Matou e fugiu!

Hoje é um daqueles dias que não deveria existir. O fim do mundo chegou. Para nós por uns minutos, os do choque. Para a passadeiramãe, para o pai, para o irmão chegou de forma definitiva – A menina deles morreu!

Uma Aluna do 5º ano, ainda com a manhã triste, tão triste que parecia noite, estava a chegar à escola (o Google Maps mostra a localização). À sua, à nossa escola. Despediu-se da mãe, a caminho do trabalho, colocou o pé na passadeira, depois outro e foi o FIM…

Morreu!

E quem matou, fugiu!

E quem mata assim e foge é um FILHO DA PUTA! E vai ter que viver com uma dor para todo o sempre. O de ser um assassino. Ainda por cima, um cobarde que deixa uma mãe com a filha nos braços, debaixo de uma noite longa que escurecia a manhã, que parecia não querer chegar.

Não sei se a culpa é da localização da passadeira ou da porta da escola, se da localização da própria escola, metida entre dois acessos à A1, perto da ponte da Arrábida.

Mas alguém tem que fazer alguma coisa – as Estradas de Portugal? A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia?

Ninguém pode voltar a ser vítima daquela passadeira!

parece-me um insulto à humanidade, este Ghadafi

a pessoa de Gaddafi é um insulto para a humanidade

O título deste ensaio não é brincadeira. O ditador da Líbia parece um fantoche! O seu povo ou as tribos do seu povo morrem à fome, e o ditador, fraco de inteligência para governar. Apenas sabe matar inimigos ou mandar estar perto de si, os seus apoiantes. No começo do seu reinado, quando governava em triunvirato, era o favorito das tribos da Líbia, mas ao ficar só com o poder, por causa dos seus compinchas saírem para outras missões no mundo muçulmano, entrincheirou-se num dos seus quartéis, com os seus mais fiéis apoiantes e carregado de armas para se defender, caso fosse atacado pelos seus antigos colegas que, finalmente, foram assassinados ( história narrada no ensaio precedente intitulado O perigo do próximo oriente). O triunvirato original derrubou o Rei Idris I, forçado a renunciar juntamente com o príncipe da Coroa Líbia, enquanto o seu colega do golpe de Estado desaparece. Logo após o golpe de estado, Al Magrabbi sai de cena e Gadhafi, como líder da revolução líbia, com a patente de coronel, toma o poder, substituindo o príncipe regente Ridah e o rei ausente (licenciado para fins médicos na Grécia e no Egipto), Ídris I, tio de Ridah.

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José Sócrates é um assassino

O autor do disparo à queima-roupa que vitimou, há dois anos, um militante do PSD, nunca foi descoberto. E José Sócrates acaba de confessar a Armando Vara, enquanto este está a ser escutado, que foi ele o autor do disparo.

O Magistrado que autorizou e ouviu as escutas, convencido de que um crime de homicídio é suficiente para que seja extraída uma certidão, envia o processo para o Procurador-Geral da República, que o endereça ao Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Este declara as escutas nulas, porque não foram por ele autorizadas, e ordena a sua destruição. O Procurador-Geral da República não recorre e manda cumprir a ordem.

José Sócrates, Pinto Monteiro, Noronha do Nascimento, Clara Ferreira Alves e Mário Soares pensam que se fez Justiça, sendo que, para este último, estamos em presença de um «problema comezinho». Afinal, a Justiça americana, que liberta assassinos em série porque a obtenção da prova não seguiu todos os preceitos (como vemos nas séries), é que tem razão. 

Tudo está bem quando acaba bem.