A Helena Matos precisa urgentemente de parar de dar nos speeds

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Leia a verborreia original aqui, no sítio do costume, no Observador. No sítio do costume? Sim. Efectivamente. Efectivamente. 

Denoto que nos últimos tempos a Helena Matos tem andado mais acelerada, mais tensa, mais enervada e mais excitada que o normal quando necessita de bater na nossa esquerda. Concluo que esta excitação na Helena não é normal nem natural e que o artigo acima exposto é mais que motivo para que a ADoP comece a fazer umas visitinhas ao Observador porque a Helena, a nossa campeã do anti-comunismo primário já nem se dá ao trabalho ir ao arquivo do seu pasquim fazer o devido trabalho de campo. Está dopada de raiva. Para realizar estas assumpções, socorro-me de duas muletas para prestar uns breves esclarecimentos à Helena: a primeira,  do Jorge, aqui publicada e a segunda, a sua respectiva fonte noticiosa. Onde? No observador! No observador? Efectivamente. O quê? 100 nomeados pelo governo do PSD\CDS. Quando? Quando o governo da PaF já estava com os pés para a cova em funções de gestão e Costa preparava-se para formar governo.

100 nomeações para “funções criadas à medida” e para cargos “ideológicos” que visavam “a criação de programas” que nos iriam atrasar mais 4 anos sobre os 4 anos em que fomos empatados pelas políticas de austeridade entre outras funções, como aquela, de arauto (para benefício político do PSD e de Pedro Passos Coelho) no interior do Ministério das Finanças que Maria Luís Albuquerque desempenhou no IGCP nos anos de 2010 e 2011, função que posteriormente foi devidamente premiada pelo seu aluno com a nomeação para duas funções governamentais. Estas 100 nomeações realizadas pelo defunto governo de direita visavam precisamente que objectivos? Criar um polvo capaz de “condicionar” a governação e o país com programas e capaz de vazar a informação que o PSD necessitava para acabar com a Geringonça no mais breve espaço de tempo possível. Ou seja, 100 nomeações que tinham como objectivos dotar os gabinetes da governação com uma generosa dose de fanáticos ideológicos de direita e de bufos sem escrúpulos.

Na cabecinha da Helena só a esquerda é que tem necessidade de nomear fornadas atrás de fornadas para se perpetuar no futuro dentro das administrações públicas. A direita não. Na cabeça da Helena, neste assunto, a direita é casta, é pura. Tenho que lhe recordar que o recorde de nomeações para a administração pública ainda pertence ao governo de Durão Barroso com 2804 nomeações? Quantas? 2804! Em quantos anos? 4! Efectivamente.

Comments

  1. nuno says:

    A helena matos precisa é de dar mais nos speeds.


    • Mais?

      • nuno says:

        Mais, mais. Em doses industriais. Mas mesmo industriais.

      • Rui Naldinho says:

        João, o governo Durão Barroso durou quatro anos?
        Se não me falha a memória durou dois anos e picos. Se somar ao dele, o de Santana Lopes, durou 3 anos menos picos.
        Não é para qualquer peixe! Só de cherne para cima.


        • Foi a minha gralhita, Rui! No que respeita à duração das legislaturas, tenho por defeito o período de 4 anos na cabeça. Maldita cadeira de ciência política!


  2. O verdete e a baba que Helena Matos deixa por onde arrasta o seu ódio não dá para analisar, desmentir, contrapôr, corrigir. Opinião fake, só para hoax-dependentes. Pegar na peça com pincetas e luvas, isolar, blindar e enterrar em fossa de grande profundidade. Lixo tóxico!

  3. Paulo Marques says:

    Esperemos que sim, já era altura de termos o país governado por quem sabe fazer contas.

  4. martinhopm says:

    A Helena e a maioria dos colaboradores do ‘Observador’ mais não faz que tentar defender o ‘tacho’ e o ‘status’. São meras caixas de ressonância. Sobre nomeações políticas convém não esquecer as que foram feitas no início de 2015. Nomeações definitivas, por 5 anos, para as direcções dos Centros Distritais da Segurança Social. Milagre de Fátima: todos tão competentes, tão competentes, que foram todos ou do PSD ou do CDS! Lembram-se do rapazindo do CDS da lambreta?

  5. martinhopm says:

    Corrijo;: ‘rapazinho’ e não ‘rapazindo’. Parece que continua vivo, a bramar e a continuar a soltar asneiras.