Desta vez o engodo para arranjar uma falsa multidão não são as bifanas mas os peixes. Esta forma de fazer política, a par com as campanhas de casos, com a não discussão das propostas a votos e da repetida quebra de promessas eleitorais, feitas já se sabendo à partida que não haverá condições para as cumprir, também é uma maneira mentir aos eleitores. Depois queixam-se das adjectivações tipo “são todos iguais”.
Casos como este, venham de que partido vierem, hão-de levar o mesmo tratamento: serão esfregados na ventas de quem os fizer.






Jorge:
Olha que já houve evolução.
Repara que agora já não oferecem comida. Está lá bem explícito: “cada um leva a sua refeição”.
Estas coisas demoram tempo a aperfeiçoar. Lá chegará o dia em que quem quiser ir terá de pagar bilhete. Possivelmente depois de 5 de Junho.
Dizer mal de quem sempre entende fazer alguma coisa de útil, é próprio de comentadores rançosos, incapazes, incompetentes e mixeriqueiros.È a inefável má língua dos impotentes, mansarrões, que mais nada fazem que criticar, não o antes mas o depois. Assim não se erra nunca.Mas produzir, arranjar emprego para a malta, criar empresas, criar formas do país produzir mais e melhor, é o tanas. Ficam-se nas encolhas
Ora deixe lá contar os adjectivos…
“comentadores rançosos, incapazes, incompetentes e mixeriqueiros”, ok vejo pelo elevado tom de escrita qual é o seu auto-enquadramento.
Mas comente o post. É sempre bem vindo.
Aproveito para lhe deixar uma dica: quem cria emprego são as empresas, não é o governo. Topa?