Uns são outros não

Num post anterior escrevi, sobre Menezes:

“Sendo isto verdade, o que me parece evidente perante os relatos factuais que o Jornal nos apresenta.”

Os elementos que conheço desta história são os do Público e, um ou outro, que vão aparecendo na rede. No entanto, neste caso, a questão não está em saber se temos uma notícia metida por A ou por B – esse é assunto que deixo para a minha condição de leitor e de cliente dos jornais. Uns, o Público, compro. Outros, o JN, não compro. Percebo, também por isso, o texto do Fernando e subscrevo a sua nota sobre o comportamento do Público.

Entendo também a ideia do 31, mas não me parece que a questão seja de quantidade – em Democracia, ou se é, ou …

Ou, o Major por dar notas na feira de Rio Tinto era e Menezes por dar às escondidas e em menor quantidade não é?

É que este senhor, ex-presidente de Gaia e em especial o novo líder do PSD, Marco António, fizeram anos a fio uma pressão estúpida sobre as Juntas de Freguesia que teimavam em votar PS, numa prática quase ditatorial – para as freguesias PSD tudo, para as que se atreveram a votar PS, nada.

Pode haver muita gente que se deixa enganar por marginais, por relvados sintécticos, por Marés Vivas e por pavilhões que se inauguram a uma semana das eleições com concertos do Tony. Também há quem vote no Isaltino ou no Major.

Mas, a Democracia é mais do que isso. Ou, pelo menos, deveria ser.

Poderiam, por exemplo, dar mais atenção ao emprego para que não fosse necessária a esmola.

Comments

  1. Fernanda says:

    Há já uns tempos que começaram a brincar às Autarquias.

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  1. […] – sobre o Marco António. […]

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