Não olhes para o que eu digo, olha para o que eu fiz:

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Não olhes para o que eu digo, olha para o que eu fiz:

[…] Simples, não é? Num assomo de honestidade, em fim de festa, os nossos amigos corporativos acabam por reconhecer que os Governos de Sócrates não pararam de aumentar o financiamento do ensin…, apesar da diminuição do número de turmas subsidiadas. Depois disto tudo, é provável que os […]
[…] O Externato de Penafirme “é uma Escola Católica, inserida institucionalmente no Patriarcado de Lisboa, de ensino oficial gratuito, público mas não estatal.” Ou seja, uma instituição religiosa sustentado pelo estado, contrariando a sua laicidade, e o mínimo de bom senso. Andava o Externato de Penafirme, ou seja uma instituição do Patriarcado de Lisboa, a distribuir este folheto, e hoje decidiram incomodar José Sócrates, demonstrando como um bom cristão também morde a mão que durante tantos anos lhe deu de comer. […]
[…] da escola pública em curso criando um modelo empresarial de gestão enquanto aumentava o financiamento ao ensino privado, colocou os professores no pelourinho, cuspiu e regressa hoje no Público onde afirma que temos […]
No dia 30 deste mês que hoje se inicia, o Aventar vai comemorar 10 anos. Queremos que comemorem connosco. Escrevendo, que é o que se faz por aqui. [Como participar]

O que acontece se o sector da Restauração e similares (restaurantes, bares, cafés, confeitarias, etc) não recupera rapidamente? “Nenhum problema, eu sou agricultor e produtor de fruta e legumes, continuo a plantar e a mãe natureza encarrega-se do resto”. Errado: o sector da Restauração e Similares é o principal consumidor de frutas e legumes. Sem […]
Há algo de compatível entre um Dão, colheita seleccionada, a moleza do calor e as palavras saídas da guitarra de Pablo Sáinz-Villegas.
antibióticos. Vejo muito pouca gente preocupada por Santana Lopes ter escrito que “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
Segundo o Record, houve “comportamentos incorretos”. Ora, como sabemos, correto não é correcto. Logo, um comportamento incorreto é correcto.
Efectivamente, embora por outras razões, o OE suplementar é “complicado, incoerente e opaco”.
Ontem, pude ter a certeza que a DGS aconselha a não haver celebrações no Dia do Trabalhador. Simplesmente, ainda não lançou o comunicado. Calma.
Nem políticos mostrando indignação e solidariedade para com o trabalhador agredido…
Claro que não. Walcott pára quatro semanas. Efectivamente, A Bola não adopta o AO90.
E o que é a *contrafação? É a contrafacção contrafeita.
Mário Centeno sai do Governo.
Novoselic escreve direct, mas a Blitz traduz direto. Como diria Cobain, “I don’t know why“. É directo. Lembrai-vos dos One *Diretion.
do rei de Espanha, eis o “keep your mouth shut” do chefe Acevedo. Eis Trump a fazer de Chávez.
Trump saiu da OMS num momento difícil de política interna. Tudo o que ele faz é no intuito de assegurar a sua reeleição. Quem quiser que apanhe os cacos.
como está a situação daquele aeroporto que o Costa quis dar à Vinci ali para os lados de umas areias que ficarão debaixo de água daqui as umas décadas?
Nuno Pacheco denunciou estes *impatos do Expresso. Impatos? Do professor Expresso? Efectivamente: impatos da pandemia.
Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.
Tende paciência. Entretanto, ide-vos entretendo com o problema n.º 1, o problema n.º 2 e o problema n.º 3.
A recusa da injeção na Comunicação Social por parte do ECO e do Observador é a rejeição à submissão ao Estado.
Mas isso é em inglês. Em português, a diferença entre 19 e 90, como diria o outro, é huge!
Joacine disse iste com um palite nos dentes entre um fine e um tremoce, certe?
ISTO BRADA AOS CÉUS!…
Na sexta-feira passada, saiu uma notícia no JN de que havia sido aprovado na assembleia da república que iriam acabar as carteiras profissionais, para uma grande parte das profissões laborais.
Como é isto possível? Voltamos ao antigamente em, que qualquer um podia estabelecer-se sem o mínimo de qualificação profissional, tendo como vitimas da falta de profissionalismo o publico? Para além deste perigo gravíssimo que é a falta de responsabilidade profissional da maior parte dos que enveredam por determinadas profissões como por exemplo: Cabeleireiros, Barbeiros, electricistas etc., e que põem em risco a própria vida e a saúde das pessoas que ingenuamente acreditam que são pessoas com o mínimo de qualificação profissional.
Então qual é esta teoria de incrementar o emprego quando ditam leis que deitam por terra toda esta gente?
Já viram que a Parque Escolar tem um novo site?