O presidente do BCP queria ganhar umas massas no Irão, mas ao mesmo tempo violar o segredo bancário espiando para os Estados Unidos.
Obrigado wikileaks. Assim vemos a fibra dos nossos banqueiros.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O presidente do BCP queria ganhar umas massas no Irão, mas ao mesmo tempo violar o segredo bancário espiando para os Estados Unidos.
Obrigado wikileaks. Assim vemos a fibra dos nossos banqueiros.
Para quem não percebe espanhol: os Estados Unidos agradecem a José Sócrates por ter permitido utilizar a Base das Lajes para repatriar os presos de Guantanamo. Algo que até hoje nunca tinha sido tornado público.
Ainda não é desta que se demite?
21 de Junho de 1994. Jan Fredrik Wiborg, um engenheiro civil norueguês, cai da janela de um hotel em Copenhaga e morre. As circunstâncias do acidente nunca foram apuradas, mas o suicídio/acidente passou a ser a explicação oficial. Na altura da morte, Wiborg tinha consigo uma pasta de documentos comprometedores para o Governo norueguês, documentos esses que provavam a falsificação de informações na escolha da localização do novo Aeroporto de Oslo. A pasta desapareceu e Gardermoen acabou por ser a localização escolhida em detrimento de Hurum.
Os jornalista noruegueses Paul Enghaug, Wenche Harbo, John Hultgren e Alf Endre Magnussen iniciaram então uma profunda investigação sobre o caso, publicando como resultado dessa investigação, no jornal Aftenposten, o extenso artigo «Wiborg e as previsões meteorológicos para Gardermoen. Duas histórias sobre o novo aeroporto», que viria a vencer o SKUP Award em 1999.
A revista TimeOut Porto é um sucesso. Este último número dedicado ao Natal no Porto é excepcional.
Um merecido sucesso. Não é apenas o único guia de tudo o que se passa no Porto e arredores. É, sobretudo, o melhor. Muito bem feito. Uma apresentação excelente (as capas são do melhor) e muito original. Sempre com boas ideias e um retrato fiel de um novo Porto que está a crescer.
A TimeOut Porto já se tornou indispensável para todos nós, portuenses e para quem nos visita. Os meus sinceros parabéns aos responsáveis por este fantástico trabalho.
Agora que querem meter os professores a fazer trabalho extraordinário à borla, não seria altura de pouparem os professores do ensino privado a esse sacrifício?
Eu explico porquê. Em primeiro lugar não passa pela cabeça de ninguém que funcionários de uma empresa privada façam um trabalho que compete única exclusivamente ao estado. É o mesmo que pôr empresas de segurança a fazer trabalho da polícia. Já os alunos do privado não terem de ir fazer o seu exame a uma pública é perigoso, e por alguma razão nem sempre foi assim.
Depois tenho uma pequena experiência. Quando fui corrector pela primeira vez de acordo com as modernices actuais das grelhas supostamente mais objectivas e das aferições dos critérios trabalhadas em grupo, dois colegas dentro do assunto explicaram-me os novos procedimentos e no final avisaram-me:
– E nas reuniões de aferição vais ver como está sempre alguém de um colégio e como avalia sempre por baixo. [Read more…]
Foi um fenómeno breve, mas contribuiu decisivamente para a renovação da música portuguesa e talvez até das mentalidades. Chamaram-lhe punk português. Faíscas, Minas & Armadilhas, Aqui d’el Rock, UHF, abriram um caminho que possibilitou o caldo onde nasceria o dito rock português, uma “new-wave” local em que surgiram nomes como Xutos & Pontapés, Corpo Diplomático (ex-Faíscas, mais tarde Heróis do Mar e depois Madredeus, com algumas cisões pelo meio) e até Rui Veloso. Estava-se em 1978.
Hoje bateram à minha porta. Queriam falar do ‘homem mais importante do planeta’. Não especificaram de quem estavam a falar. Como tenho noção de que ‘o homem mais importante do planeta’ varia de pessoa para pessoa, achei que não eram merecedores da minha atenção.
Quando José Sócrates entrou para o gabinete onde geralmente reune com a imprensa, já o Director do DN e entrevistador da TSF, José Marcelino, o esperava. Vestira o seu melhor fato para a ocasião, comprado de propósito na melhor loja de Manhattan.
– Boa tarde, sr. Director – disse o primeiro-ministro.
– Muito boa tarde, sr. primeiro-ministro -João Marcelino levantou-se atarantado para cumprimentar o primeiro-ministro, mas logo se pôs na posição original. Atabalhoado, deitara abaixo um pass-partout com a foto de um projecto que José Sócrates acarinhava especialmente, o da moradia de Valhelhas, dos tempos em que era técnico na Câmara da Covilhã.
– Peço desculpa, sr. primeiro-ministro.
José Sócrates dirigiu-se ao seu lugar e, sem querer, calcou João Marcelino enquanto passava por ele.
– Peço muita desculpa, sr. primeiro-ministro.
Sem tempo para conversas de circunstância, José Sócrates foi directo ao assunto:
– Sr. Director, não sei se o nosso amigo Joaquim falou consigo… [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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