Um utilizador do /r/portugal foi obrigado a apresentar desculpas públicas à empresa Vipur.
Paulo Portas nunca pediu desculpa aos portugueses nem agradeceu
Paulo Portas nunca pediu desculpa aos portugueses por ter simulado a sua demissão, fazendo disparar os juros da dívida para níveis estratosféricos, nem agradeceu o facto de, apesar disso, lhe ter sido reforçado o poder no governo.
Paulo Portas nunca pediu desculpa aos portugueses pelo envolvimento de altos quadros do seu partido no caso Portucale, nem nunca agradeceu o facto de todos os envolvidos terem escapado à justiça portuguesa.
Paulo Portas nunca pediu desculpa aos portugueses pelo negócio desastroso dos submarinos, nem nunca agradeceu o facto de não ter sido forçado a assumir qualquer responsabilidade.
Paulo Portas nunca pediu desculpa aos portugueses por ter prometido uma reforma do Estado, substituindo-a por aumentos de impostos e cortes em vencimentos, nem pediu desculpa por ter submetido o país ao empobrecimento.
Paulo Portas deve vários pedidos de desculpas e vários agradecimentos aos portugueses. Paulo Portas anda a viver acima das suas possibilidades de ser perdoado há tempo demais.
Foto@Facebook Portugal à Frente
Até nas desculpas são incompetentes

Nuno Crato garante que no próximo ano lectivo não haverá “experimentalismos”. Portanto, deduz-se que este ano lectivo foi preparado em cima do joelho. Isto é no que dá ter mortos-vivos a usurpar o lugar de ministros.
Entretanto o grande objectivo de transformar as escolas em centro de nomeações políticas continua. MLR criou as bases, com o conceito dos directores que carecem de aprovação ministerial, e Crato dá a estocada final.
Foi ainda adiantado pela equipa ministerial que, a partir da próxima semana, serão os directores das escolas TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária) e com contrato de autonomia que chamarão os professores em falta. [P]
Para completar o circo só falta o cavalheiro da fraca memória que deambula por Belém vir falar da qualidade de não sei quê.
Vítor Pereira
Se fosse um homenzinho, assumia o falhanço. Que nem sequer lhe pertence por inteiro. Sem desculpas. E dava os parabéns ao Benfica pela campanha europeia.
os trabalhos que dou à mulher que amo
Nós, homens, mal sabemos tratar das nossas pessoas.
Não escrevo esta frase com desapreço a nós varões, de qualquer orientação sexual. Em tarefas domésticas, somos um desastre. Em relações amorosas, desatinados. Oferecemos uma flor e justamente escolhemos a que a nossa mulher não gosta. Não é por maldade, é por andarmos sempre a pensar no Benfica, no nosso trabalho, ou, ainda, a olharmos para uma mulher bonita que passa, o que me cheira a um quase adultério.
As nossas mulheres tratam de nós e de todos estes dissabores para os quais nunca fomos ensinados. Assim como não há escola de pais, não existem escolas de maridos, amancebados ou amantes. O difícil é demonstrar à nossa mulher o quanto a amamos. Porque nós, homens, vivemos, desde o Concílio de Trento, numa eterna gaiola
O mexilhão
Já ontem aqui citei esta frase de Sócrates:
“Estas medidas só são tomadas quando um político entende em consciência que não há nenhuma outra alternativa. Foi essa a conclusão a que cheguei agora e não em maio.”
Pois, o problema é esse, não percebem e disfarçam tudo com desculpas porque estão mais preocupados com a maquilhagem do que com a realidade. Tivessem começado em Maio, pelos sítios onde deviam ter começado, e não chegariam a esta dramática situação de Setembro em diante.
O Aventar – tal como muitos outros portugueses – avisou em Abril. Na altura, a desculpa era a fragilidade do euro. Portugal, esse, estava forte e bem governado, tudo cheirava a rosas, ninguém afronta, amedronta ou derrota o pessoal do Largo do Rato (e se o fizerem, maquilha-se).
Agora paga o mexilhão, pois claro.
Pedido de desculpas ao Montepio Geral
A propósito do meu texto ‘Assaltantes a Bancos – Prefere internos ou externos?’ de 6 de Abril, recebi um e-mail do Montepio Geral / Carlos Ribeiro. Refere que cometi um grave erro, porque ‘a Associação Mutualista do Montepio Comercial e Industrial nada tem a haver com o Montepio Geral, porque este, há anos, comprou apenas àquela associação a componente bancária e não a mutualista’.
Do erro, que de resto também foi induzido pelo que li na imprensa, peço públicas desculpas ao Montepio Geral, a todos os seus órgãos dirigentes e trabalhadores.
Acrescento, todavia, que a substância do texto permanece válida, uma vez que as fraudes internas são muito mais pesadas para as instituições financeiras e erário público do que os assaltos a balcões. Felizmente o Montepio Geral, o meu Banco, não está incluído nisto.









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