
Nas jornadas para lamentar do PSD houve duas tiradas de génio.
Uma foi do podengo da maçonaria que corre ao chamado de Montenegro: se a esquerda falhar, o governo deixa de existir.
Outra foi dum tal Passos que foi empregado duma dita Tecnoforma que pescava dinheiros europeus sem fazer uma única obra, de parceria com o Relvas, tarefa hercúlea que o levou a esquecer-se de pagar à segurança social uns anos. Disse o artista: ninguém acredita que esta maioria dure. E não será por causa do PSD.
Aos dois assenta como uma luva o ditado ribatejano: quem com porcos sonha até o mato lhe ronca.


Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.

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