Porto, Ponto de Encontro de História, Arte e Religião

Comments

  1. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    A história não é passado ou, se preferirem, não é só o passado. A História é uma fonte de conhecimentos onde o Homem deveria beber para, pelo menos, evitar repetir os erros que um dia cometeu. Nas Empresas o histórico pretende ser um dado de entrada para novas estratégias ou correcções de rota. Nas comunidades a História é um sinal da agregação que o definiu. Num País, a História deveria ser um marco da sua personalidade.
    Infelizmente o Homem aprende mal a experiência que a História lhe comunica.
    Os Romanos entenderam que o factor de unidade seria o título de “cidadão de Roma”. E para ser cidadão de Roma, era fundamental que se falasse a língua – o latim.
    Não importava os deuses que se adoravam, as crenças que se seguiam ou a região onde se estava. Era fundamental que se falasse uma língua comum. Entendiam que o resto viria por acréscimo. Dois mil anos depois cria-se a Comunidade Europeia. Escolheram os nossos “politiqueiros” que a união dos povos se faria em torno de uma moeda única. Ou seja, copiaram os Americanos, mas copiaram mal, pois para além de se terem esquecido da história, não deverão ter reparado, por manifesta falta de sensibilidade política e social, que nesse país, da costa Leste à costa Oeste, se fala uma e uma só língua. Em resumo, não aprenderam com a História, transformando esta torre cultural que deveria ser a Europa, numa imensa Torre de Babel.
    E podíamos ir por aí em diante com a guerra do Vietname e a sua repetição no Iraque ou no Afeganistão isto porque estes “politiqueiros” não estão interessados em atacar as causas de raiz para os problemas, mas apenas em gerar dinheiro, já!!!
    Por isso o conhecimento da História e da sua evolução poderá ser uma via para que o Homem mais rapidamente caminhe para o aperfeiçoamento da sua condição.

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