5 de Junho: PT ganha com maioria absoluta

Por muito que as sondagens se enganem, uma coisa é certa: no dia 5, o Partido da Troika (PT) alcançará a maioria absoluta. Embora pareça tratar-se de uma coligação entre os três maiores partidos, na realidade, é uma estrutura muito mais próxima de uma conspiração.

PSD, CDS e PS passaram a campanha a fazer duas coisas: em primeiro lugar, assumiram a sua candidatura a serventes da troika, numa situação comparável à do defenestrado Miguel de Vasconcelos; para além disso, tiveram o cuidado de não informar os eleitores daquilo que os espera, entretendo-se e entretendo os cidadãos com pequenas escaramuças que não são mais do que manobras de evasão.

Entretanto, lá virão mais congelamentos ou a descida da Taxa Social Única, entre outros prejuízos que fazem parte de um conjunto de documentos que o PT teve o cuidado de não divulgar, facto que só é possível graças à falta de vergonha dos candidatos e ao laxismo cívico de um país que continua a votar com base em emoções, numa atitude muito similar ao grito irracional do adepto futebolístico.

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