
Simples. Usa-se um “mas” para diminuir o que houver de positivo.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Simples. Usa-se um “mas” para diminuir o que houver de positivo.
A análise das políticas propostas e a análise do discurso dos que comunicam em representação dos partidos permite estabelecer padrões previsíveis de comportamento político. Aí temos o PS, fazendo-se de virgem, a patentear, agora que se inicia o primeiro ano lectivo sob sua inteira responsabilidade, o que fui antecipando e criticando, ainda a presente legislatura não tinha arrancado: a vacuidade de soluções para os verdadeiros problemas da Educação.
À míngua de preparação e de estudo dos problemas durante os últimos quatro anos em que foi oposição, o PS recorreu ao baú dos adquiridos ideológicos de sempre para repetir os erros, que nunca reconheceu, dos últimos quatro anos em que foi Governo. [Read more…]

Com nove anos fui viver para uma cidade alemã de média dimensão (400.000 habitantes). Andei sempre em escolas públicas até ao 13. ano (último do secundário). Quando cheguei à escola primária, comecei a ter duas vezes por semana aulas de natação. A escola tinha também um ginásio com todo o tipo de equipamento de ginástica e uma pista de corridas. No secundário começámos a ter uma vez por semana patinagem no gelo numa pista de gelo artificial que funcionava o ano inteiro. Depois, nos tempos livres, os meus colegas praticavam quase todos outras modalidades, futebol, ténis, esgrima, equitação ou atletismo nas inúmeras associações da cidade (eu cheguei a ligar para um clube de boxe, modalidade que me pareceu adequada a um candidato a escritor, mas ao longo da conversa telefónica percebi que era uma associação de criadores de boxers, cães, e, desmoralizado, desisti de uma carreira no ringue antes de a ter começado).
No Inverno faziamos esqui e organizávamos corridas de trenó atrás da escola.
Nunca liguei muito ao desporto – sempre me pareceu uma perda de tempo -, mas ao longo dos anos de escola fui recebendo alguns diplomas e medalhas em concursos e provas, em que era obrigatório participar, desde as provas de salva-vidas em natação ao atletismo. Ainda hoje sei quanto corria aos 100 aos 400 ou aos mil metros e nadava aos 50.
Acho que é preciso mais do que três canais com jogos em directo e mesas redondas sobre futebol ou de cinco jornais da bola para um país ganhar medalhas nas olimpíadas.
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O Aventar não é terreno fértil para disputas futefoleiras, não porque elas não existam, mas porque, normalmente ficam para nós, na Bancada.
Mas, em função da agressividade latente nas redes sociais a propósito do desejo de um Diretor do SPORT LISBOA E BENFICA parece-me que vale a pena trazer a discussão para este estádio, quanto mais não seja para mandar umas bolas para o pinhal.
Vamos lá então à hipótese: é possível ser adepto de um GRANDE sem desejar que o outro perca?
A resposta politicamente correcta será “lá fora, contra os estrangeiros” e tal… Mas, factos são factos – uma adepto do SPORT LISBOA E BENFICA quer que o Porto perca sempre e o inverso não deixa, nunca, de ser verdade. Poderia até apresentar um argumento básico – sem o dinheiro da champions, o Porto ficaria “mais fraco” o que deixaria em vantagem a concorrência, mas não creio que isto seja coisa para grandes racionalidades.

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
“Confrontos no 25 de Abril: rapaz de 13 anos identificado entre os agressores da extrema-direita.”
mas não foi ele quem introduziu o teto.

O que será “um golo de grande *espetacularidade“? Efectivamente, foi um golo espectacular. De grande espectacularidade seria mau. De grande *espetacularidade, então, teria sido péssimo. Felizmente, do ponto de vista estético, foi espectacular.
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