Quando o país falha (2)

Criança com multideficiência perde apoios

Aquela coisa das caminhadas

Em Arouca já abriu e ninguém dizia nada?

O Estado sai cada vez mais caro ao contribuinte…

“Usem mais transportes públicos”, “deixem de fumar” e “moderem” recurso ao crédito

Telejornais

são, de repente, business schools e cada pivot um PhD em finanças públicas. Tudo pelo preço da TDT ou uma assinatura de TV Cabo.
Perdemos totalmente a noção do ridículo. Os pássaros riem, nos galhos.

Bruno Santos

A imprensa ao serviço do directório liberal

AM

Wolfgang Herles, antigo director da televisão pública alemã ZDF, acusou esta semana o executivo de Angela Merkel de dar orientações muito específicas sobre a linha editorial que a estação deve seguir, nomeadamente a forma como alguns assuntos devem ser abordados ou o próprio alinhamento dos noticiários, decidindo sobre o que pode e não pode ser alvo de cobertura informativa. Herles acrescentou ainda que o comentário político segue a linha da coligação no poder (CDU/SPD). [Read more…]

O bom, o mau e o vilão

Em meados dos anos setenta estava programada a construção de uma central nuclear em Portugal, nomeadamente em Ferrel, concelho de Peniche. Objecto de forte contestação popular ( que culminou com a célebre manifestação de Março de 1976 ), não foi construída. À época havia uma discussão interessante, que era haver correntes de opinião (conservadoras) que defendiam a bondade da energia nuclear desde que fosse usada para fins pacíficos. Ou seja, o átomo proletário era diferente do  átomo capitalista. Claro que depois de vários acidentes em centrais nucleares, nomeadamente Chernobil, nada foi como antes.

Volvidos estes anos assistimos hoje a uma discussão entre os defensores do orçamento do actual governo por contraponto com os orçamentos do governo anterior (com mais Bruxelas ou menos Bruxelas). Ou seja, houve uma austeridade má (de direita) mas agora temos uma austeridade boa (de esquerda).

Austeridade é austeridade. Ponto. Mais impostos são mais impostos. Ponto.

Esperemos, para bem de todos e do país,  que não venha para aí um Chernobil económico e financeiro.