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Entre 1997 e 2013 os executivos liderados por Luís Filipe Menezes fizeram uma obra notável em Gaia. Trouxeram o Município de Gaia do ” terceiro mundo “, em diversas áreas, para um patamar de excelência à custa de uma visão estratégica notável de Menezes, mas infelizmente também com custos elevadíssimos para as finanças da autarquia e para a dívida do Município que comprometem a gestão autárquica dos próximos anos.
Por isso li com atenção e interesse o texto do João Paulo sobre as evidentes dificuldades financeiras da autarquia de Gaia, mas entendo que o mesmo passa muito ao lado daquele que foi o responsável pelo pelouro financeiro da Câmara Municipal de Gaia, entre 2005 e 2011.
Essa pessoa tem um rosto e tem um nome. Chama-se Marco António Costa. Temos que ter a coragem, como diz o nosso sábio povo, de chamar ” os bois pelos nomes ” .
Aliás, fica-se com a ideia que Marco António tem tanto orgulho no trabalho que efectuou em Gaia que o omitiu no seu currículo de deputado na Assembleia da República! Ou será que o fez propositadamente porque considera ” cadastro ” a sua passagem ao longo de 7 anos pela Câmara de Gaia?
Vila Nova de Gaia é uma terra fantástica para se viver e só as condicionantes financeiras estão a impedir uma afirmação da sua vitalidade de forma ainda mais visível, apesar do que tem sido feito nos últimos tempos. Não fico, por isso, surpreendido com a posição do PSD nos últimos dias. Até há uns dias, o líder do PSD Gaia era Firmino Pereira, um homem sempre presente na gestão de Menezes e de Marco António. Não se conhece uma única tomada de posição pública sobre o desastre financeiro que essa dupla nos deixou. Antes pelo contrário.







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