‘Nao’, professor Krugman? Não!

Nao? a? ã! Não!

Actualização (7/6/2013): «Update: yes, I know about the tilda [sic], but could not persuade the software to show it. The tilda [sic], I’ve always said, means that there’s an “n” at the end that isn’t written but which you don’t pronounce — if you’ve ever heard Portuguese, you’ll understand what I mean», PK (s.d.).

Nobel prize of economy 2008 Paul Krugman

Comments

  1. Hugo says:

    Partindo do princípio, para bem da discussão, que o Paul Krugman tem razão, onde íamos buscar dinheiro para manter a despesa pública nos actuais níveis?

    • Maquiavel says:

      É só renegociar PPP’s, tratar das rendas excessivas da EDP, tirar os privilégios dos Bancos e grandes empresa.
      Quer mais ou chega-lhe assim? Ou nem quando lhe väo ao bolso você acorda?


  2. Pequeno detalhe, sem qualquer importância: cada teclado tem seus “caracteres especiais”. O pt-pt é simpático, dá para quase todas as combinações letra+acento; o en-us normalmente nem por isso (são sempre possíveis através de uma combinação alt+teclado numérico, mas não é para qualquer um, nem para todos os teclados, por exemplo de tablets ou mesmo de portáteis).
    Se a meta tag xmlns=”http://www.w3.org/1999/xhtml” lang=”en-US”permitiria por sua vez um ã, não sei, nem me apetece pesquisar, tal como apurar se o charset=UTF-8, para o qual a página está configurada, a disponibilizaria de uma forma que não fosse a de um losângulo negro com um ? no meio.
    Sim, os acentos pertencem a uma escrita histórica, usaram-se entre os séculos XVIII e XX. É verdade que hoje não tenho de escrever E´verdade, como teria de fazer em 1996, mas duvido muito que em qualquer língua cheguem ao séc. XXII.
    O que não nos fez falta durante cinco séculos também não fará nos restantes..

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  1. […] Sim, está bem, ‘ao’ em vez de ‘ão’: acontece aos melhores. […]

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