A minha escola, há 42 anos personagem plena do Vale d’Este (Braga, Barcelos, Famalicão) está a ser atacada. E outras escolas de acesso livre também…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A minha escola, há 42 anos personagem plena do Vale d’Este (Braga, Barcelos, Famalicão) está a ser atacada. E outras escolas de acesso livre também…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Antes do 25 de Abril, andei num externato particular em V.N.Famalicão, escolha de meus pais até entrar para o ensino público, no Ciclo Preparatório. Puderam escolher.
Muitos anos depois do 25 de Abril, os meus filhos que podiam escolher privada ou pública – os meus custos seriam os mesmos, porque nas públicas pagavam além das propinas o alojamento longe de casa.
Se agora nos querem tirar a possibilidade de escolha, eu pergunto…andamos para onde? Será isto o progresso?
Quero acrescentar, que me falhou, que os meus filhos escolheram a pública. Mas o importante é que isso não lhes foi imposto por ninguém
Deixe-me fazer uma ressalva: a minha escola é pública no sentido em que qualquer pessoa a pode frequentar GRATUITAMENTE.
O facto de o Externato Infante D Henrique ter uma gestão “particular” (não confundir com “privada”) não a tornou nunca numa escola “fechada” a alguns.
Nenhum dos alunos da minha escola alguma vez lá pagou qualquer propina.
Diferença para as escolas “públicas”? – muito melhor ambiente, gente muito mais risonha, um corpo docente muito mais motivado, muito melhores instalações, melhores resultados pedagógicos efectivos, menor custo per capita ao Orçamento de Estado.
Deve ser por isso que as escolas “públicas” vão sofrer cortes de ± 11% e a minha escola (e similares) vão levar cortes de 30%.
O povo é sereno. Por enquanto.
Por enquanto…
Dario. Pagamos ao Dr. Lages os transportes escolares que a escola recebia das câmaras e nunca o dinheiro nos foi devolvido. Sempre funcionou como privada mas com a capa de particular e cooperativa.
Faço suas as minhas palavras.
Também eu trabalho numa escola pública não estatal e passamos pelos mesmos problemas. Não pela falta de alunos, porque esses são cada vez mais (ricos, menos ricos, pobres, muito pobres, com necessidades educativas especiais, etc), mas porque querem derrotar-nos na secretaria.
Como os pais não são estúpidos, ao contrário do que alguns pensam, nem são maus pais por escolherem estas escolas, há-de ser difícil derrotarem-nos.
Um dia destes ainda nos prendem porque lhes “roubamos” alunos….
Um abraço.
Ao privado o que é privado ao público o que é público…com as botas do meu pais sou um homem…ouçam esta senhora..
http://bulimunda.wordpress.com/2010/12/11/oucam-esta-senhora-city-talk-diane-ravitch-part-1-of-2/
Escolha à vontade desde que tenha dinheiro, o que esses senhores cobram não é problema meu.
Perante o despropósito de tantas medidas tão pouco educativas de que foi alvo o nossos sistema de ensino, já começa a ser tempo de reagirmos à insensatez e ao pretensiosismo de quem aspira monopolizar o ensino através de uma escola única, estatizante, típica somente dos regimes de inspiração fascista.
O Estado, em rigor, nem sequer tem legitimidade para educar, mas antes para regular/assegurar a liberdade de aprender e de ensinar a todos, para que o padrão valorativo original, definido pela família, seja, num espírito de cooperação e de união, articulado com cada escola
Até parece que o ensino estatal também não usa o dinheiro dos outros.
Querem que eu ecredite que aparece do nada…