sejam julgados pelos crimes que estão a cometer, porque os traidores não merecem perdão!

  2. maria celeste ramos says:

    Não sei se a actual ministra da justiça que entretanto desapareceu dos écrans e já não dá mais bocas, tem cadeias suficientes ou em obras, ou as cedeias terão guardas
    não sei
    Metam-nos em peniche e de forem para CV que reactivem o Tarrafal orque nunca foi destruída – eu vi-a direitinha ainda-mcor-naõ sei que diga com Relvas no Clube dos Pensadoree mas até acho bem pois que pensamento daqules é de NÂO ESQUECER NUNCA – é invulgar – só é +ena a cara de demente e a abanar a cabeça da esq para ditª e vice-versa – aquela cabeça não pára

  3. maria celeste ramos says:

    Perdão por cometer sempre o mesmo erro – não emendar a dactilografia –

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