54% da população activa do País não tem trabalho. 19.000 postos de trabalho destruídos por mês em 2012.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
54% da população activa do País não tem trabalho. 19.000 postos de trabalho destruídos por mês em 2012.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Veremos quantos levantaräo a peida do sofá e estaräo na manif…
Na manif contratam pessoas?
Hugo diz uma palermice: coitado, está bem na vida, é uma excepção! Se Hugo contratasse trabalhadores e os seus amigos não os despedissem NÃO ERAM PRECISAS MANIFESTAÇÕES ! Compreendeu ?
Por acaso, não estou. Estou desempregado. Mas não me parece que se for à “manif” de sábado, na segunda já tenha trabalho. Assim sendo, acho que é mais produtivo ficar em casa a praticar aquilo que aprendo no curso profissional que estou a tirar do que ir para a “manif” gritar frases feitas. Aliás, desde o início da crise já houve três ou quatro “manifs”, outras tantas ou mais greves gerais e o desemprego continua a aumentar. Às tantas, não é com “manifs” que vamos lá. E essa mania de pensar que quem não pensa segundo a cartilha do PC/BE/CGTP é um porco capitalista que vive à custa dos outros já cansa.
Lamento o seu desemprego e que não ache interessante quem está, por exemplo na sua situação, demonstre o seu descontentamento na única forma que o pode fazer: acrescentar a sua presença junto das outras passoas que estão descontentes. Um reformado fica em casa a “curtir” o quê?
Penalizo-me e peço-lhe desculpa por lhe ter respondido como se o Hugo fosse entidade patronal, uma qualquer, até um Ulriche, aquele banqueiro que acha que pessoas como nós (não como ele) podem tornar-se sem abrigo e de facto tem razão: hoje qualquer desempregado ao fim de seis meses pode passar a sem abrigo, um reformado ao próximo corte de pensão pode ficar no limiar da pobreza. É pena que ainda se pense que as manifestações dão emprego (quem lhe disse isso ? como fez esse raciocínio ?); não dão, mas à malta do “reviralho” dando-lhe presença, dão-lhe a dignidade de lutar e de se sentirem solidários. SABE O QUE ISTO É, OU PREFERE VIVER NA TOCA COMO UM LAPAROTO ?
O meu raciocínio baseou-se no primeiro comentário que pergunta quantos dos desempregados/precários vão à manifestação. Acho que não é abusivo concluir que pelos vistos há quem pense que as manifestações dão emprego e/ou põem fim à precariedade, daí a minha questão. Eu não impeço nem censuro quem vai às manifestações, pelo que agradeço que não se critique quem não participa nelas. Estamos num país livre e laico e portanto cada um passa os sábados como bem entender. O que entendo é que o governo já sabe que a maioria dos portugueses não estão contentes e não é uma manifestação que vai mudar alguma coisa. Há dois anos, tinha trabalho, mas fui a uma manifestação (também em Março, se não me engano) e o que vi e ouvi desiludiu-me. Além de ver pessoas todas contentes a tirar fotos com os iPhones novos e de cerveja na mão, vi outras que se queixavam de questões tão importantes como o salário do PM e a PJ local não investigar o roubo à casa da mãe, quase que se agredindo pelo direito de segurar o megafone. Nos meses seguinte, obviamente nada mudou. O desemprego continuou a aumentar, a economia continuou em recessão e a troika chegou com as políticas de austeridade. Duas ou três manifs depois, nada mudou. Portanto, a experiência mostra que não é com manifs pacíficas que as coisas se alteram. Só uma manifestação violenta – que, atenção, não recomendo, nem desejo – que tivesse como intuito derrubar pela força o governo traria consequências objectivas e reais. Em relação ao que prefiro, prefiro mexer-me para tentar arranjar trabalho, preferencialmente na minha área de formação ou então, se não o conseguir, noutra área qualquer. A manifestação vai melhorar ou alterar a minha situação actual? Não? Então, não vou fazer lá nada.
O meu caro interlocutor n�o v� que se as pessoas n�o aparecem a manifestar-se os nossos iluminados governantes na senda do que teve a desfa�atez de dizer o incompetente absoluto gaspar considerar�o que ainda podem ir mais longe no saque de direitos e no completo desprezo a que nos t�m votado ? H� ocasi�es que mesmo duvidando dos efeitos das ac��es de cidadania devemos estar presentes, isto �, c�pticos mas solid�rios, talvez desconfiados mas com uma r�stia de esperan�a. E depois, nalgum tempo da hist�ria poderemos dizer que estivemos l�, poucos mas bons, gente em quem os serventu�rios dos grandes capitalistas de todo o mundo N�O PODEM CONFIAR, pq os p. A insubmiss�o de esp�rito at� pode vir a ser o nosso �ltimo ref�gio, podemos vir a ser escravos, mas seremos a voz que diz n�o, numa independ�ncia que nos torna CIDAD�OS e n�o meras dentaduras que comem e consomem e cloacas que lan�am dejectos e lixo para o ch�o. Acorde !!! Se � do Porto apare�a na Batalha, ver� que todos v�o reparar em si, porque se vai reparar no aprumo da sua coluna vertebral e no seu ar determinado … 16h, l�.
No dia 1 de Mar�o de 2013 �35 14:50, Aventar escreveu:
> ** > Hugo commented: “O meu racioc�nio baseou-se no primeiro coment�rio que > pergunta quantos dos desempregados/prec�rios v�o � manifesta��o. Acho que > n�o � abusivo concluir que pelos vistos h� quem pense que as manifesta��es > d�o emprego e/ou p�em fim � precaried” >
Já tenho participado em algumas manifs. Quando acho que fazem realmente sentido. Não fui a esta, porque achei que não era o caso, que iria ser como outras a que fui, com pessoas a gritar coisas que não têm nada a ver, cada um com a sua reivindicação (às vezes nem têm nada a ver com nada, repito), cervejas, bifanas e mais uma vez até palco montado. Parece mais uma festa popular. Aliás o nosso amigo PM é assim que se refere a estas manifs, como uma festa. Porque será? Ou seja, concordo com o que diz o Hugo. Embora ressalve que já participei em manifs que eram manifs e faziam sentido. Esta não me pareceu que se incluísse nesse grupo.