No (i) diz o Prof. Eduardo Anselmo de Castro, da Universidade de Aveiro:
"Confundimos inovação com cópia automática do que surge do estrangeiro como último grito da moda. Porque não ser inovadores olhando as actividades tradicionais de forma original?
Podemos fazê-lo com uma actividade em particular; tratar bem dos idosos, nossos e de outros países. A procura é garantida e a expansão tambem. Em vez de carpirmos a crise da segurança social, críariamos valor acrescentado com as reformas dos europeus."
E não aumentavamos a dívida, e criavamos postos de trabalho, e investiamos na construção civil, e exportavamos serviços com a vinda de estrangeiros, que comiam o nosso peixe, a nossa fruta e a nossa carne, e vinho e cerveja, e têxteis e sapatos, procuravam os nossos serviços médicos, tudo pago pelas altas pensões dos nossos vizinhos europeus.
É que sol, uma temperatura amena e um povo prazenteiro tem procura ; o TGV é que não!






Meu deus… quando digo essas coisas – que até o Adam Smith já nos indicava -, chamam-me logo “fássssssssista”, monarco-reaccionário, etc. Bolas!