GOOOOOOOOOOOLO!

Em suma, é isto.

JONAS

Armando Franca/AP (http://bit.ly/1QHcZOh)

TAP, passa-te ao caralho!

Quem é que precisa da TAP para o que quer que seja?

Os cães ladram e as panelas da família Soares passam

JS

A panela obtida pelo filho de João Soares na CM da Lisboa é duplamente interessante. É interessante, por um lado, porque demonstra que o clientelismo está vivo e de boa saúde no seio do PS. Nada de novo. Interessante também é verificar o regresso da máquina de propaganda da direita a estes temas, depois de um silêncio ensurdecedor de quatro anos. Já tínhamos saudades deles. [Read more…]

Bilhete do Canadá: Prós e contras

Segunda-feira discutiu-se a Eutanásia.

Qual não foi o espanto, aquém e além mar, do lado Contras estavam as mesmas damas que se bateram contra o Aborto. Usaram a mesma argumentação e o mesmo discurso. Não sei se os cabelos são pintados. Só sei que são loiras.

A Direita não aprende nada. E depois, queixa-se. Haja pachorra, Fátinha, haja pachorra.

Orçamentos movediços

cameloMarco Faria

Como diria Abud Aba, o maior vendedor de pneus de bicicleta de Marraquexe, os portugueses têm muito amor e pouco dinheiro… Com que então o Orçamento do Estado para 2016 já mereceu 46 páginas de correções? O mais interessante é que o Orçamento prevê a “manutenção da carga fiscal em 2016” (ou uma subida, se acrescentarmos as contribuições sociais, corrigiu o economista e deputado independente eleito pelo PS, Paulo Trigo Pereira).
O Orçamento será outra vez corrigido no dia em que o ministro Mário Centeno nos tirar um subsídio lá para o Verão… Mas o prémio BAFTA vai para o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, que aprovou uma portaria ainda antes de o galo começar a cantar, e assim os combustíveis conhecem o maior aumento de impostos desde o ano do “bug” informático, 2000.
É justo o BAFTA para Rocha Andrade, quando as suas palavras são corroboradas pelo “draft” do Orçamento, que aponta para um novo futuro aumento de 4 a 5 cêntimos por litro. Tudo isto, dizia há dias o primeiro-ministro que foi ao Festival Berlim, se justifica em nome do princípio da neutralidade fiscal. Eu gosto muito dos princípios invocados por homens que optam por esvaziarem-nos os bolsos. Abud Aba é um marroquino sensato: os portugueses têm muito amor e pouco dinheiro… E Habib Selam, o ajudante de Abud Aba, diz que os orçamentos portugueses são como os desertos africanos: quanto mais se mexe, mais se asfixia o contribuinte, que cai desesperadamente nas areias movediças. Não há camelos que nos lhe valham desta aflição fiscal.

Marcelo Rebelo de Sousa: Isto, sim, é começar em grande

No dia seguinte ao da eleição, conduziu sem cinto e estacionou num lugar reservado a deficientes. Podem achar uma coisa menor, para mim não é. Diz muito da personagem.
Num dia destes, esteve em Braga. Recebeu um prémio das mãos de António Salvador. Presidente do Braga, dono da Britalar e uma pessoa acima de toda a suspeita. Numa cerimónia em que, recorde-se, foi evocado Marcelo Caetano e o Cónego Melo (Padre Max,lembram-se?)
Para quem ainda nem sequer tomou posse, não está mau…

Placard: coração ou razão

Para logo? 2,04 no coração ou 3,24 na razão?