Gente sem classe

mentirosa

Esta gaja, esta cara-de-pau, esta sujeita sem qualificação possível, esta aldrabona, este monstro que não se coíbe de usar os filhos para mostrar como também é tããããõooo prejudicada pelos cortes, digo pelos roubos, que este governo de ladrões, de pançudos nojentos, de escroques da pior espécie anda a fazer, esta gaja não tem um pingo de vergonha naquelas trombas?

Esta gente defeca verbalmente toda a merda que aqueles cérebros que acumulam lixo atrás de lixo, produzem? Arre Diabo, que o que é de mais é moléstia!

Não se medem as palavras, diz-se o que bem se entende, ofende-se assim os desgraçados que já não podem pagar comida ou casa, quanto mais sonhar sequer em ter poupanças?

NÃO se trata agora de poupanças, minha senhora e toda a corja de lambe-botas que a rodeia e bajula diariamente. Trata-se de sobrevivência. Trata-se de poder dar alimento aos filhos. Trata-se de lhes poder comprar os medicamentos de que eles necessitam. Trata-se de os calçar e vestir. Trata-se de cuidar dos nossos velhos. Trata-se de olhar pelos nossos doentes. Trata-se de garantir o futuro dos nossos jovens.

Já não se trata de comprar Playstations e luxos afins, trata-se do que é mais básico, do essencial para que a vida humana possa ser efectivamente humana. Uma característica que visivelmente falta a essa coisa a quem elevaram ao cargo de ministra das finanças.

Para além de tudo isto, há ainda a questão da incompetência que ali mesmo a tipa admitiu. Se com um salário que para o próprio governo é milionário, já que quem ganha a partir de 600 euros é remediado o suficiente para lhe serem feitos cortes no vencimento, não consegue fazer poupanças em sua casa, como será com as contas públicas? Com o NOSSO dinheiro? Coitadita, se calhar passa tantas dificuldades que ainda vai ter que deitar a mão a algum do nosso para poder pagar as continhas (roubar para comer não é roubar, nem que seja roubar para comer caviar). Uma vez «swaper», «swaper» para sempre…

Depois, na mesma entrevista, a sem-vergonha afirma que o orçamento para 2014 é “duro e exigente” mas que é também “equilibrado e equitativo”. Equitativo para quem? Para estes? Ou para estes? Ou será que é para estes?

É por tudo isto que amanhã irei, juntamente com os, espero, milhares de indignados, de inconformados, de roubados para as ruas.

Às pontes! Às pontes!

Cuidem-se, porque «quando os pobres já não tiverem o que comer, comerão os ricos». Espero sinceramente que a mentirosa compulsiva seja uma das primeiras a ser comida. Em sentido real e não figurado, que isso dar-lhe-ia muito prazer.

Comments


  1. Assino por baixo … porque é porca a política nesta gamela “Aido de porcaria” … vai-te F…

  2. motta says:

    A Noémia passou-se. Ainda bem. Espero, rapidamente, todo um povo passado.

  3. Fernanda says:

    Gostei.

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