Tenho um segredo para revelar: este vídeo inspira-se em certos e determinados chernes, cratinos, sócratanas e demais troca tintas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Tenho um segredo para revelar: este vídeo inspira-se em certos e determinados chernes, cratinos, sócratanas e demais troca tintas.

‘Quando è entrato in l’aereo ho visto subito che lei non era una persona come tutte le altre’*
Levanto-me, em Palermo, às 6 da manhã (5 da manhã em Portugal). Tomo banho. Visto-me. Seco o cabelo. Fumo um ensonado cigarro. Constato que dormi 3 horas. Olho para a cama com vontade. Arrumo o resto das coisas. No hotel têm a gentileza de, apesar de tão cedo, me darem o pequeno-almoço. Um café duplo, forte e um bolo delicioso. O táxi chega. Vamos para o aeroporto de Palermo. O voo entre Palermo e Bologna é da Ryanair. Quantas vezes jurei a mim mesma nos últimos, digamos, 5 anos, que era a última vez que andava num avião da Ryanair? Seja como for, fico sempre contente por não ser a última vez, se entendem o que quero dizer. De qualquer modo, a Ryanair não recebia a minha preferência há pelo menos um ano. Ou mais. Havendo outras, honestamente, prefiro, mas que o bilhete seja um bocadinho mais caro. [Read more…]
Morrem em vão, sim, e choca especialmente a morte dos mais jovens, pessoas que ainda há pouco começavam a vida, cheias da coragem da juventude imortal pronta para mudar o Mundo com as próprias mãos, por tão grande desejo de fazê-lo, contribuindo com o que têm: essa coragem, a força dos seus braços, abalançando-se contra florestas cheias de eucaliptos combustíveis que continuam a plantar-se, combatendo os incendiários sem escrúpulos, cujos favores e/ou taras pirómanas outros tantos prosseguem comprando, cumprindo agendas sinistras. Morrem para nada, porque ninguém quer saber, a começar pelos patrões do Estado para quem o território é uma abstracção, [Read more…]

Talvez seja um pouco cruel que ele parta no fim de Agosto, e não em Setembro ou Outubro, quando ao longo da costa Flaggy, no Condado de Clare, há dias em que o vento e a luz se desprendem um do outro, e se pode parar frente ao mar e deixar que as rajadas de vento nos apanhem o coração desprevenido e o abram de um sopro. Mas é certo que ele também nos ensinou que não se está aqui nem lá, não se é mais que uma pressa atravessada por coisas estranhas e outras já conhecidas.
Ele desce. O número de pessoas sem trabalho em Portugal baixou pelo terceiro mês consecutivo, com a taxa de desemprego a situar-se em 16,5% da população activa em Julho. Bom para o País. Muito mau para as aspirações autárquicas do PS.
Mais um convite para um almoço sorrateiro socratista nas costas do Tó Zé. Se tivessem vergonha, declinariam o convite para almoçar com o Mal. Não se almoça com Gestão Danosa, Dolo Político, Devastação e Saque. Não se almoça com o ultra-comissionismo em negócios de Estado lesivos dos interesses do Estado e chorudos para os amigos, as Construtoras amigas do partido e a Banca do Salgado. Não se almoça com a Vaidade e a Psicopatia desprezivas das gentes, insensíveis a Povo, capazes de lhe legarem tais sofrimentos, tais fomes, tais lágrimas. Não se almoça com a Cabeça perpetradora de actos e decisões sistemáticos anti-contribuintes, rodoPPP, toxi-swap. Não se almoça com o grau zero do mau carácter. Não se almoça com o Mal Político e o Malefício Público em forma de gente. Dá-se-lhe ordem de prisão.
Só se almoça com a Ganância na Política, com o Lixo Ávido de Poder e com a Sufocação Insidiosa de Adversários Internos e Externos se se for conivente com tudo com que se almoça. Se não se for capaz de uma coluna direita, recta, mas recurvada e servil: «Da lista dos comensais fazem parte, para além de José Sócrates e Manuel Pizarro, Augusto Santos Silva [ASS], ex-ministro da Defesa, Francisco Assis, deputado e ex-líder da bancada parlamentar do PS, Renato Sampaio, deputado e candidato do PS ao Agrupamento de Juntas de Freguesia do Centro Histórico do Porto, Acácio Pinto, deputado pelo círculo eleitoral de Viseu, os presidentes das câmaras de Amarante e de Mangualde, Armindo Abreu e João Azevedo, o antigo vereador da Câmara do Porto Hernâni Gonçalves, entre outros convidados.»
As ameaças dos EUA à Síria têm muito pouco a ver com os alegados ataques químicos. E muito a ver com os interesses de cada um dos actores deste drama.
As guerras são sempre selvagens. Esta guerra parece-nos ainda mais selvagem devido à proliferação de vídeos a retratar as mais variadas atrocidades. Atrocidades essas perpetradas tanto pelos rebeldes, como pelas tropas leais ao governo. Nenhum dos lados é merecedor de qualquer tipo de confiança e muito menos de apoio, isto é, se quisermos ter uma consciência tranquila.
A Síria é composta por inúmeras etnias/facções, muitas delas dispostas a lutar entre si se não houver um homem forte que as mantenha em cheque. O afastamento de Assad do poder é garantia quase absoluta que o país vai mergulhar no caos.
Tendo em conta que a mudança de regime está fora de questão, quais são os interesses de cada actor neste drama?
‘Lascia ch’io Pianga’*
Talvez hoje houvesse ou haja algumas razões para chorar. Para começar o raio do livro que comecei a ler, entre outros em que agarrei e coloquei na mala antes de vir. Dois deles já foram lidos, este vai já a meio. Comprei-o há mais de 2 anos e, não sei porquê, eu que tanto gosto do Julian Barnes deixei-o para ali ficar, também juntamente com outros ainda por ler. Até que agarrei nele e o trouxe comigo. Vá-se lá saber porquê. A escolha dos livros que vieram comigo a Itália foi perfeitamente aleatória, não pensada: o Amante Bilingue do Juan Marsé; Chet Baker pensa na sua arte, do Enrique Vila-Matas e O Sentido do Fim, este do Julian Barnes. Ou se calhar até foi pensada sem o ser de facto, reparo agora que escrevo os títulos lado a lado. Quem já o leu O Sentido do Fim e me conhece um bocadinho talvez perceba uma das razões para chorar. As outras razões são ora tristes (vou-me embora amanhã e ainda que não terminem é quase quase como se terminassem as férias) ora contentes (vou para casa, ao fim de tantos dias e as saudades que eu tenho de casa, da minha vida regularzinha, sem andar com malas para trás e para a frente. Sim, a minha vida. Que em nada, ou em pouco ou talvez apenas nas férias se assemelhe à literatura. Não é que me desgoste, seja como for). [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments