«O ‘Jornal de Negócios’, relativamente à maioria parlamentar de esquerda que rejeitou o governo da coligação PàF,

tem tido um comportamento impróprio de um jornalismo da democracia, i.e., responsável, imparcial e consonante com os interesses do País.»
[Carlos Fonseca disse-o e agora repetiu-o]

jornal_negocios

“Até um dia destes, homem bom.”

JJ_Cardoso
Carlos Fonseca no seu Solos sem Ensaio.

A ler. Depois não digam que não foram avisados.

Grécia: tradução de artigo de Paul Krugman no NYT.

A grande evasão do Novo BES para a CGD

vai fazer encerrar balcões e levar ao despedimento de muitos trabalhadores – não se iludam. Carlos Fonseca, no seu último texto sobre o caso BES.

Um Carro à Patrom

like-a-fucking-bossLike-a-boss, grande, potente, pujante, tamanhescamente proporcional à capacidade do intelecto.
Razão tem o Ricardo.

Salgado é o Patrão

E o Padrão, quem é?

Mandaram-no vir, agora aturem-no

O anterior mentia, o actual também mente. No final, Sócrates ou Passos Coelho usam, apenas, estilos diferentes; todavia, as pesadas consequências do logro, de um ou de outro, são idênticas para os portugueses

A ler no novo blogue do meu amigo Carlos Fonseca, agora em Solos sem Ensaio

Escrever ou blogar, eis a questão (Memória descritiva)

A propósito da mini-polémica que aqui se desencadeou sobre o universo dos blogues, entre o aventor Carlos Fonseca e o artista plástico Leonel Moura, lembrei-me de um artigo de Pierre Assouline que, em 26 de Janeiro passado, foi publicado no “le Monde des livres” sobre os escritores blogueres. Antes de mais, temos uma inauguração pessoal – resolvi adoptar o verbo blogar. Blogar – verbo transitivo (do inglês to keep a blog). Não sou pioneiro, outros já o utilizam há tempos. Mas vamos ao tema.

Segundo diz Assouline, são mais raros do que se pode julgar os homens de letras que blogam e por duas razões: uma boa parte deles não mantém qualquer convívio com o computador e com o universo que se encontra subjacente, e os que estão ligados à net depressa se apercebem de que a manutenção de um blogue representa um exercício de regularidade e um acréscimo de trabalho que obrigam a sacrificar todos os dias algumas horas do tempo de escrita. Assouline não o diz, mas eu acrescento que, além do tempo que se ocupa a redigir os textos, o vício de consultar o blogue diversas vezes ao dia, ler e responder a comentários, transforma-nos em blogo-dependentes.

Diz o jornalista francês que o facto de não ser meio a que os escritores se afeiçoem facilmente, constitui ainda mais razão para referir aqueles que não só se aventuram por esses caminhos, como dão também um prolongamento de tinta e papel ao seu diário on line, como é o caso de José Saramago, de 87 anos, e do romancista francês Èric Chevillard, de 46 anos. Não vou transcrever as entrevistas, disponíveis na net, apenas referir um ou outro aspecto do conteúdo do texto de Assouline. [Read more…]