
É o fim da linha. A temível Geringonça avança, impune, e nem Schäuble ou a sua clique de burocratas comunitários conseguiram, até ao momento, manufacturar uma crise suficientemente destruidora para abater a perigosa esquerda. Eles bem tentam, com a sua chantagem e declarações incendiárias, mas ainda não houve meio de liquidar a democracia representativa. Nem atribuindo ao actual governo a culpa pelo rotundo falhanço do anterior em cumprir as metas do défice no período 2013-2015 deu conta do recado. Convenhamos: era um argumento fraquinho. [Read more…]




Nos últimos tempos temos assistido aos apetites gastronómicos do Mercado, os quais se tem manifestado em parangonas como “Dívida: no primeiro leilão pós-PEC a procura superou a oferta” (





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