A versão clássica era conhecida:
O masoquista diz para o sádico:
– Bate-me.
Ao que ele responde:
– Não.
Paulo Portas acaba de inventar outra:
O sádico avisa o masoquista pela comunicação social:
– Vou-te bater.
O masoquista aguarda. O sádico fala fala fala e termina assim:
– Hoje não, mas não perdes um orçamento pela demora.







O outro é mais, com qualquer coisa e bolos se enganam os tolos.
Gostava de foder um cu e depois ir à cona.
Orgia sangrenta.
Sou discípulo do Demónio.