A Helena Matos precisa urgentemente de parar de dar nos speeds

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Leia a verborreia original aqui, no sítio do costume, no Observador. No sítio do costume? Sim. Efectivamente. Efectivamente. 

Denoto que nos últimos tempos a Helena Matos tem andado mais acelerada, mais tensa, mais enervada e mais excitada que o normal quando necessita de bater na nossa esquerda. Concluo que esta excitação na Helena não é normal nem natural e que o artigo acima exposto é mais que motivo para que a ADoP comece a fazer umas visitinhas ao Observador porque a Helena, a nossa campeã do anti-comunismo primário já nem se dá ao trabalho ir ao arquivo do seu pasquim fazer o devido trabalho de campo. Está dopada de raiva. Para realizar estas assumpções, socorro-me de duas muletas para prestar uns breves esclarecimentos à Helena: a primeira,  do Jorge, aqui publicada e a segunda, a sua respectiva fonte noticiosa. Onde? No observador! No observador? Efectivamente. O quê? 100 nomeados pelo governo do PSD\CDS. Quando? Quando o governo da PaF já estava com os pés para a cova em funções de gestão e Costa preparava-se para formar governo.

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Em defesa da extrema-direita neonazi que apregoa a pureza racial

uma salva de pelmas para Helena Matos.

Helena Matos contra a indústria petrolífera

Putin Durão

Num grito de revolta contra o desfecho do referendo grego, Helena Matos do Observlasfémias mostrou-se indignada com a suposta proximidade entre o Atenas e Moscovo:

Por que hão-de países cujos cidadãos vivem pior que os gregos, pagam mais impostos que os gregos e se reformam mais tarde que os gregos ser “solidários” com os gregos que votam num governo que para cúmulo namora descaradamente com uma Rússia que é uma ameaça directa para segurança de alguns desses países?

Estarei errado, mas depreendo das palavras da senhora que a sua indignação é extensível, por exemplo, à poderosa indústria petrolífera ocidental, que apesar das sanções continuava, até há poucas semanas, a explorar petróleo no Mar de Kara com a estatal russa Rosneft, uma empresa controlada por oligarcas próximos de Vladimir Putin. É que o clima de tensão entre a Rússia e o Ocidente não começou no mês passado. Em Outubro já se interceptavam jactos russos por cá e a Crimeia foi invadida em Março. Quando começaram os namoros entre o Ocidente e a Rússia a ser descarados?

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P.S. Eu também vivo pior que a Helena Matos, pago os mesmos impostos, corro o risco de me reformar mais tarde e ainda assim tive que pagar, através dos meus impostos, os “serviços de pesquisa” que a senhora fez para séries na televisão pública que, estou certo, só trouxeram despesa para o erário público. Porquê?

Quando a extrema-direita defende o politicamente correcto nem mede as palavras

Este falejar quer tão só dizer que nove negros foram mortos por um não negro numa igreja frequentada por negros em Charleston.

Se eles fossem brancos a notícia seria: nove pessoas mortas numa igreja em Charleston.

No primeiro caso mata-se por ódio, No segundo os sentimentos do assassino são irrelevantes. É assassino e ponto.

Para Helena Matos um segregacionista de 21 anos que entra a matar numa igreja de negros não personifica um crime de ódio. É só um crime. Chama-se a isto politicamente correcto, precisamente a expressão que é utilizada para o defender. Não, não é um paradoxo: o politicamente correcto, ou seja, o totalitarismo da linguagem, existe tanto à esquerda como à direita, mas a direita finge-se virgem, e depois cai nisto.

É doentio? é. Mas sobretudo acontece quando a ideologia é tão forte que por vezes nega o mais elementar bom senso. Infelizmente é humano.

Não é caca, é mesmo merda

eat shit

Anda a nossa extrema-direita neoliberal numa desmesurada lufa-lufa tendo por alvo a Raquel Varela. Não procurem uma linha que seja onde se critique o que tem a moça publicado sobre o país onde estamos – não há. Mas já teclar sobre a personalidade, o clássico argumentum ad hominem, floresce-lhes nos dedos com uma dimensão inesperada.

Ele foi a Helena Antena1 Matos, por conta do guarda-roupa de Passos Coelho, a beata Maria João Marques desenvolvendo o tema dos trapos, sobre o que imagina nos seus piores pesadelos ser o socialismo, e agora André Azevedo Alves em pleno estilo Ramiro Marques, a que pelos vistos não segue só a linha censória de comentários, caindo na velha argolada de invocar o socialista e notável anti-estalinista George Orwell para meter uns bacóros ao barulho.

Ainda pensei que tanto trabalho vindo de quem despreza o papel da sua força se deveria a uma pepinada televisiva que a rapariga frequenta, e nunca consegui ouver dadas outras presenças intelectualmente repulsivas. Mas parece ter a coisa explicação mais prosaica. Escreve este último: [Read more…]

Honra lhe seja feita

Helena Matos e sua defesa do colonial-fascismo, a melhor e mais extrema homenagem da direita a Nelson Mandela. O resto, é hipocobardia.

Há pais que não dão comida aos filhos só porque não têm dinheiro

Sacanas dos pobres, gente de má vontade.

Helena Matos já resolveu o problema da fome

Maria Antonieta instava o povo a comer brioches, já que lhe faltava o pão. Há uma diferença entre a antiga rainha de França e Helena Matos: a primeira terá sentido compaixão do povo. A semelhança está no facto de que ambas tinham a cabeça decepada em vida e ninguém as avisou.

Como muitos opinantes decapitados, Helena Matos, diante das notícias sobre a miséria ou sobre a fome, escolhe sempre escapulir-se às causas, pondo a culpa da miséria nos miseráveis e vendo os subnutridos como gente que optou por ter fome. Não deverá faltar muito para que venha a chamar anorécticos aos meninos que exibem despudoradamente os ventres inchados nos países africanos em que os pais obrigam os filhos a não comer.

Se havia crianças a passar fome, antes da actual crise, isso devia-se, segundo a decerto socióloga Helena Matos, à irresponsabilidade de uma geração inteira de pais “que já as alimentavam mal mas que antes da crise tinham dinheiro para tomar o pequeno-almoço no café ou comprar uns donuts e quejandos sem qualquer interesse alimentar mas que faziam as vezes de pequeno-almoço.” Mais estúpido do que negar a existência de pais irresponsáveis é fazer de conta que a fome não existia e que não havia pais que tinham e têm dificuldades em comprar comida para os filhos. Infelizmente, as notícias – que costumam ficar aquém da realidade – dão conta de muitas crianças com fome: na maior parte dos casos, isso acontece porque, muito provavelmente, há uma manada de pais que se dedicam a pastar donuts.

Sempre enojada com a simples existência de instituições estatais, Helena preconiza que, a haver problemas de fome, a ajuda se faça de modo a que o pequeno-almoço em falta seja levado a casa das crianças, o que, do ponto de vista logístico, é um achado. A ilustre senhora , diante da possibilidade de as crianças poderem ser ajudadas nas escolas públicas (expressão que a leva a agarrar o terço com mais força), deve orar, recolhida: “Deus nos livre de o Estado ajudar quem tem dificuldades ou que fulmine qualquer intervenção que possa servir para compensar ou corrigir as disfunções familiares.”

Não têm pão, não comam bolachas

Helena Matos em versão Antonieta. Só lhe falta o pescoço na guilhotina.

Helena Matos

Pela economia tira-se o direito à greve. Pela economia também podemos tirar o direito a escrever, a pensar… Até a Liberdade, não?

A fixação de Helena Matos pelo 28 de Maio

Helena Matos acusa PS, PCP, BE e Verdes de serem responsáveis pela eventual indemnização a pagar ao consórcio Elos pelo não cumprimento do contrato de construção do TGV. Tudo porque a 28 de Maio de 2010 chumbaram a suspensão do TGV.

Sucede que o contrato foi  assinado a 8 de Maio de 2010. Ou seja, a suspensão proposta por PSD e CDS teria exactamente o mesmo efeito, 20 dias depois de o contrato estar assinado.

Há fixações em determinadas datas um pouco doentias, até levam a trocar o antes pelo depois e a causa pelo efeito.

Respondendo a uma dúvida da Helena Matos

Há muito muito tempo, eras tu uma criança,  já a Internacional Situacionista tinha explicado estas coisas. Com paixão e muito amor.

Entretanto, para a comunicação social portuguesa só haverá notícias dos mineiros asturianos quando tiverem proclamado a República das Asturias e iniciado a reconquista aos herdeiros dos mouros do assassino Franco.

Dia dos Não-Pais

Perto de celebrarmos o Dia da Mãe, vem-me à memória que, há uns tempos, Vítor Belanciano (jornalista do Público) escreveu sobre um grupo de cidadãos (França e Bélgica) que pretendiam criar o dia dos não-pais…

Quer-se criar um dia para tudo. Até o Dia do Cão se quis criar na Assembleia da República Portuguesa! Lembrei-me que tinha guardado, pelo seu tema absurdo, uma notícia que saiu no Espaço Público há cerca de 6 anos: [Read more…]

Pessoas a quem desejo que precisem de hemodiálise e não tenham dinheiro para a pagar

Manuela Ferreira Leite, Helena MatosElisabete Joaquim e A.A.A. (estes últimos com uma vaga atenuante pelo pudor demonstrado, que fiquem só falidos quando chegarem aos 70 anos).

Esta praga que aqui rogo é um nojo? é. Mas, além de as pragas não surtirem efeito, repelente é haver gente que ataca o princípio de todos termos direito à saúde independentemente da conta bancária. Porque quem o faz, do alto do seu seguro e imaginando que nunca ficará sem ele, vendo o mundo da mesma forma como sempre o encarou a aristocracia (a bem dizer nem a burguesia clássica desce tão baixo) e achando que por alguém ser pobre tem menos direito à vida porque ninguém o mandou ser pobre, não tem um mínimo de humanidade, não passa de um crápula abjecto, uma imitação grotesca de um ser humano. Para mais fazem-no em nome da mentira, aceitando a fuga aos impostos e a acumulação de capital à pala do estado, que é o país onde vivemos e que desta forma efectivamente será incapaz de sustentar o SNS.

Além disso de boas maneiras e tratos de cavalheirismo estaria o inferno cheio se existisse. Para esse peditório, enquanto não acabarmos de vez com os pobres, nunca darei.

imagem da gui

Errata: parece que me tinha enganado num nome. Que horror. Fica a abreviatura. Desconfio que trará boas memórias ao destinatário.

A melhor defesa é o ataque? fazendo batota, talvez seja

Helena Matos acordou da letargia que o carniceiro de Oslo lhe provocou. Lá deve ter pensado: atira-se com as Brigadas Vermelhas (mas esquece-se por exemplo o atentado da estação de Bolonha, onde a extrema-direita assassinou 85 pessoas e feriu 200), e finge-se que o assassinato de Aldo Moro não é uma história por esclarecer. Invoca-se a ETA, contabilizando as 829 vítimas, mas fingindo que entre elas não está por exemplo Carrero Blanco, e que aqueles que o executaram foram assassinados, já para não falar dos GAL.

Tudo isto para insinuar que toda a esquerda simpatiza, ou simpatizou, com Ulrike Meinhof e afins, já agora vitima de “suicídio” policial. É a velha estratégia de a melhor defesa é  ataque, proveniente de quem está ideologicamente de pedra e cal com Andrew Berwick, praticando a mesma neo-cruzada, num blogue onde este mapa foi publicado.

Via Rui Curado Silva, que responde com uma mapa-mundo muito pertinente.