É só juntar as peças: temos um argentino, temos Itália, temos fumo branco…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É só juntar as peças: temos um argentino, temos Itália, temos fumo branco…
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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E temos conivência MACABRA com a ditadura argentina. Isso também deve ter pesado e muito.
“SÃO PAULO – O novo papa Francisco, o argentino jesuíta José Mario Bergoglio, foi denunciado em 2005 na Justiça de seu país por supostas ligações com o sequestro de dois missionários também jesuítas em 23 de maio de 1976, durante a ditadura militar.
De acordo com a acusação, Orlando Virgilio Yorio e Francisco Jalics, que desapareceram naquela data, eram companheiros de Bergoglio na Companhia de Jesus.
A acusação foi apresentada em 2005 pelo advogado Marcelo Parrilli, com base em artigos jornalísticos e n o livro “Igreja e Ditadura”, de Emilio Mignone, do Centro de Estudos Legais e Sociais (CELS).
O novo Pontífice também foi acusado pelas Avós da Praça de Maio, organização em defesa dos direitos humanos na Argentina, de também ter todo envolvimento com o roubo de bebês na época da ditadura. O sequestro de crianças foi uma prática corrente entre os militares argentinos contra membros da resistência política. O nome de Bergoglio foi citado no caso do desaparecimento da neta de uma das fundadoras da organização Avós da Praça de Maio, Alicia de la Cuadra.”
Publicado há minutos no FB.
Mas ainda mais importante e decisivo, certamente, para a sua eleição foi o facto de a América Latina estar a “escapar” ao controle dos EEUU.