A lascívia. A luxúria. O deboche.

Cartas de amor de João Paulo II a uma mulher casada

Comments

  1. eu avento says:

    Que me conste, os papas não são castrados, pois não ?

  2. Ricardo Santos Pinto says:

    Não faço ideia.


  3. Aquele excertos mais íntimos que a comunicação social divulgou não passam de uma relação platónica através da escrita entre duas pessoas que se gostam… daí ao deboche vai uma grande distância.

  4. MiguelIt says:

    Que exagero de titulo. Ja parece o JN

  5. jpfigueiredo says:

    Estes comentadores… Há uma figura de estilo que ironicamente não costuma ser compreendida…

  6. Konigvs says:

    Preocupam-me mais as contas do Banco do Vaticano do que as amigas (amigos e criancinhas) mais ou menos coloridas dos Papas a quem chamam santos (do pau oco).

  7. joaovieira1 says:

    Pode ser-se a favor ou contra o aborto, a favor ou contra a eutanásia (morte assistida), a favor ou contra tudo o que é essencial à vida de cada um/a e à evolução da humanidade como um todo, implicando sempre escolhas conscientes e responsáveis. Ser religioso ou laico, contudo, parecendo não ter qualquer importância ou significado para muitos/as mortais, é, quanto a mim, uma das opções mais decisivas e dramáticas, na escolha de uma vida activa, produtiva, plena, consistente e solidária, não deixando de estar inscrita na matriz original e/ou adquirida de toda a pessoa humana, aquela que, para lá de tudo o que possa ter de enfrentar na gestação e no pós-nascimento (malformações congénicas, doenças para que não foi, ainda, encontrado tratamento ou cura, falta ou ausência dos recursos e meios indispensáveis à sobrevivência, etc) mantém o desejo e o direito inalienáveis de viver, amar e ser amado/a.
    Porquê este arrazoado? A inspiração, eu que sou uma espécie de “laico crente”, vem de um Papa santo do catolicismo mais ortodoxo, João Paulo II e das cartas que, com um amor e uma ligação, diria, visceral, manteve com a sua assistente polaca por décadas, praticamente, até morrer. Notável e comovente.