Offshore

Subsídio para uma arqueologia do paraíso fiscal:

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Louro, de bico doirado

 

No meio da desinformação, comum nestes casos, produzida por várias fontes sobre o sistema financeiro português, não é fácil, aos cidadãos comuns como nós, compreender um longo processo de conquista que conheceu, agora, mais um momento importante, com a alienação do Novo Banco, e que, provavelmente, prosseguirá com o desmantelamento do que resta. O que está, e sempre esteve, em causa, pode resumir-se a um acto de sofisticada pirataria, longa e meticulosamente preparado, cujo propósito foi a captura total do poder financeiro português.

Podemos, e devemos, fazer juízos éticos, políticos e até judiciais, sobre os bancos e os banqueiros, cuja árvore genealógica se perde na Ordem do Templo, sobre o seu poder efectivo na governação de sociedades hoje ditas democráticas, Estados de direito e outras projecções discursivas muito adequadas a um mundo que, de facto, já não existe. Mas não podemos negar que esses bancos e esses banqueiros, herdeiros directos dos Templários, são pilares estruturantes das nossas sociedades e detêm, de facto, o poder de influenciar o destino de países bem maiores do que Portugal. Mesmo que Portugal fosse do tamanho do mundo inteiro.

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Offshores

São o vestígio da verdadeira lei que há pelo menos cinco séculos governa o mundo: a Pirataria.

Yahups

Já se falava há algum tempo e agora confirma-se. A Yahoo  reconhece que foi pirateada, tendo-lhe sido roubado dados dos seus utilizadores, algo que poderá afectar 500 milhões utilizadores.

A empresa afirma que “a cópia de uma certa conta de utilizador foi roubada da rede da empresa em finais de 2014, no que se crê ter sido um ataque patrocinado por um actor estatal.” De acordo com Sam Biddle, repórter da publicação The Intercept,  a Yahoo demorou dois anos a divulgar a quebra de segurança e, só agora que um hacker anunciou que tinha dados de 200 mil utilizadores para vender, é que o, ainda, gigante tecnológico  confirmou os piores receios. Entretanto, implementou medidas de segurança adicionais, tais como invalidar passwords que crêem ter sido roubadas.

A fronteira entre os mundos virtual e real é cada vez mais inexistente, sendo possível o virtual comandar o lado físico das nossas vidas. Não são apenas passwords que estão em causa, como se percebe se pensarmos nas nossas contas bancárias, no controlo de dispositivos, como alarmes e automóveis, e na nossa informação pessoal, como dados médicos e laborais, etc. Tal como no aspecto físico da nossa vida tomamos precauções e medidas de segurança, também o mesmo precisamos de fazer na nossa vida digital. Independentemente do que os prestadores de serviços têm obrigação de fazer pela segurança dos seus utilizadores, estes devem evitar serem um alvo fácil, o que passa pela escolha de passwords não óbvias e autenticação em dois passos, só para citar dois exemplos.

Buckminster Fuller: sobre a Pirataria e outras especializações

Manual de instruções para a nave espacial Terra, de Buckminster Fuller. Um livro muito aconselhável.

A papelada do Panamá e a Pirataria global

O transporte marítimo é o pilar central do comércio internacional e um dos principais motores da globalização, movimentando cerca de 80% do comércio mundial e mais de 70% do seu valor. Toda esta mercadoria, que vai das bananas aos automóveis de luxo, é transportada e distribuída por mar pelos portos de todo o mundo, alimentando as economias e as “necessidades” de consumo das sociedades ditas desenvolvidas ou em desenvolvimento.

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Alguém disse Edward Snowden?

Novo escândalo de espionagem e pirataria ao bom velho estilo da NSA in association with GCHQ.