O obituário histórico-sindical que a Clarinha declarou

O 1º de Maio está morto em todo o mundo (…). Em Portugal, por exemplo, resumiu-se o um grupo de comunistas a passear um cartaz em Lisboa e a ouvir o camarada Arménio falar de uma pequena tribuna de madeira

afirmou a incontinente tagarela Clara Ferreira Alves (ex intelectual orgânica falhada do PSD e candidata a qualquer coisa em que a levem a sério o que, surpreendentemente, alguns dos nossos amigos fazem), perante o sorriso embevecido de Rui Ramos, o historiador que lava mais branco e cujo maior prazer é “irritar os tipos da esquerda” o que é, convenhamos, um elevado objectivo científico.

A coisa passou-se na avença que a senhora tem no simpático canal Q, já que no palco do Eixo do Mal preferiu uma abordagem mais de acordo com os interlocutores e o auditório. Pagas à hora, figuras como a Clara bem merecem o velho epíteto coimbrão de – com vossa licença – “caga-tacos”.

Comments

  1. nightwishpt says:

    É difícil discordar, o povo português gosta de comer a calar e entregar-se ao fatalismo e à miséria.
    Um povo combativo não deixava este governo fazer nada à muito, mas não falta gente a aplaudir a miséria, a precariedade, a fome, a destruição da educação pública, etc etc.

  2. Luís says:

    “… já que no palco do Eixo do Mal preferiu uma abordagem mais de acordo com os interlocutores e o auditório.”
    Excelente observação!

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